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Coisas que ao mesmo tempo me chateiam e divertem

Acho uma "delícia" os prospectos que nos colocam no carro a apelar à sua venda. Por um lado incomodam, sujam o pára-brisas, obrigam uma pessoa a amarfanhá-los, procurar o caixote mais próximo e deitá-los fora. Mas muito boas almas, atiram-nos para o chão e pronto, devem dizer para os seus botões que é biodegradável.

Mas, e há sempre um mas, por outro lado, o facto do próprio comerciante se auto-intitular de senhor, neste caso, Tiago...é no mínimo....épico!

Eu rebolo literalmente a rir com estas coisas.


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"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes