segunda-feira, 1 de julho de 2013

PUF!

Agora, ao mesmo tempo que atira o que lhe dá na cabeça para o chão, olha para mim com cara de pilantra e diz:

 - PUF!

No outro dia, perante a perspectiva do que estava prestes a fazer avisei-a que não se atiram as coisas para o chão; mas não se fez de rogada e repetiu a proeza.

Dei-lhe uma palmada ao mesmo tempo que dizia.

 - POF!

Olhou para mim de soslaio e desandou; fiquei discretamente perdida de riso.

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