quarta-feira, 3 de junho de 2020

Comentários de quem não tem em que pensar

"Mamã, os desenhos animados são irritantes. Estão sempre com a mesma roupa!"

segunda-feira, 1 de junho de 2020

A minha criança hoje foi...criança

A professora deu uma folga nos trabalhos de casa, jogou, viu televisão, brincou, recebeu presentes...e fez birras. Sim, no plural, várias. A pouco mais de um mês de fazer 10 anos, será que as birras vieram mesmo para ficar!?

domingo, 31 de maio de 2020

...e a minha filha está impossível...

sexta-feira, 29 de maio de 2020

O fim de uma longa semana

Que ficará para sempre gravada no meu coração. A última despedida, a última vez que o vi, a sensação de que foi feito o que devia e que ele já não tem dores, já não sofre, e repousa onde também pertence...junto da minha avó. Não falávamos todos os dias, nem nada que se pareça, mas tínhamos notícias um do outro todos os dias, e assim foi durante anos. As saudades tendem a aumentar, mas quero acima de tudo preservar as melhores memórias, como se ele aqui estivesse. A vida é um sopro e em vez de um adeus, será um até já.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Perdêmo-lo...até sempre meu mais que Pai, meu amigo....

Ainda parecemos estar dentro de uma bolha em que não conseguimos distinguir muito bem a realidade do pesadelo. Estávamos a perdê-lo, é certo, mas a verdade é que foi um fim vertiginoso e achamos sempre que em pleno século XXI a medicina já avançou tanto, que talvez se opere um milagre. Puro egoísmo talvez, porque se sofre demasiado. Os últimos meses, sobretudo após o susto de Fevereiro passado foram pautados por avanços e recuos, esperança e angústia. Mas os últimos 25 dias de vida foram muito complexos, ainda mais tendo em conta que não o pudemos ver durante dias e dias e ironicamente quando mo permitem, já ele está a repousar no sono de que jamais despertará. Foi duro, muito duro. Foi duro porque tudo o que lhe transmiti ao longo da vida não foi suficiente para demonstrar o meu amor de “filha”, a minha gratidão por me ter tratado sempre tão bem, por nunca me ter falhado, e por ter sido o melhor avô do mundo para a minha filha. Gostávamos muito um do outro e isso sei que jamais terá fim. Memórias boas tenho imensas, lembranças, recordações...nada disso termina com a sua morte e faço questão de o manter vivo para a Rita, para que ela nunca se esqueça que teve um avô que era louco por ela. Nós, vamos ter que continuar a viver sabendo que já não está entre nós, já não tenho a quem ligar no Dia do Pai, já não tenho quem brinque comigo como só ele sabia...mas é e será sempre das pessoas mais importantes da minha vida. Até sempre Zé.


domingo, 24 de maio de 2020

Venham lá falar mal da linha de Sintra

Hoje, preparava-me para sair de casa e eis que dou pela falta da minha carteira, aquela que tem lá a minha vida e arredores dentro. Primeiro mantive a calma aparente e procurei-a, mas depois rendi-me à evidência de que ela não estava em casa e tive que dominar um acesso histérico.

Eu não sou de perder coisas, mas quando apanho sustos é em grande. Fui ao carro, chego lá perto e ele intacto, sem vidros partidos e a carteira....bom, essa estava tranquila em cima do banco do “pendura”.

Done