segunda-feira, 8 de maio de 2017

Continua a manter a infantilidade que os 6, quase 7 lhe conferem

E como eu gosto tanto disso. Não critico as miúdas que, com estas idades já se acham umas pseudo-mulheres em ponto pequeno, nem tão pouco os pais e mães que lhes acham imensa graça, apenas não quero isso para a minha filha, porque acredito numa "Long life for the Queen", ela como todas as outras crianças, merece-a, portanto terá tempo para pintar as unhas, para usar saias travadas e demais roupinhas sexy, e afins.

Não me choca nada que continue a andar com a "Naínhas" atrás, que a acompanha desde o berço, não me choca que durma com ela, não me choca que queira o meu colo à primeira hora da manhã...bom, talvez se choque mais a minha coluna.

Vá, uma birra ou outra de vez em quando até me aborrece, mas sei que vou ter tantas saudades delas.

É Drama Queen, chora na escola, a professora já lhe conhece o génio e algum jeito para a representação...deixemo-la ser criança, porque 6 anos, são muito poucos para os tantos que ainda estão para vir.

Hoje acordou-me com todos os presentes possíveis para o Dia da Mãe e um monte de beijos. Cá sem marketings, sem fortunas gastas, sem aberturas de mealheiro, até porque não existe, nem nunca existiu um pai que a ensinasse a valorizar a mãe que tem, e que dentro do que é possível, faz tudo por ela.

Mas a verdade é que se prova que de facto não faz falta, porque o melhor de tudo me foi dado hoje, e acaba por me ser dado sempre:


O detalhe da flor é que interpolada com cada pétala colorida, ela escreveu as palavras que lhe assolaram a mente, e foram: "linda", "querida", "abraços", "mãe", "carinho", "amor", "mimos", "beijinhos", "coração".

Se é isto que ela vê na relação que tenho com ela, se é isto que ela sente, faz-me muito feliz e faz-me sentir que tudo tem valido a pena, por ela, por mim, por nós.

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