quinta-feira, 17 de abril de 2014

A intriga com os cactos

Eu pessoalmente não aprecio muito os cactos, salvo raras excepções; talvez tenha herdado esta pancada da minha avó, que não gostava deles e dizia que davam "azar". A minha avó não era nada de superstições, mas às vezes dava-lhe para isto.

Paixão paixão tenho pelos Bonsai; mas o meu gato decidiu comer o que tinha em casa e nunca mais comprei nenhum; vai para a wish-list. Um bonsai por cada assoalhada da casa.

Mas a minha filha, se ao início era ruim para as plantas, depois de ser corrigida lá percebeu que são seres da natureza com vida e não se pode andar a arrancar folhas só porque sim.

Eu tenho um cacto no escritório, na minha secretária, tal como alguns colegas - é um símbolo e tem um significado específico para todos os detentores de tal planta. Lá lhe expliquei para não pôr a mão, porque tem espinhos.

Percebeu à primeira, mas continua a fazer-lhe confusão; ontem deu o Grito do Ipiranga:

 - Já sei mamã, vamos tirar devagainho os picos do cacto e depois já posso mexer nele.

Está resolvida a questão e o cacto deixava de o ser.

Sem comentários: