terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O cúmulo da hibernação

Chegar a casa, tratar da minha filha, pôr a máquina a lavar, passar um bocado a ferro e à hora do descanso da guerreira, sentar-me e pensar o quão quentinha estava e que por hoje as armas estavam limpas.

Telefonar à minha mãe para o boa noite da praxe, e lembrar-me de repente que a máquina tinha acabado há que tempos e teria que ir pôr a cabeça de fora e estender a roupa...que luta entre o ter que ser e o não apetecer nada...mas já está, pronto, ficou feito!

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