sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Realmente cada um "é para o que nasce"

Analisando muito sumariamente a minha herança genética, ninguém diria que não gosto e até me irrita ouvir ritmos do tipo Kizomba e Kuduro e demais ritmos começados com K e outras letras do alfabeto - no outro dia até me falaram em qualquer coisa que se assemelha a "atarrachar" e para mim tudo isso é medonho.

Pois bem, a seguir à Valsa, que para mim é a dança mais bonita de todas, gosto imenso de ritmos latinos e Samba - não o Samba de salão, o Samba puro e duro dos tempos do Pixinguinha.E, como não poderia deixar de ser, Tango e Ballet Clássico.

Agora Kizomba não me diz rigorosamente nada, já me chateia ouvir os senhores a tocar permanentemente na rádio, mudei de estação há cerca de um ano porque já não aguentava o Anselmo Ralph e companhia. Não vejo beleza naquela dança, chateia-me mesmo.

Mas não podemos gostar todos do mesmo.

Por outro lado, a minha irmã, alva como a cal, de olhos azuis e sem herança genética negra é feliz a ouvir e a dançar esses ritmos, e na realidade até os dança muito bem - bem, para mim, qualquer pessoa que não eu, os dança mesmo muito bem.

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