Avançar para o conteúdo principal

Acerca do que me fez sorrir hoje

Tenho um amigo que conheço há mais de uma década e de quem gosto bastante. Lembro-me de passarmos serões na conversa, a rirmos que nem uns perdidos, a devorar gelados no extinto Piazza, a encontrarmo-nos nos tempos aureos do BBC.

A vida dá voltas, e embora estejamos perto geograficamente, há anos que não nos vemos, passam-se meses e meses que não falamos, mas o carinho está sempre lá.

Hoje, do nada, recebo uma mensagem, simples, mas que me disse tanto:

"Um dia muito Feliz minha querida!"

Amei, fez-me sorrir. Os afectos são isto mesmo. Lembrar do outro, ter uma palavra, um carinho, por mais simples que seja, mas que nos faz tão bem à alma e ao coração.


Comentários

Mensagens populares deste blogue

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes