segunda-feira, 13 de maio de 2019

É muito importante que marquemos os outros pela positiva, seja em que contexto for e, de preferência desde sempre. Sermos eventualmente lembrados por termos sido o mal comportado na escola primária, o mal educado no liceu, o filho da mãe na faculdade, o/a amigo/a egoísta, o/a mau/má namorado/a, companheiro/a, marido/a...whatever, o/a mau/má colega de trabalho não é um bom augúrio mas, infelizmente é o que mais se vê por aí.

O curioso é que isto é tão pequeno, que acabamos por nos cruzar, ou cruzamo-nos com alguém que conhece alguém que conhece não sei quem e quando confluímos histórias é do caraças, literalmente. Outras vezes, vá lá saber-se o porquê, os contextos mudam, o ser humano precisa do outro, e alguém que já foi "vítima" voltar a cruzar-se com o seu "algoz", mas nesse momento estando num nível acima, também pode ser perigoso. Pode fazer vir ao de cima o que de pior tem a anterior "vítima" e pobre coitado do seu "algoz".

O que no fundo me faz imensa impressão é o facto de existir tanta gente que deixa exactamente o seu pior, seja no campo profissional, social, afectivo...pura inconsciência e falta de respeito, até por si próprio.

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