Avançar para o conteúdo principal

Ando a baralhar a miúda

Em casa, embora não fale com ela em inglês, vou reforçando o vocabulário que dá nas aulas e o que eu considero mais simples e aplicável ao dia-a-dia.

Não corre mal, muito pelo contrário, mas por vezes acabo por baralhar a criança.

Quando lhe falo no balde, ou porque estou a lavar o chão ou algo assim, digo que é o bucket, e ela interiorizou a palavra. Na última aula, blá blá blá, fala-se no pail of water, e a criança muito insurgida que é bucket e não pail. My fault, lá insistimos que a mamã não percebe nada disto.

O mesmo já tinha acontecido há algumas semanas atrás com cushion e pillow. É inglês na mesma, as palavras querem dizer sensivelmente o mesmo, mas o British que ela está a aprender não é rigorosamente o meu, e sem querer induzo-a em erro.

Mas não sou única; com os outros papás e mamãs parece que se passa o mesmo; têm que fazer um curso para nós quando estamos com eles não lhes baralharmos ainda mais as pequeninas cabeças.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes