sábado, 29 de fevereiro de 2020

Um dia torço-lhe o pescoço II


Quando não se tem o mínimo jeito para manualidades, qualquer porcaria deveria ser elegível para um prémio. Fiz o que pude. Faltam as legendas e a miúda que rife esta mãe que lhe calhou que de facto se deve mas é dedicar a fazer bolos, wrap’s e tapiocas.

Nem de propósito


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Mas quando quer, arrasa

E ao levar um beijinho de boa noite põe-se a cantar Gabriel, o Pensador! Só podia ser mesmo minha filha. Valeu “Gabri”!
E continua.....



Um dia torço-lhe o pescoço

Há umas semanas atrás tinha-me dito que tinha que fazer um trabalho qualquer para apresentar no dia 20 de Março. Aquilo ficou-me na cabeça, mas numa prateleira esconsa, bem lá para o fundo. O que prevalecer foi o 20/03. Não sou do tipo de pessoa que tenha como regra fazer tudo à última da hora, mas como os últimos tempos não têm sido fáceis com 1001 coisas para fazer e resolver achei que...tinha tempo.

Ontem:

"Mãe, não te esqueças da maquete que tenho que fazer, tá bem!"

Estás a falar de que maquete?

"Do trabalho que eu te disse que tinha que apresentar, não te lembras?"

Lá lhe pedi o caderno em que está escrito o que é para fazer...


Não sei como ainda aqui estou a escrever estas linhas, porque tive uma arritmia, uma taquicardia, hiperventilei, deu-me uma coisa. Então aquela ratazana amestrada disse-me que tinha algo para fazer para entregar no dia 20 e afinal é um projecto espacial para entregar no dia 02?? Sabendo ela que eu não tenho o mínimo jeito e criatividade para este tipo de coisa, tenho sempre que subornar a minha irmã para se fazer valer do seu papel de tia preferida e levar com ela a fazer estas coisas, eu quando muito faço um lanche...e agora prega-me esta partida?? Ainda por cima vou ter que ir a ChinaTown para comprar sabe Deus o quê para conseguir apresentar algo impressionista e tentar convencer os outros que produzimos Arte em modo Sistema Solar!?

Como é que eu vou sair desta agora!?

Primeiro passo: mentalizar-me que tenho que ir a ChinaTown e perder-me naqueles corredores a cheirar a plásticos e tecidos de má qualidade e tentar encontrar algo que me permita fazer a bosta do sistema solar. Se calhar vou apelar à criatividade da turma e digo-lhe para levar uma folha em branco e o exercício é cada um imaginar o cosmos ali, sem mais nada. Quem tiver mais imaginação ganha um Pokémon do McDonalds!
E nem imaginam o trabalho que só ter esta ideia já me deu.

To be continued...

A OMS pede, nós cumprimos

Acabaram-se os beijinhos, pimba! Realmente para que é que as pessoas andam sempre nessa badalhoquice!? É aperto de mão, de seguida gel desinfectante e mais nada!

Mas...e as bochechas da minha filha!? Uma mãe não resiste, uma mãe não é de ferro. O beijo naquelas bochechas deliciosas eu não perco. E depois!? Desinfecta-se a miúda também, ora essa!

Quando assim é, sai-se de cena, sem dúvida o melhor caminho


Talvez seja uma questão de existirem pessoas que se preocupam

E a verdade é que me sinto tão bem quando me dizem “dá um toque quando chegares a casa”, quando numa saída de amigos e já a altas horas alguém se oferece para nos “escoltar” até casa porque é perigoso uma mulher andar sozinha na rua, quando alguém nos deixa à porta de casa e espera que o nosso vulto desapareça ao cimo das escadas...quando alguém pressente que não estamos bem e nos ouve, muitas vezes sem falar até quase desabarmos mas conseguirmos deitar tudo cá para fora e acabarmos a sorrir. Existem poucas pessoas assim, mas ainda vão existindo e quando tal acontece, isso sim é genuíno. Já diz o ditado “não nos dêem flores, dêem-nos afectos”.


Ai que eu não me safei de levar 2 beijocas e um valente abraço de uma pessoa que veio de Itália há 2 dias 🧐

Regressou a Portugal depois de ter estado na China ou Itália? Saiba o que fazer - TSF: Não há restrições para a estadia em Portugal de pessoas que vêm de áreas afetadas, mas a DGS deixa uma série de recomendações.

Se bem que 14 dias em quarentena, refeições prontas a horas, sem fazer nenhum, bla bla bla. Foi o meu momento parvo do dia. Não se brinca com estas coisas.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Portanto, eu e a minha filha estamos com saudades da Disneyland Paris

Portanto, bora voltar lá!?


E foi isto, mas a multiplicar por vários dias


Quando com a maior das boas vontades nos avisam

"Cuidado que fulano regressou de Itália há 2 dias" - não sei se ria, se reze. É que o alarme social é meio caminho andado para alimentar uma pandemia.

Eu e os grupos de whatsapp

Não funcionamos, de todo. E confesso que olho com algum desdém para aquelas pessoas que têm o grupo "família", o grupo "colegas da cheche", o grupo "a", "b" ou "c".

Aquelas conversetas da treta, tudo ao barulho, piadolas vejo-as um bocado como comportamento a atirar para o básico, mas, lá está, vivemos em democracia e cada um faz o que bem entende.

Até eu, de quando em vez sou metida nesses grupos, mas assim que capto a informação que me interessa, rescindo unilateralmente, de fininho. É lógico que quando se está perante o agendamento de um evento com muita gente, troca de ideias, etc., tem uma função bastante útil - como algo sistemático, reitero que é básico...pequenino, como diz o outro.

Pois que agora "tenho" que estar metida no grupo de mães da turma da minha filha a propósito do que querem fazer para celebrar o fim do 1º Ciclo. Lá está, podia até ser útil, as pessoas não se conhecem e portanto para trocar ideias e combinar certas coisas seria o veículo ideal. Mas as pessoas generalizam, e recebo mensagens no grupo, ainda por cima muitas delas em péssimo português, que rezam o seguinte:

"Oi mães, amanhã é preciso levar mochila?"

ou

"Sabem se a professora marcou deveres?"

ou ainda

"Qual vai ser o horário de saída na sexta-feira?"

Curiosamente o grupo chama-se Festa de Finalistas - por que raio se iniciam conversas fora do contexto e se faz os outros perderem tempo desnecessariamente?

O António Feio era muito bom com "Conversas da Treta"...sim, o António Feio, esse grande actor que nos deixou em 2010. Mas era o António Feio, não me chateiem, que ultimamente não estou com a mínima pachorra para isso.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

SNS/Políticas Sociais

Apesar dos pesares, e de algumas críticas que tenho por situações que se passaram comigo ou com os mais próximos, de um modo geral continuo a confiar no nosso SNS e em situações graves e urgentes é lá que me dirijo com a minha filha e com quem me é próximo. Em termos práticos dirijo-me ao Privado para questões não graves, porque para o resto, salvo raras excepções é no serviço público que confio.

Mas estou atenta aos aspectos menos bons e ainda que entenda que não podem fazer milagres com os recursos actuais, faz-me confusão que dêem alta a um doente que ainda não consegue ter forças para fazer a sua higiene sozinho, que não consegue comer mais do que 3 garfadas de sólidos, que vive sozinho, que apesar da sua condição ainda não é ilegível para usufruir de cuidados continuados ou paliativos e que mesmo tendo alta hospitalar, o seu estado de debilidade física impeça  que a família o consiga transportar a casa e tenha que solicitar o transporte do INEM para tal.

Talvez seja excesso de zelo da minha parte, mas acho que é de uma tremenda falta de humanidade a forma como são descartados os doentes neste país.
Desde miúda que travei conhecimento com o cancro, assim literalmente mesmo ali ao lado. Portanto aos 10 anos, palavras como mieloma múltiplo, quimioterapia, cortisona, biópsias, mielogramas, faziam parte do meu dicionário. Ainda se falava em cobalto, diziam que a radioterapia podia fazer milagres, cabeças rapadas sem escolha...tudo isso me acompanhou dos 10 aos 20 anos. Cresci a ter esperança. Cresci a ver a minha avó a ultrapassar verdadeiras batalhas, até ao dia em que ele venceu.

Será sempre a minha heroína, mas ele venceu. Conheço casos de maior sucesso, de anos e anos de remissão e é isso que espero para os casos próximos que acompanho agora. Talvez seja egoísmo, mas não quero perder mais ninguém para ele nos próximos tempos....e ele, continua a fazer vítimas diariamente, a destroçar famílias, a deixar filhos órfãos.

Hoje acordámos com a notícia da partida da Dra. Laura Ferreira, mulher do ex Primeiro Ministro Passos Coelho. Era uma boa pessoa e foi uma lutadora ao longo dos últimos anos. Com uma idade que ainda lhe permitiria fazer tantas coisas, com duas filhas, uma delas ainda muito pequena e a quem o colo da mãe vai fazer tanta falta. A vida é isto. Uns brincam ao Carnaval, outros choram a partida dos seus, outros dão graças a cada dia por continuarem vivos...

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Mas as surpresas deveriam ser pela positiva, certo!?


Incutir bom senso em pequeno para que daqui a uns anos tenhamos adultos decentes

A minha mãe talvez tenha exagerado na forma rígida com que sempre lidou comigo mas acredito que a integridade e os valores que tenho, os devo a ela. O saber estar, a educação e algum bom senso também. Se para conseguir isso foi preciso ser espartana, então dou por bem empregues alguns tabefes, castigos e afins. Estou convicta que não era miúda que a tivesse deixado ficar mal se fosse tudo um pouco mais light na forma de me fazer ver o certo o errado, mas a verdade é que é sempre um tiro no escuro, e que atire a primeira pedra o pai/educador que nunca errou com os seus filhos, apesar de no seu entender lhes estar a fazer o melhor que pode e sabe.

A verdade é que quero olhar para o lado e ver na minha filha esse tal saber estar, aquela réstia de educação que nos distingue da tremenda falta de educação e de respeito pelo próximo que testemunhamos todos os dias.

Hoje, Domingo de Carnaval, estava a arranjar-me de manhã e a pequena perguntou-me se se podia mascarar. Olhei para ela e disse-lhe apenas isto:

“Como sabes, vamos ao hospital visitar o avô e ele está doentinho, tal como todas as outras pessoas que lá estão internadas. Achas razoável chegar perto de pessoas que estão doentes, em traje de Carnaval, mascarada e a transbordar alegria!? É assim que nos sentimos perante quem sofre!?”

Fez um silêncio de alguns segundos, olhou para mim e respondeu:

“Faz todo o sentido o que dizes mamã!”

Acho que ficou lá mais uma pequena lição.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Que desânimo...

Nunca o cancro matou tanto como agora em Portugal - JN

Dia do Pensamento

Hoje é um dia importante para ela. Celebra-se o Dia do Pensamento, dia em que se reflecte sobre fraternidade e ajuda ao próximo. Dia em que se reflecte sobre o bem que podemos fazer aos outros, à Humanidade.

Parece clichè mas a verdade é que tudo começa em nós próprios. Sermos melhores pessoas a cada dia, termos vontade de corrigir os nossos erros, ajudar o próximo e sobretudo não fazer mal aos outros, mesmo que eles, no nosso ponto de vista o mereçam ou nos tenham feito algo que os faça merecê-lo. A vida que se encarregue disso, não nos cabe a nós.

A minha pequena, está em fase de aprendizagem de lições, mas tenho tanto orgulho na minha pequena Guia. Está em reflexão hoje, com o seu bando. Que a Paz esteja com ela!


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Inventei na cozinha

Tapioca com banana, queijo fresco e guacamole. Ficou bem boa.

Memórias de uma péssima mãe

A correria de manhã foi tanta, eu estou tão cansada com uma semana em que me desdobrei em trabalho, deveres de mãe, de enteada a fazer piscinas para o hospital de Setúbal ora à hora de almoço, ora ao fim do dia que me esqueci de tirar as fotografias da praxe da miúda fantasiada para o desfile de Natal da escola. É imperdoável, eu sei e estou a penalizar-me por isso :(

A tender para o sinistro, já para não falar que é no mínimo piroso

O quê meus senhores, o quê?...aquela garrafinha minuscula de ambientador que colocam pendurada no retrovisor interior do carro.

Quando vejo aquilo no carro da frente, ou do lado, vem-me à memória o Coleccionador de Ossos em que o assassino quando se fazia transportar no Yellow Cab para raptar as suas vítimas, tinha qualquer coisa sinistra pendurada no mesmo sítio.

....eu percebo que queiram ter o carro cheiroso, mas era preciso descer a um nível tão....piroso!?

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Será que a minha voz está a ficar com tiques de macho?

Telefone toca.
Eu atendo.
Do lado de lá:
"É o Santos?"
E eu:
"Desculpe?"
Repete:
"Estou a falar com o Santos?"
------------Breve Pausa-----------
Respondo:
"Está enganado. Nem eu sou o Sr. Santos, nem este número pertence ao mesmo. Lamento. Boa tarde!"
Responde o personagem que queria falar com o "Santos":
"Ah, pois, se calhar enganei-me"
Pensei....mas já nem disse, senão transformava a chamada inusitada em diálogo:
(não foi se calhar, foi mesmo engano)

Mas eis a questão: ou eu ando a ficar com a voz mais grave, ou o tal Santos tem uma voz feminina. Haja paciência.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Hoje foi daqueles dias que me esqueci

Do telemóvel em casa. O curioso é que tenho 3, e como comigo é tudo a tender para a asneira, esqueci-me mesmo de todos. Enquanto se está no escritório há o telefone fixo, quem interessa tem o meu número directo, eu também tenho a minha agenda toda na cabeça pelo que não foi crítico para fazer ou receber chamadas. O problema surgiu da parte da tarde com reuniões, sem conseguir aceder à rede da empresa porque estando fora tenho que submeter sempre uma segunda password que recebo via sms, à saída oiço na rádio que para variar havia acidente e a estrada estava parada - Houston, não podia avisar que existia a probabilidade de chegar mais tarde ao centro de estudos. Qualquer dia dá-me um AVC.

No fim de contas cheguei a horas, o mundo não desabou, não fui notificada de nenhuma tragédia e tomorrow will be another day. Neste momento o espírito é “um dia de cada vez” e rogar à vida que pelo menos desta vez ouça as nossas preces, porque os devaneios e o humor negro do meu padrasto fazem-me muita falta. Em 42 anos foi o único homem que nunca me falhou, foi o único homem que esteve lá sempre que precisei...com as suas virtudes, coisas menos boas...um grande, grande amigo.
Quando eu coloco já para que não haja dúvidas que determinada situação ocorre entre as 11:00h-12:00hGMT e mesmo assim me perguntam de seguida se é "hora portuguesa ou espanhola", isto depois de já ter trocado só no dia de hoje para aí uma dezena de emails com respostas a questões pouco inteligentes...é de uma pessoa se passar um bocado, não!?

Bom, contei até 10 em alemão para demorar mais un décimo de segundo e fui politicamente correcta, explicando que GMT = Greenwich Mean Time, coisa que eu aprendi para aí no 2º ciclo, longitude 0, linha imaginária, meridianos...

Deus, dai-me paciência, porque se me der força...

O dia em que me emprestam uma série de fatos de Carnaval para a pequena

Olhamos para uma peruca de índia e concluímos:

"Bom, a verdade é que esta peruca é igual ao cabelo dela, pelo que...."

É o que dá ter uma filha "étnica" que já de si não precisa de muita produção para parecer uma Pocahontas.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Não esperava terminar o dia no sítio onde estou

E não concordo que se tenha que proteger as crianças daquilo que a vida é. O médico deixou-a ir dar um beijinho de 1 minuto ao avô, no meio de fios, tubos e máquinas a apitar. Obviamente que foi tudo controlado, não somos loucos, nem queremos traumas para ninguém, mas para ele foi um disparo de vida e para ela...foi a realidade. Existe a saúde, as farras, os passeios, mas também existe a doença e os momentos mais tristes e é nessas alturas em que o ser humano na realidade mais precisa de sentir o verdadeiro afecto.

Veio de lá sorridente, viu o avô Zé e eu, sinto-me um bocadinho mais tranquila. Sei que este mimo inesperado lhe fez bem, e eu....eu devo-lhe tanto. Preferia que a ocasião fosse outra mas a vida, essa gaja meia marada é imprevisível.

Afinal não estou assim tão errada ao dar conselhos de vida à miúda

Os gurus da motivação aconselham o mesmo. Smart Mommy!


domingo, 16 de fevereiro de 2020

Medos

Falemos de animais. Tenho medo, receio, pavor de alguns, repulsa de outros. Chego até a nutrir respeito por tantos outros, e de alguns espécimes do bicho Homem, em todos os seus géneros, sinto nojo até...mas do que eu venho aqui falar é de algo quase visceral. Jacarés, osgas, ratazanas, baratas, centopeias, morcegos...estaria aqui a noite toda e todos juntos não conseguem que o meu corpo reaja face ao simples acto de lhes pronunciar o nome, como aos animaizinhos que adoptam como hospedeiras as cabeças das pessoas, e dos miúdos em particular.

Sim, tenho medo, muito medo mesmo de piolhos. Medo, nojo, repulsa, e só de pronunciar essa palavra fico com comichão sobretudo na cabeça. A minha filha pode estar a coçar o corpo com uma espécie de urticária que eu, vou tranquilamente buscar o Fenistil à caixa dos medicamentos....mas se ela coça por um escasso segundo que seja a cabeça...eu começo a hiperventilar. Isto em primeira instância, porque depois começa uma colónia imaginária de parasitas a sugar-me o sangue e eu...bom, eu vou para a casa de banho, ponho a cabeça para dentro da banheira e começo a chocalhar os cabelos freneticamente para ver se cai algum objecto estranho e daí começar o extermínio. Após controlar as minhas comichões imaginárias pego na cabeça dela e começo a vasculhar. Por norma, é falso alarme, mas eu não me aguento sem fazer uma dupla desinfestação, just in case. E ela chora, ela diz que não tem piolhos, ela diz que “apenas coçou a cabeça no sítio em que tinha uma borbulha”.

E eu, mesmo assim, esfrego vigorosamente com a loção, o cabelo dela e o meu, penteio com aquele pente abominável, ponho óleos especiais, depois vou buscar a lupa, volto a sacudir a cabeça para a banheira, mas como destes bichos maléficos nunca se sabe o que esperar....ainda lhe ponho elásticos repelentes. É o vale tudo contra estes tipos. Bolas, que animal mais assustador.


sábado, 15 de fevereiro de 2020

Sou daquelas pessoas que lida pior com os problemas de saúde dos seus, do que com os próprios

E o cancro bateu-nos outra vez à porta, e o cancro está a querer tirar a dignidade e a paz a um dos meus, e eu que continuo apesar de tudo a confiar no nosso SNS, hoje dei comigo a pensar em chamar a CMTV caso não o internassem e lhe proporcionassem algum conforto acima de tudo físico. Lá está neste momento, sabe Deus o que o (nos) espera. Não estive presente fisicamente, mas estive à distância a sofrer com a incerteza. Estou mais aliviada, pelo menos está no local em que neste momento lhe podem aliviar o desconforto e sofrimento.

Agora passámos para o âmbito do “um dia de cada vez” e a confiança na ciência.

Não que seja consensual o meu gosto por sapatos brancos

Mas estas sandálias têm a sua piada.



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Nós, os solteiros...

.....recebemos destas coisas no escritório, e fica tudo a conjecturar quem será o Conquistador. Vá, um ramo de flores e uma caixa de chocolates no Dia dos Namorados não implicam uma declaração de amor, I guess 🤔



Aquela fase da ingratidão em que já não querem o beijinho da mãe em público...

Bom, ainda não chegámos a esse ponto, porque quando assim for vou ao cartório notarial alterar os beneficiários do testamento mas, já me pediu para a deixar ir de manhã para a escola com os colegas do centro de estudos, ao invés de a deixar directamente na escola.

A isto se chama "estar a cagar-se borrifar-se para a mãe"...perdão, emancipação!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

E também tem mais vida social do que eu

A agenda para este mês está preenchida, pelo menos uma festa de anos para o mês que vem também já tem, um acampamento de uma semana em Abril, uns dias de férias com uns amigos (meus!) em Junho, um acampamento de uma semana em Agosto, antes disso já tem um Sunset apalavrado para Junho...não sei se fique deprimida, se fique com inveja ou se me reste render à evidência de que estou mesmo acabada. A vida de um simples pigmeu tem bem mais animação do que a minha! HUMPF!

Quando percebemos por coisas insignificantes que os valores que passamos aos (nossos) miúdos lá ficam

A minha filha coincide no mesmo local com uma filha do Calado, ex-jogador do Benfica. Pois que faz uma grande festa ao senhor sempre que o vê, uma vez que tem uma relação de "amizade" com a dita criança - esta mania dos miúdos acharem que as pessoas que aparecem na televisão são importantes.

Então hoje de manhã comentou-me assim:

"Mamã, honestidade acima de tudo. Ontem o Calado deu-me um "five" e eu disse-lhe que não sou do Benfica, mas que gosto muito dele!"

A base está lá, ela já percebeu que nesta vida o ponto de partida deve ser a honestidade. Por norma perdemos mais do que ganhamos, mas as mentiras e omissões não levam mesmo a lado nenhum.

Eheheh


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Eutanásia - Hoje tenho a certeza de que quero ter esse direito

É um tema polémico, alvo de muita discussão. Respeito quem seja contra, mas gostava muito de poder usufruir do direito de morrer com dignidade quando por questões clínicas já não houver hipótese para um fim de vida tranquilo, tenha eu que idade tiver. Coisa mais triste é vermos uma pessoa de quem gostamos, que nos seja próxima, a morrer lentamente. Não quero deixar essa imagem quando chegar a altura em que eu própria sinta que o meu trilho não tem saída.

Veremos em que vai dar esta discussão!

Quem é que aos 9 anos quer ler poemas de D. Dinis!?

.....ya, só podia ser ela pois está claro. Todos os dias há uma novidade mais sórdida do que a do dia anterior. Mas na verdade não me parece muito conveniente para a sua tenra idade a leitura de poesia trovadoresca. Para além de que não simpatizo com o tipo. Fez uma trupe de filhos bastardos e a Santa da Isabel é que tinha que os criar. Nem aos pobres podia dar pão. Bahhh!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Recordar, viver, matar saudades...whatever

Há precisamente 10 anos atrás, por esta altura comecei a curtir a gravidez com mais calma. Tinham passado os 3 primeiros meses, estava orgulhosamente no segundo trimestre e comecei a fazer as compras, a escolher os artigos de puericultura pesada, roupinhas, mandar bordar fraldas...tão giro. É tão bom preparar a chegada de um filho.

A escolha do ovo, carrinho e alcofa demorou para aí 2 meses, mas na altura o Trio Living da Chicco foi o mais lógico. Era um dos aconselhados pela DECO, cabia à risca na minha bagageira, tinha ar de ser confortável e de facto ainda está para durar. Esteve uns bons anos fora daqui, porque depois da Rita foram nascendo bebés das amigas e ele andou de casa em casa, a acumular memórias e aventuras. Mas hoje voltou, regressou a casa, e sinto um misto de muita coisa ao vê-lo. 10 anos depois de o ter escolhido, voltou para cá, noutro contexto e depois de tanta volta que a vida deu.

Saudades...tenho. Já caiu uma lagrimita mais teimosa. Houve dias em que me via aflita para carregar com tudo, mas se fosse hoje, se soubesse que ia ser assim, teria vivido tudo outra vez. A miúda é a minha obra-prima.

O ovo agora vai descansar, os bebés que tinham que nascer, já estão uns crescidos.

A isto se chamam saldos!


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Disse o Joaquin Phoenix no discurso da sua consagração

“Tenho sido um canalha toda a vida, fui egoísta. Fui cruel por vezes, difícil de trabalhar com, e estou grato por tantos de vocês nesta sala me terem dado uma segunda oportunidade.”

É de Homem. Dizia eu que estaria para nascer um homem que alguma vez na vida se assumisse como tal. Canalha, escroque, crápula...e este no dia da sua consagração fê-lo publicamente perante milhões de pessoas. Nem precisaria de chegar a tanto, acredito. Bastava tê-lo feito com honestidade a quantos magoou ao longo da vida. Assim sendo denota que atingiu um estágio acima da média. Se as pessoas por norma não o fazem perante as suas vítimas e quase anonimamente, para o fazer desta forma...são precisos...”tomatoes”.

Gostei de ouvir. Ganhou o meu respeito e admiração. É o caminho para ser de facto uma pessoa melhor.

Quando as conversas banais e os melhores amigos do mundo nos proporcionam coisas fantásticas

Conversa banal ao mesmo tempo que se tomava um café há uns tempos atrás foi dar à minha panca por relógios. E não sei bem como fomos lá ter, mas a verdade é que saímos da banalidade do relógio como um acessório que transportamos no nosso braço para ver as horas, para o meu sonho de miúda de ter um relógio de cuco a sério. Antigo, nada de réplicas, daquelas coisas que herdamos do bisavô rico. Era um sonho, algo que dificilmente aconteceria. Restava-me um dia numa viagem qualquer trazer uma réplica da Suíça ou da Alemanha. Não seria a mesma coisa, mas cada um faz a festa conforme pode.

E diz-me o meu amigo nesse dia:

“Pára tudo, mas é isso? Tu gostavas de ter um relógio de cuco a sério? Ficas feliz com isso!? Já me podias ter dito. Herdei um relógio de uma tia, o relógio tem para aí perto de 100 anos, e dou-to.”

Eu devo ter mudado de cor nesse dia, devo ter feito a mesma cara que fiz quando me vi à entrada da Disney, ou quando tive uma ou outra surpresa daquelas marcantes. Acho que não acreditei, ou talvez tenha equacionado que o relógio seria de cuco mas não do modelo que tinha na cabeça do meu imaginário infantil dos filmes da Heidi e da Pipi das Meias Altas.

Passou algum tempo, e hoje foi o dia em que o recebi e digo seguramente que é dos poucos dias que vou recordar para sempre com o dia em que um grande sonho se tornou realidade. Escusam de revirar os olhos, comentários que denotam falta de sensibilidade e de cultura do género “é só um relógio velho” e por aí. A verdade é que ganhei uma relíquia que vou estimar como se da minha família a tivesse herdado. E estou tão, mas tão grata.

Mas a surpresa não acabou aí. Ok, ele tinha-me dito que era antigo, mas não me tinha dito que era um Floresta Negra. Os Floresta Negra originais são assim a crème de la crème deste tipo de peça. Portanto já não bastava ser centenário, de cuco, ainda é um Floresta Negra. Grande prenda. Tenho pessoas na minha vida que realmente são qualquer coisa. Um Obrigada é muito pouco para agradecer esta dádiva. Estou mesmo babada.


Quando sem que nada o fizesse prever, parece que estamos no meio de uma aventura dos Goonies ou dos Cinco

Chego à cozinha ainda meio ensonada, sem óculos e o meu pé direito pisa qualquer coisa que honestamente me pareceu uma pepita da ração do gato. Fiquei irritada, já que ontem já a altas horas tinha andado a lavar o chão e pensei mesmo assim (venha de lá o PAN criticar):
"O estupor do Xá é mesmo porco!"

Fui fazer o que tinha a fazer e volto à cozinha já com as lentes de contacto postas, a visão ao seu mais alto nível e então deparo-mo com um carreiro de cereais a começar na cozinha e a terminar na entrada do quarto do meu pequeno monstro, como que a indicar o caminho para a caverna do Ali Babá.

Não sei se queria que o gato a acompanhasse nalguma expedição ou se se trata de algo ainda mais transcendental, mas comecei logo de manhã a vociferar com a falta de respeito demonstrada pela comida e pelo meu trabalho como empregada doméstica....bom, depois do choque inicial e de a ter instado a limpar a porcaria que fez, a verdade é que me deu vontade de rir.

Existem personagens muito estranhas naquela casa.

O não sempre presente, e o desafio é constante

Ontem fiz para o jantar Ravioli, recheados com espinafres e ricota. O primeiro comentário foi que não gostava.
Eu, por outro lado disse-lhe que estava no seu direito, mas era o que havia, portanto, teria que comer e não reclamar.

Passados 5 minutos, olha para mim, mostra-me um sorriso de orelha a orelha e diz:

"Afinal gosto, estava a brincar para ver o que tu dizias!"

E é isto. São testes diários à minha paciência e à minha capacidade para manter um ar sério apesar de tudo. Nunca uma criatura me tinha testado tanto os limites como esta que me escolheu para sua mãe.
...e o Keanu continua qualquer coisa ❤️

...e o Brad arrecadou a estatueta


É tão giro, que até dá vontade de lhe dar um “beijaço” de parabéns.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Questões dúbias associadas à ética

Andei a seguir durante esta semana a reportagem de que muitos falam. Uma mulher a lutar por poder engravidar do marido entretanto falecido. Era desejo de ambos, está escrita e assinada por ele esta manifestação de vontade, viveram um grande amor...mas a nossa Lei não o permite. O material genético está criopreservado...mas a viúva não pode fazer muito.

E fala-se de ética, a mesma ética que permite que uma mulher o faça com um dador anónimo que também já pode ter morrido. Em ambas as situações não nasce uma criança sem o pai biológico à sua cabeceira? Então e aqueles que são órfãos de pais vivos?

Há coisas que por mais que tentemos, nunca vamos conseguir perceber e aceitar.

I Will


Eu não digo que a veia artística dela me coloca à prova diariamente!?

Fim do dia de ontem, fui buscá-la, as usual, quando me vê fica tão maluca e alucinada como quando tinha 3 anos, faz os filmes dela com os colegas e com a professora, vinha na maior e eis que, quando uma colega se veio despedir disse-lhe:

"Olha o teu pescoço!"

Até aí estava tudo bem. Pois que se lembrou que lhe doía o pescoço desde manhã, começou a fazer um drama e quando estávamos a atravessar a rua diz-me assim:

"Mamã, vamos para o carro. Tenho que ir ao hospital!"

Logo eu que não sou nada susceptível de andar enfiada em hospitais, para lá pôr os pés é preciso estar quase às portas do colapso, e sai-me uma filha assim. O que vale é que ainda a consigo dominar e saiu-me o seguinte:

"Olha que o hospital nesta altura do ano está cheio de vírus e bactérias. Não deves sair de lá sem levar uma injecção. Tens mesmo a certeza que queres lá ir, ou uma massagem da mamã com uma pomada própria resolve o problema?"

Foi remédio santo. Na verdade a dor não passou mas aligeirou. Veremos qual será o drama para hoje.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Dá para dramas e comédias

Tem veia de actriz a miúda e nota-se desde que nasceu. Com dias de vida éramos capazes de a ter ao colo e ela parecia estar a dormir profundamente, com a respiração tranquila e tudo o mais. Bastava aproximarmo-nos do berço, ela abria apenas um olho e ficava a olhar com um ar tipo: "não te atrevas a deitar-me, porque eu vou berrar".

Era recorrente. Até ao dia em que eu decidi ser mais teimosa e deitei-a mesmo, ela berrou até se cansar, e aí percebeu quem é que mandava na capoeira. Mas tinha pouco mais que 50 centímetros. Agora já começa a dar mais luta e, se há uns anos atrás a malta jovem tinha algum medo dos pais, hoje em dia, provocam....e ainda se riem.

Ora bem, ontem fui buscá-la e ela, decidiu fazer número. Chegou ao pé de mim com cara de caso e triste. Parecia aqueles cães Basset Hound. E eu, comecei logo a gelar e a petrificar, porque ainda agora começou a escola e já me estava a ver com outro recado na caderneta. E insisto, e ela a ficar ainda mais enfiada, a definhar, a colocar a cabeça para dentro dos ombros. Foi o número completo e eu, a tentar não espantar a caça, lá lhe disse para me contar o que se tinha passado, o que tinha feito, porque é que a professora se tinha zangado. Fez mais um pouco de suspense e quando me vê já com uma cara de desilusão indisfarsável, dá um salto, ri à gargalhada e diz:

"Eu portei-me beeeeemmmmm, estava só a brincar contigo mamã! AHAHAHAHAHAHAH. Enganei-te!"

Perante isto, não consegui manter a presença de espírito nem tão pouco a consistência. Perdi-me de riso. Com a minha filha, não há mesmo condições.

Cheira-me a burla

Portanto numa semana clonam-me o cartão de crédito. Hoje recebi duas tentativas de contacto de dois números distintos provenientes do....Haiti. Se me quiserem propor uma joint venture mais ou menos ortodoxa na Patagónia, no Alaska, na Nova Zelândia...ainda era capaz de aceitar. O Haiti por acaso não me seduz, portanto vamos lá a deixar-nos de tretas.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Acabou-se o love mood

É que hoje de manhã já me indispôs porque embirrou que não queria levar as calças que lhe separei. Giras que dói, azuis escuras da Massimo Dutti, pois que embirrou que queria levar umas leggings quase que de trazer por casa da Kiabi que em situações normais só deveria usar nos dias em que tem educação física.

E chorou, e esperneou e enervou-me e reclamou que não gosta de calças de ganga, eu disse que as calças não são de ganga, percebi que para ela azul = ganga, desmistifiquei o conceito, quase que deitei fumo pelas orelhas, apeteceu-me devolvê-la outra vez, mas lá está...o período experimental já passou...enfim, só me passou a fúria à entrada da escola, quando lhe dei o beijinho de despedida naquela bochecha gorda e deliciosa.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Sai-me do corpo, mas é tão bom ser mãe desta miúda

Depois de meia dúzia de dias de férias, daquelas em que se liga o laptop na mesma e se faz uma série de coisas mas em modo mais zen, o regresso ao escritório foi agitado como é hábito. Calls para aqui, calls para acolá, sair a correr para ir à reunião de pais da miúda, chegar meia hora atrasada, mas ter tempo para falar com a professora e saber das últimas peripécias. Tenho um piolho eléctrico em modo miúda, com mau génio, mimada, mas muito interessada pelo saber. Depois de fazer disparates e cair nela, pede desculpa à professora. Continua com os seus tiques de líder, mas agora está ao lado de outro com a mesma mania....portanto, que se entendam os dois.

Por fim, sair de coração cheio com um aproveitamento exemplar, daqueles em que olhamos e pensamos que não há praticamente fasquia para subir. Segue os meus ensinamentos. Digo-lhe tanto “não queiras ser melhor do que os outros, mas supera-te a ti própria a cada dia”. E ela tem-no feito e eu... bom, eu incho de orgulho.

A seguir a maratona da natação, piscinas para ela e kms para mim, e agora, embora já lhe tenha dado banho, jantar e afins, ainda não o fiz comigo própria. Mãe que é mãe, deixa-se ficar para o fim, e é assim que tem de ser.

Quando não se percebe nada de futebol americano

Mas vibra-se à mesma com o Super Bowl. Eu sou dessas.
A Shakira arrasa!

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Apaixonei-me por relógios quando ainda nem os sabia ler

E à parte das outras paixões todas elas mais passageiras, esta acompanhar-me-á sempre. Gosto de todos os que tenho, e cada um tem uma estória, alguns acompanharam-me em momentos menos bons, outros já foram comigo em muitas aventuras, um até já pregou um susto valente a um dos meus ídolos, que nos fez dar um salto quase que até à Lua...enfim...e dependendo do tempo que tenho, muitas peripécias ainda terão para acompanhar.

...e são todos bonitos, mais ou menos fashion, que se podem ver em mais ou menos pulsos por aí...mas este é de facto dos mais curiosos.


Não se aprende nada com esta juventude dos anos 20

Está há uma semana de férias escolares e acaba de me perguntar o seguinte:

“Mãe, quando é que tenho as próximas férias?”

É sempre curioso

Sabermos que o nosso cartão de crédito foi clonado. Seus marotos...estavam a ver se me sacavam algum....! Aiaiai.

Estou sempre bem acompanhada



sábado, 1 de fevereiro de 2020

Gente que não percebe nada de Geografia

...”Mamã, eu não quero ir à China agora, está bem?”

Esta deve pensar que ir à China é o mesmo que ir ali a Alcochete!

Hoje

Aliás, ontem alguém constatou um facto e partilhou-o comigo:
“Ah, estás mais magra. Nota-se, até aqui nas pernas, estão mais magrinhas!”

Eu não faço as coisas por menos e até fiquei com vontade de não comer chocolate. Que redundância meu Deus. Não vai durar muito, mas fiquei!