sábado, 18 de julho de 2009

Haverá quem faça sacrifícios por amor?

Apetece-me divagar e dissertar acerca do amor, porque nos dias que correm assiste-se a um "desamor" sem precedentes.

A minha avó dizia que não se deve pronunciar a palavra Deus em vão, e parafraseando-a, estou certa de que não se deve pronunciar a palavra Amo-te em vão.

Amar é não só gostar, aquele gostar animal, aquele gostar a sério e sem subterfúgios, aquele gostar incondicional...amar é cuidar, amar é preocupar-se com o outro, não fazer nada que o magoe e fazer incondicionalmente com que o outro esteja bem e o melhor possível.

Mas hoje em dia vivemos numa era toda ela descartável, em que os sentimentos quando existem valem o que valem, ou seja, muito pouco. Entre o amar e o cuidar, prefere-se o bem-estar próprio e deixar aqueles que se diz que se ama, para terceiro, quarto, quinto plano.

Daí resultam fracassos, infelicidade, tristeza e perguntamo-nos - Será o Amor que anda por aí a reger a maioria das relações humanas?

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