terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Já fui vítima de uma situação semelhante, não ter sido recrutada para uma dada função, porque se preferia um homem

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/analia-torres-tanto-homens-como-mulheres-no-recrutamento-para-um-posto-de-trabalho-preferem-os-homens-313249?fbclid=IwAR1W4FQfEOcWw08F4_uW8UhkLstOyksZQqS-ELlU8DPLGkh9MMMnr27MXL4#.XFrEOLbcZMS.facebook

Está excelente esta entrevista à Profª Anália Torres; é engraçado que não consigo deixar de tratar os que foram meus professores desta forma. O caminho a percorrer ainda se adivinha longo e o mudar o chip é de facto necessário. Estamos em pleno Séc. XXI. Não equacionar a diversidade, para além de mesquinho, parece-me completamente desadequado, sobretudo em funções meramente intelectuais. Em funções em que impere a força física já tenho uma visão um pouco diferente, mas, caso a mulher seja de facto apta, não vejo por que lhe deva ser negada também  a possibilidade do exercício dessa função.

Para quem tem filhos pequenos, creio que o caminho começa aí. Educar para a diversidade, seja ela de que parâmetro for. Começo a ficar saturada de pensamentos redutores e mesquinhos. Em certos aspectos existem de facto mentalidades que não evoluem.

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