quarta-feira, 13 de março de 2019

O que muda na nossa indumentária e aspecto com o crescimento dos filhos

Há uns anos atrás eram capazes de me ver com restos de sopa no cabelo, era capaz de emanar um aroma a baba ou leite azedo, uma nódoazita ou outra na roupa, resultado de uma mistura química e orgânica de ranho, baba, vomitado, etc. E eu muitas das vezes nem dava conta das figurinhas que andava a fazer.

Mas os tempos são de mudança e agora não são raras as vezes em que ando brilhante, cheia de purpurinas, em que descubro meias anti-derrapantes tamanho 34 dentro da mala do meu computador, colheres de plástico, bonecas minúsculas no meu porta-moedas e a parte traseira do meu carro deixou de ser um local tranquilo, para passar a ser um antro de porcaria.

A verdade é que gosto disto, mas penso que daqui a uns escassos 10 anos, já nem a parte da frente do carro irá obedecer aos meus desígnios e, acima de tudo, à minha vontade.

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