segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bebé Sequiosa de Mummy

Bem, digamos que o fim de semana transacto foi, no mínimo, preenchido de mimos para a Bébécas Tinkerbell e de pouco descanso aqui para a Mãe.

A minha insónia de sexta para sábado foi rainha, e a Bébécas, como que percebendo a minha "agitação", ficou completamente possuída e sedenta da minha atenção.

No sábado chorava a plenos pulmões quando me perdia de vista e sorria com aquele seu ar maroto quando a abraçava suavemente contra o meu peito. É tão bom...

Depois descobriu as maravilhas de me morder o queixo, e magoou-me a sério...é que a Tinkerbell quando ferra, não larga. Mas...é tão bom...

Na noite de sábado para domingo mais necessidade de mimos e eu já não sabia o que fazer à minha vida, é que insónia nem vê-la e o corpo estava mesmo a pedir-me um sono descansado e a pequena não deixou. É tão bom na mesma.

E na noite passada, o mesmo. Ela despertou às 2 da manhã, ela despertou às 4...e eu em vez de contar carneiros já cantava a música das Doce. Mas, o que é que querem que diga....é tão bom? Sentir a nossa proximidade, saber que aquele ser tão perfeito saiu de dentro do meu corpo, conhecer-lhe cada choro, cada careta, cada sorriso.

...enfim, as noites sem dormir fazem parte do presente :)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

E assim se renasce

Ele diz: "Amo-te"
...corrige: "Amo-vos"
Ela diz: "Saudade"

Sorriem...e amam-se, de facto.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Que grandes estão as pequenas mãos!


Com uma aparência destas...


...podia ser um Santo, a beleza não é tudo e tal...mas esta criatura é de facto terrível.
Lembro-me de ser pequena e da minha avó já na altura dizer que este homem era mau, sem eu na altura perceber o alcance das suas palavras; por essa idade o expoente máximo do vilão para mim seria o Lobo Mau.

Com o avançar da minha idade e o interesse pelas dinâmicas políticas a aumentar, comecei a aperceber-me que o mal tem de facto muitas faces, e perdoem-me a franqueza, mas ditadores como este são difíceis de granjear simpatia por esse mundo fora.

Uma coisa é certa porém - agora que nos aproximamos do Entrudo, a máscara é perfeita, e nem necessita de recurso a efeitos especiais. Pior é quase impossível.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ganhei o dia!


Hoje foi dia de levantar ainda mais cedo do que o habitual, tratar da Bébécas Tinkerbell, tratar de mim, fazer festas no Xá, deixar a casa a arejar, trazer as tralhas para baixo, "arrastar-me" escada abaixo com tudo e a Bébécas às costas, a gripe a fazer-me novamente companhia (neste Inverno já não têm conta as visitas do Influenza)...enfim, ainda o dia mal tinha começado e eu já cansadíssima.

Mas continua....

Deixar a Bébécas, rumar até Lisboa, fazer o que tinha a fazer, ir trabalhar...e que dia de trabalho que foi, almoço e gripe completamente incompatíveis, a fraqueza a tomar conta de mim...

...mas ainda antes de almoço, liguei para a pequena Tinkerbell para saber como estava, como faço sempre...telemóvel em alta voz...ela ouve a voz da Mamã...e foi indescritível a sensação que me invadiu. A felicidade por me ouvir que ela transmitiu com aqueles gritinhos que só ela sabe fazer encheu-me de boas emoções.
Quando nos conhecemos, nos primeiros segundos da sua vida extra-uterina, olhou para mim, focou-me e senti que me "conheceu" - era eu o ninho dela.
Nos primeiros meses é o auto-conhecimento e o conhecimento de tudo o que nos rodeia e agora começa a fase da gestão e da verbalização das emoções.

E é tão bom quando chego para a ir buscar olhar para aquela cara cada vez mais linda, com as feições cada vez mais definidas e os dois dentinhos marotos a espreitar, e vê-la a crescer para mim, a rir à gargalhada...à espera do meu beijo, do meu mimo e do meu colo.

É de facto maravilhoso ser a mãe dela.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Kurt - 44 anos...faz falta o som...

Ainda parece que foi ontem que, já estava eu a dormir quando a minha mãe me foi acordar e disse que tinha morrido um músico de que eu gostava...mas sinceramente àquela hora nem percebi quem era.
Virei-me para o outro lado e dormi o sono dos justos.

No dia seguinte à chegada ao liceu o veredicto, a notícia do dia era o suicídio do Kurt Cobain.

Se fosse vivo teria feito ontem 44 anos, mas "quis" o destino que nos deixasse no auge da juventude, tal como Jim Morrison, Janis Joplin....

É muito expressiva



A minha princesa é demais; eu sei que me repito, mas a realidade é que a adoro. Gosto de tudo nela, até do feitio a tender para o "soviético"; é torcida como só ela. Tem personalidade e quero acima de tudo educá-la de forma a ser uma pessoa honesta, leal e verdadeira, porque para mentiras e desonestidades já nos basta o que nos aconteceu e que infelizmente nos vai "acompanhar" para o resto da vida.

Mas voltando ao que é importante, ou seja, eu e Ela dou comigo a rir só de admirar as caretas que faz e que sabe serem engraçadas, as poses, as risadas, o arregalar do olho e ar de Popeye sempre que não quer comer mais. É uma criança de muito alimento; costumo dizer em tom de brincadeira que daqui a nada tenho que arranjar 2 part-times só para a alimentar, mas também quando não quer mais, não quer e pronto!

Eu não insisto; aliás, mesmo quando acho que o apetite não está em alta, tão pouco insisto. Quando a bébé não quer, não se insiste, mais vale digerir o que conseguiu comer, do que vomitar a totalidade e ficar aí sim, mal alimentada - de qualquer modo é raro sentir-lhe falta de apetite.

Mas a cara que ela faz quando não quer mais, é de facto de ir às lágrimas, just like him, Popeye the sailor man.

PS: Sem cachimbo como é evidente;-)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Poetas Andaluces

Há anos que não ouvia esta música que é uma ode aos poetas; fenomenal.
É bom termos pessoas que, para além de fazerem parte da nossa vida nos fazem relembrar coisas tão bonitas.

Muito a propósito...




"Life's a journey, not a destination..."

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O quartinho da Tinkerbell

Ontem à noite a minha princesa trocou-me as voltas e não adormeceu na hora habitual.

Resumindo, brincámos, rimos, dissemos "bábábá", "mamama", conversámos na linguagem Bébécas, eis se não quando me lembrei...e se fossemos começar a escolher os móveis para o quarto dela?

Sim, porque isto de andarmos a partilhar quarto não vai durar uma vida inteira, os brinquedos já são muitos para arrumar, os livrinhos herdados da mamã, portanto, está a chegar a altura de deitarmos mãos à obra e terminar a decoração do quarto da princesa.

Camas não faltam, pois a seguir à caminha de grades, já tem a cama de "gente grande" e o roupeiro também. Faltam as estantes, prateleiras, tudo digno do Ser especial que ela é.

Entre catálogos e folhetos, com coisas lindas e coloridas e eu a tirar medidas e a magicar onde iria colocar o quê, ela olhava para mim e participava nas escolhas, como que percebendo que era o mundo dela própria que estavamos a idealizar.

E a minha paixão por ela continua a crescer, de dia para dia.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O sono da Bébécas

Bébé que se preze, pelo menos nos seus primeiros meses de vida, passa a maior parte do dia...a dormir. O restante tempo é passado entre mudas de fraldas, banho e leitinho.

Quando começam a interagir e a fazer as suas gracinhas, os soninhos tornam-se por um lado mais intercalados, mas também mais "pesados", pois a canseira da brincadeira "não mata, mas mói"...e vê-la a dormir o sono dos justos é enternecedor.

Uma das coisas que aprendi no curso de preparação para o parto foi a importante questão das "margens". Quando nascem, os bebés estão habituados ao seu espaço diminuto no ventre materno, sendo que os pontapés que sentimos são exactamente a sua procura pelo seu espaço e a tentativa de perceberem até onde vai o seu território.

Quando nascem, as novidades são muitas e passam a ter muito mais espaço livre, o que lhes deve causar muito conforto, mas ao mesmo tempo muita curiosidade. Por isso ensinaram-me que é importante no início fazer a cama da Bébécas à espanhola, com uma margem definida por mim, para que possa explorar apenas até certo ponto a fim de evitarmos riscos de asfixias e outros acidentes da mesma linha.

Nos seus primeiros meses de vida dormiu num bercinho adaptado ao seu tamanho, algumas vezes na alcofa e no dia 1 de Janeiro, para seguirmos a máxima do "Ano novo, Vida nova" fizemos a mudança para a caminha de grades, enorme, com o móbile luminoso e tudo o de mais bonito a que tem direito e, incrivelmente lá andou ela a explorar a nova mobília.
Pois que, tal como aconteceu no berço e na alcofa, a Bébécas adormece invariavelmente com a cabeça encaixada num dos vértices superiores, totalmente aninhada a lembrar ainda a posição fetal.

Decorridos 7 meses e alguns dias, desde que deixou o habitáculo materno, continua a conservar estes gestos que jamais esquecerei.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Terminologia geracional

Parece que foi ontem, que não passaram tantos anos assim, mas já lá vão para aí uns 15/16 anos, desde que o jornalista Vicente Jorge Silva, num editorial do Público que ainda tenho, caracterizava a minha geração como a "geração rasca".

Na altura estávamos no auge da adolescência com imensos sonhos e ambições, hoje somos trintões com as ideias aparentemente no lugar (ou não), a vivermos as consequências daquilo que plantámos quando éramos rascas.

Não querendo atacar nem defender, o facto é que a tendência tem vindo a piorar; se éramos irreverentes, as gerações seguintes são-no em maior escala.

Naquela altura tinhamos respeito pelos professores e medo até que se fossem queixar aos nossos pais de algum mau comportamento;agora bate-se nos professores a propósito de um telemóvel.

Não se podia mascar pastilha elástica, ou não se mascava ou, no caso dos mais rebeldes, mascava-se disfarçadamente; agora perante um reparo de um professor ao facto de se estar a atender uma chamada telefónica na sala de aula, manda-se o mesmo para o "car*+#&" e à saída faz-se-lhe uma espera e chega-se a vias de facto.

O nosso maior medo era que os pais soubessem que tinhamos faltas injustificadas e que o belo do postal amarelo fosse enviado para casa; hoje é chique fazer o que apetece, ou, não sendo chique, é um comportamento digno de "respeito" pelos outros. A rebeldia e a falta de educação passam a constituir um posto.

Ainda conseguimos algumas conquistas, as nossas greves ainda acabaram com a palhaçada que foi a PGA, livrámo-nos de pagar propinas nos anos lectivos 1995-1996 e 1996-1997; houve excessos? Houve, é certo. O nosso colega que decidiu mostrar o rabiosque no meio de uma manifestação em que diziamos que não pagávamos...excedeu-se, mas hoje em dia assistimos a falhas bem piores.

E o que vejo é que apesar de tudo, nós, a Geração Rasca, conseguimos alcançar muitos dos nossos objectivos, concluímos a nossa formação académica, terminámos os nossos cursos numa época em que o desemprego não era tão real como actualmente, não era tão difícil arranjar o primeiro emprego, e mais cedo ou mais tarde conseguiamos encontrar algo compatível com os anos que andámos literalmente a "queimar pestanas".

Actualmente temos a "geração à rasca", temos licenciados brilhantes com percursos académicos brilhantes, a verem todas as portas fecharem-se nas suas faces e a terem como alternativa um qualquer call center do país e mesmo assim, já estão com sorte.
Se não for o call center têm a pizzaria, ou a caixa do supermercado ou então, a procura de alternativas no estrangeiro.

É preocupante esta passagem do "rasca" para o "à rasca" e consequentemente para o "extremamente muito à rasca".
E dou comigo a pensar...a que futura geração pertencerão os nossos filhos.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Profissão de Futuro no Médio-Oriente


Numa época em que o desemprego é uma realidade à escala global, eis que pelo menos uma profissão não tem os dias contados e procuram-se profissionais qualificados para fazer face às consequências da Intifada - calceteiros procuram-se!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Insónia forçada

A semana passada foi extenuante, andei a correr "Ceca e Meca" porque fazia falta isto e aquilo e ainda mais aquilo e aqueloutro.

Diz-se que Mãe sofre, mas o que é um facto, é que é sempre por uma causa maior.

Cheguei à passada sexta-feira completamente exausta, morta de cansaço e a precisar de recarregar a bateria. E recarreguei, descansei, dormi, contemplei, amei...enfim...

Mas não é que a minha pequena Tinkerbell se lembrou hoje às 3 da madrugada que era uma boa hora para acordar? Com mil trovões, mas será que já seria útil comprar-lhe um relógio, que com o seu tic-tac, tic-tac, lhe controlasse os ímpetos madrugadores?

Eu tentei de tudo; comecei com uns leves pchsssss, óó, a bébé faz óó - não resultou!
Depois fui buscá-la à caminha e tentei embalá-la - piorou!
Após duas tentativas falhadas, deitei-a ao meu lado, com a cabecinha junto ao meu peito e a falar baixinho - ainda mais irritada ficou e começou a "vociferar" ao seu modo estridente que por momentos pensei que teria a vizinhança não tardaria nada, a bater-me à porta.

Desisti de a tentar devolver ao sono e desisti eu própria de o fazer. Não havia condições.

Resumindo, puxou-me os cabelos, tentou arrancar-me os olhos, mordeu-me numa das fontes do seu alimento (já devem estar a imaginar onde)...e ria, ria, ria. E eu, a tentar manter um ar sério lá dizia, "ai ai ai que eu não me estou a rir", mas o que é facto é que estava.

E estou aqui exausta, com vontade de dormir uma bela sesta, mas com um sorriso tonto nos lábios, a transbordar de orgulho pela filha linda que tenho.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Bom som; vale a pena recordar

Activo VS Passivo - uma breve reflexão

É impressionante a imensidão de tempo que ocorre entre recebermos o próximo salário e a escassez do mesmo conceito no que toca a ter que pagar as contas.

Porque será?

PS: Volte Sr. Karl Marx, está perdoado, explique-nos lá porquê!

Palavras para quê!?

Beanito, Augusta, eu e tu - Opinião - DN

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fez hoje 1 ano

que o médico confirmou o que já desconfiava desde os 3 meses de gravidez. É menina!!! E em vez de um Santiago, tenho cá a minha maravilhosa Bébécas Tinkerbell linda e desejadíssima.

Passou tão pouco tempo, mas também uma eternidade...parece que foi há séculos e que ela fez sempre parte da minha vida.

Para comemorar, deitámos mãos à obra e fomos as duas para a cozinha fazer bolos. O primeiro bolo da Tinkerbell mais linda do mundo, muito compenetrada a olhar para mim e para a batedeira. Portou-se muito bem e participou com toda a sua simpatia e graciosidade na confecção das delícias.

Um deles para oferecermos a uma pessoa muito especial, e o outro está cá para quem quiser lanchar - com muito carinho de mãe e filha.

Experiências de Vida

Já dizia a minha avó (pessoa por quem nutro e sempre nutrirei o mais profundo dos amores e dos respeitos) que nem fazemos nós ideia das "desgraças" que pairam em cada casa, em cada lugar; e é bem certo.

Muitas vezes estamos abosrvidos a pensar nas nossas vidas, nos nossos sucessos e nos nossos problemas e nem nos apercebemos do que se passa à nossa volta. Damos muitas vezes connosco a pensar que nos aconteceram as piores experiências do mundo e, ao nosso lado, há quem tenha passado exactamente pelo mesmo, ou pior ainda.

Sei neste momento de uma pessoa que está a ser exposta a uma situação com bastantes semelhanças aos episódios que ocorreram comigo. Embora a situação em questão ainda se encontre num estágio distinto, digamos que caminha a passos largos para o desfecho "trágico" ou a seu tempo "benéfico" - o futuro o dirá.

E lembro-me de, numa conversa com quem sabe bem mais destes temas do que um leigo ou ignorante, me terem chamado à atenção para os sinais de alerta, que estão sempre lá, mas que nós, por qualquer motivo não os queremos ver:

- Nunca permitirmos que alguém viva às nossas custas, à nossa sombra, à sombra daquilo que temos (seja esse alguém um homem, ou uma mulher). Já lá vai o tempo em que a mulher era a típica dona de casa, que cuidava do marido e dos filhos e o patriarca levava para casa os tostões para sustentar a família, mas também uma mulher a sustentar um homem, é que não. É muito feio, surreal até.

- Na actualidade é perfeitamente normal que no seio de um casal a mulher até detenha mais poder económico do que o homem, mas não pode ser por isso que o homem se "encosta" e se torna num parasita da sociedade; ainda mais grave nos casos em que para os vícios vão havendo posses e para o que é realmente importante, a outra parte que se chegue à frente

- Uniões entre pessoas com capitais culturais/académicos muitos dispares serão mais cedo ou mais tarde - um fracasso, sobretudo se, uma vez mais, for a mulher a detentora de uma formação superior e o homem não. Imagine-se um casal em que o homem tem por exemplo o 9º ano de escolaridade e a mulher um mestrado concluído, ou uma licenciatura. O indivíduo sente-se incomodado com o sucesso da mulher, o indivíduo inveja tudo aquilo que a mulher consegue alcançar, acima de tudo por saber usar o cérebro e por ter força de vontade e muita perseverança.
Também ocorre o contrário, é certo, mas em muito menor escala, pois por norma a mulher não inveja o seu companheiro, tem sim, orgulho nele e nos seus sucessos.

- Quando confrontamos um indivíduo com uma verdade, que nós sabemos que é verdade, daquelas verdades irrefutáveis e que o mesmo, olhando para o chão nega, nega, nega e volta a negar...temos que convir que mais cedo ou mais tarde, se é que ainda não mostrou, o "leão vai mostrar a sua raça" e o seu carácter...melhor dizendo, a falta dele.

E o que é mais engraçado, é que nestes casos, os sinais de alarme estiveram sempre ligados, em ponto intermitente, desde o início, e quando tal facto ocorre, há que tomar muita atenção.

Se ao primeiro sinal de alerta reagirmos activamente, a sucessão de acontecimentos pode ter outro rumo, muito mais benéfico para quem é inocente.

E tudo levou o "W8Media"......

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Filmes Clássicos

A par com o Citizen Kane, o filme Vontade Indómita foi e é um maravilhoso legado da sétima arte.

Apetece-me vê-los de novo; filmes pesados mas com grande consistência, com sumo.

PS: Amor, não te esqueças da nossa teima - "Rosebud" era a inscrição que estava no trenó.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

...e não nos deixeis cair em tentação

Mas livrai-nos do Mal.

SHALOM

Concumitâncias da Morte

Ultimamente dou comigo a pensar na morte mais do que deveria. Não só a pensar, como a analisá-la nas suas vertentes, como a recordar quem vai partindo, os comos e os porquês.

Talvez me engane e só mais tarde possa dar a mão à palmatória, mas sinto que vou morrer cedo, mais cedo do que seria desejável...ou não.

Há que entender a vida como uma espécie de missão e se assim for, quando partimos, decerto que a nossa missão estará cumprida.

Mas penso em quem poderei deixar, penso acima de tudo na minha filha, o meu tesouro, a luz dos meus olhos, a minha flor. Penso que tenho que aproveitar ao máximo todos os momentos que ela me proporciona, penso que tenho acima de tudo que lhe proporcionar o máximo dos máximos, o melhor do mundo e penso acima de tudo que sendo ela a prova viva de que eu existi e que jamais a abandonei, o meu maior legado será a lembrança, nela, de que a minha demanda é ser a melhor mãe do mundo, viver em função dela, dar-lhe o que eu própria não tive, não a trair e jamais a "deixar", nem no dia da minha morte.

E aí, sindo saudades dos tempos em que ela era então nascitura, recordo já com saudade os primeiros momentos que tive com ela, recordo todos os dias que vão sendo consecutivamente subtraídos à nossa existência enquanto companheiras de viagem.

Enfim, hoje está a ser um dia de clara reflexão...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Não tão enigmático assim...

Em fase de Lua Nova viu-se um Eclipse.

Odores nauseabundos que originaram desinfecção facial.

Repulsa, nojo e asco ao seu mais alto nível.

...e o desfecho na Luz que poderia ter sido bem melhor, mas também bem pior.

Quanto ao resto, já cantam dois!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

04-07-2010 (15:48h)

Senti o corpo dela pela primeira vez sobre o meu peito, senti o seu toque e o seu cheiro há precisamente 7 meses.

Inesquecível!

Incongruências na Igreja

Anda a ser difundida pelos orgãos de comunicação social a notícia de que, embora o Papa Bento XVI seja oficialmente dador de orgãos desde há alguns anos, o facto de ser actualmente Sumo Pontífice deita por terra esta sua vontade.

Segundo o próprio o facto de se ser dador de orgãos é um "acto de amor" - e é. Chamemos-lhe amor, respeito ao próximo, espírito de dádiva, enfim, mas que é um gesto muito nobre é.
Não podemos condenar quem opta por não o fazer; temos o nosso livre arbítrio, as nossas convicções e cada qual é como cada um, mas é de louvar as pessoas que o fazem, sem qualquer dúvida.

Termos a capacidade de dar vida ou prolongá-la faz com que a nossa simples existência tenha feito sentido e não tenha sido em vão.

Agora o que me irrita, e voltando à problemática de Sua Eminência Reverendíssima o Papa Bento XVI, é que se o próprio tem essa vontade, virem as Sumidades da Igreja Católica dizer que não, porque aquando da sua morte, o corpo de um Papa pertence à Igreja e terá que ser sepultado intacto.

Mas que raio de Igreja é esta que vem a público com uma explicação tão pouco humana?? Sem que a temática o permita, apetece-me ironizar um pouco - e se o senhor em causa já não tem hipoteticamente apêndice? E os dentes, serão todos os de origem?

Caramba, se a entidade máxima da igreja católica quer doar os seus orgãos e demonstrar o seu altruísmo, é humano como todos nós, porque não deixá-lo dar o exemplo? Será pecaminoso?

Então e se o próprio desenvolver entretanto uma patologia que necessite de um transplante...também não o farão? Aí também terá sua santidade que ser exposta ao sofrimento, não lhe poderá ser prolongada a vida com alguma qualidade, porque quanto morrer tem que ir "comme il faut"?

Fica a reflexão!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Gosta de música pirosa

Ando a tentar incutir-lhe desde a vida intra-uterina uma cultura musical diversificada e com qualidade e, de facto, ela gosta das sonoridades.

Mas, do que ela gosta mesmo, pára o que está a fazer e movimenta a cabeça no sentido de onde provém o som....é da música do Pingo Doce:(

89M

Já "só" faltam 89 :)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mecenato

Nos dias que correm e face à crise económica com que nos deparamos actualmente, creio que nem os auto denominados ricos escapam ao flagelo.

Inflação, aumento dos preços dos combustíveis, perda de apoios sociais, aumento das taxas de juro, euribor e afins...ninguém diga que está bem.

Mas deve ser nestes momentos que temos também que nos lembrar de quem mais precisa, de quem pode transformar um "pequeno nada" em muito.

Não atravessamos uma fase fácil, mas partilharmos um pouco de nós, um pouco daquilo que temos, deveria ser uma das nossas demandas de vida...e por vezes estamos tão distraídos que nem disso nos lembramos. Pura e simplesmente não nos ocorre, temos a cabeça e a mioleira possuídas por outras causas, mais ou menos nobres.

Tenho uma visão muito própria do que é ajudar o próximo, ajudar quem precisa e não é necessário enaltecer o que faço, fiz ou penso fazer...os justos beneficiários sabem-no e sentem-no e isso basta para me fazer um pouco feliz, que um pequeno esforço, apenas possível porque tenho um bom emprego e acima de tudo, uma boa cabeça que me faz descer à terra e escalonar prioridades; com jeitinho daqui e poupança dali e sobretudo muito boa vontade, lá se consegue fazer algo de útil pelo próximo.

E porque estamos quase a entregar a nossa declaração de IRS referente aos rendimentos de 2010, porque não preencher a quadricula da doação de uma parte dos nossos impostos a uma das tantas instituições que de tantos apoios necessitam?
Não nos custa absolutamente nada e poderá ajudar a trazer um brilho ao fundo do túnel a alguém que esteja por aí...