segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Prezo-me por cumprir aquilo que digo e sou fiel aos meus princípios; e a seu tempo disse que na minha casa não entrariam objectos cuja proveniência fosse a tal - bem, as pessoas até certo ponto entendem, e até aí, so far so good.

Tudo o que é entregue e cuja proveniência não passa pela tal, tudo bem...

Mas quando passa, porque é que se insiste!? Das duas uma, ou arma-se logo estrilho, ou se é ainda mais decente, mantém-se a pose e os objectos vão para quem deles necessita mais do que nós.

E pronto...o que não tem remédio, remediado está...

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