segunda-feira, 27 de maio de 2019

Quando optamos por adiar por alguns minutos a hora de irmos buscar um filho, como forma de evitar ter que lhe falhar

Eu explico: uma semana que ainda agora começou e promete ser de truz a vários níveis. O meu nível de me fazer de tonta para evitar confrontos, perdeu o filtro e isso também se reflecte em todas as vertentes da minha vida.
Mas como até sofro de carência de ferro no organismo, deixo-me cair ao sabor da tempestade.

Um dia passado em torno da nossa capital, mas que me fez percorrer 100kms, mais um consulta médica ao fim do dia e claro, a cereja no centro do bolo, natação.

Cheguei ao ponto de partida ainda seria cedo para rumar à piscina e pensei que se a fosse logo buscar ao ATL e passasse por casa, nem uma grua me arrancaria de lá. Então fiz o inverso. Vim até casa, encostei-me alguns minutos, troquei de sapatos e lá fui buscar a cria, arrastando-me para a levar à natação. Sou recebida com o feitio de contradição do costume e a recusa em ir à natação.

Pensei com os meus botões: Mas que mal fiz eu a Deus para depois de tudo, aturar isto!?

A meio do caminho lá se recompôs, depois fez as suas cenas no balneário para se vestir, eu quase a desistir de continuar ali e, a muito custo lá consegui que entrasse na piscina às 19:40h, 10 minutos atrasada e eu a explicar-lhe que era uma tremenda falta de respeito pelos outros e acima de tudo pelo Prof. Fred que tanto gosta dela.

Entrada na água, virou peixe, ou sereia sei lá, tal não é a elegância daquele corpo. E se num momento me irrita e me faz sair da zona azul, no outro faz-me amá-la ainda mais.

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