Avançar para o conteúdo principal

Ora aqui está uma cara linda, sem recurso a "betume"

Já dizia a minha avó que a verdadeira beleza de uma mulher se vê de cara lavada e a Coco Chanel por outro lado dizia que não existiam mulheres feias, apenas mulheres que não se cuidam. No meio disto, está a verdade.

E, tirando o facto de há muitos anos atrás uma pessoa com quem convivi me dizer frequentemente que me encontrava muitas parecenças com a Alicia Keys...continuo a dizer, quem me dera! O nariz, o sorriso, os dentes, o formato dos olhos, as sobrancelhas - é que olhando com detalhe para cada parte do rosto desta mulher, é tudo perfeito. E tendo em conta que está sem maquilhagem e não está a realçar nada, nem a esconder pequenos defeitos...sim, quando crescer quero ser parecida de facto.

A única coisa em que lhe ganho é nas orelhas, as minhas são mais pequeninas e perfeitinhas, de resto, ai ai, não me importava de ter uma carinha daquelas.



Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Folder "Para quê inventar" #6

 Também existe quem publicite "Depilação a Lazer"!  Confesso que quando olhei há uns dias para uma montra de um instituto, salão ou lá o que é de "beleza" fiquei parada por alguns momentos, não sabendo bem se deveria benzer-me, fazer serviço público e ir avisar as pessoas que aquilo estava mal escrito ou pura e simplesmente, seguir o meu caminho. Foi o que fiz, segui o meu caminho, porque na realidade não me foi perguntado nada, portanto não vale a pena entrar em contendas com desconhecidos à conta de ortografia. Mas...."depilação a lazer" é mesmo qualquer coisa! Para mim, não é mesmo lazer nenhum e posso confirmar que provoca até uma sensação algo desconfortável no momento, que compensa depois, mas daí a ser considerado lazer, vai uma distância extraordinária.

RIP - Seja lá isso o que for

 Sabemos lá nós se o descanso será eterno, ou mesmo se haverá esse tal descanso de que tanto se fala nestas situações. Sei que estou abananada. Muito. Penso na finitude e de uma maneira ou outra, já a senti de perto. A nossa evolução desde o nascimento até à morte é um fenómeno ambíguo e já dei comigo a pensar que sempre quis tanto ser mãe, que me custou tanto o parto da minha filha para lhe dar vida e que ela, tal como eu, um dia deixará de existir. Não me afecta a minha finitude, já desejei o meu fim precoce algumas vezes, mas não lido com pragmatismo com o desaparecimento de outras pessoas, nomeadamente das pessoas que me dizem ou até disseram algo. Hoje, deparo-me com uma notícia assim a seco e sem preparação prévia. Mas como é que um colega de quem recebi mensagens "ontem" pode ter morrido!? E vem-me sempre à cabeça aquele tipo de pensamento: "mas eu recebi ontem um email dele", espera, "eu tenho uma mensagem dele no Linkedin", "não, não pode, en...