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Quando nos dizem que somos bonitos por dentro e por fora

Nunca fui das pessoas com uma autoestima por aí além. Para dizer a verdade, acho que nunca tive essa característica. Há quem diga que tenho uma imagem distorcida de mim própria, mas sempre me vi como dos patinhos mais feios do bando, muito embora, dos mais inteligentes.

Se há coisa que sempre me irritou é a estupidez humana que, ao contrário da inteligência, não tem de facto limites.

Mas ao longo da minha vida procurei sempre ser uma pessoa melhor todos os dias. Há sempre defeitos e peculiaridades a corrigir e sem dúvida que esse é o caminho para sermos melhores. Por isso confesso que me sinto feliz por existirem pessoas que têm a capacidade de ver o meu interior, pois na verdade a beleza exterior é um conceito altamente subjectivo e pouco universal. Sim, continuo a ter a capacidade de largar tudo para dar conforto a quem mais precisa e nunca esperei receber nada em troca, a não ser carinho e quero continuar nesta minha demanda de vida. 

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"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes