quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Ao almoço...como não faltava mais nada

Estava eu na esplanada a almoçar com umas colegas e senta-se ao meu lado uma senhora de etnia cigana; todos os que me conhecem sabem que o meu Santo não bate com o Santo das senhoras ciganas que andam na rua a atormentar quem passa.

Já tive experiências muito positivas, por exemplo a altas horas da madrugada sozinha com a minha filha na Estefânia e quem me valeu foi um casal super prestável. Mas o meu problema é com as senhoras que atormentam os outros que estão sossegados na sua vida.

Pois que a senhora de hoje queria vender perfumes de "marca", marca essa que eu nunca ouvi falar na vida. Virei-me estrategicamente para o lado oposto, e a senhora não me abordou; mas abordou as minhas colegas....e acompanhou-nos a hora de almoço toda. Eu já não estava a aguentar com a ladainha, e as minhas colegas repetiram mais de 100 vezes que não queriam e ela insistia.

Os "perfumes" começaram numa base de licitação de 35€, no fim já os despachava por 10€ para ter dinheiro para o "almoço". Bem, o meu almoço custou 3,95€.

Quando por fim saímos dali, às minhas colegas perante o meu desconforto lá lhes expliquei que eu não gosto destas coisas porque quando ficam chateadas as ciganas rogam pragas...e elas riam.

Pois, o facto é que ao atravessar a rua a cigana passou por nós e entre dentes disse assim "vais ver o que te vai acontecer, vais!"

Tenho que me ir benzer! Porque de facto não gosto mesmo nada disto.

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