terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mas que grande noitada :)

Isto de se ter crianças, é sempre uma imprevisibilidade, e eu que o diga.

Esta madrugada desperto com o chamamento da criança - mãe, mãeeeeeee.

Lá abri o olho, disse que já ia a caminho e a pequena disse-me que tinha perdido a "Naínhas". É grave de facto, é a grande companheira dela desde que ambas existem.

Entrei no quarto sem acender a luz para não lhe ferir os olhos e cheirou-me a qualquer coisa; pelo tacto nada de "Naínhas" lá a avisei que ia acender a luz, ela lá me disse que a coelha tinha caído pelos pés da cama, apanhei-a e continuei a achar que algo ali não batia certo.

Destapei-a, a fralda estava bastante composta e pelo elástico da perna esquerda vejo "escuridão".

Aquilo não foi um simples cócó, foi uma grande borrada mesmo. Era lençol de cima e de baixo, cobertor, edredon, a ela o dito chegava-lhe quase até à cabeça...e eu, com calma, a perguntar-lhe:

 - Fizeste cócó filha?

E ela:

Não!

Foi de gritos, eu nem sabia como é que havia de pegar nela para não ficar também apetrechada de trampa.

4 e pouco da madrugada a rapariga na banheira, uma azáfama desgraçada, mudar roupas, mandar o mau odor embora - foi de gritos. Mas depois adormeceu outra vez que nem um anjo - imagine-se, aqueles intestinos agradeceram.

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