quinta-feira, 11 de julho de 2013

O dinheiro (ou a falta dele) e os vícios

Já diz o ditado que "quem não tem dinheiro não tem vícios."

E uma das coisas que abomino são pessoas de más contas e que fogem às suas responsabilidades.

Não é segredo para ninguém que infelizmente por obra e graça de um péssimo destino conheço uma criatura que é progenitor de uma dada criança.

Triste é, esta gente se pôr a conceber filhos e depois dizer que não os pode sustentar; e depois vão tendo outros e quem se lixa é o mexilhão.

As desculpas de mau pagador são sempre as mesmas, mas para os vícios vai havendo sempre - é curioso, será que, para além de se irem concebendo mais filhos (quando se alega que sustentar um com a sua parte justa já é difícil), fumar, comprar roupa, andar de carro, internet e afins são bens de primeira necessidade, que vêm à frente da satisfação das necessidades básicas de uma criança!?

Não importa se as crianças precisam de ir ao médico, necessitam de vestuário e calçado, nem que têm o direito de ser educadas em condições aceitáveis e que facilitem o seu normal desenvolvimento e a sua integridade - é mais importante a canalhice e o capricho. Realmente ao me deparar com estas coisas penso, cometi algo mais grave de que um redondo erro de casting - como é que uma pessoa inteligente conseguiu ser tão cega!?

É digno de uma Tese de Doutoramento, não só este facto, como também o estudo analítico e empírico da criatura.

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