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Será que em vez de ir o meu gato ao veterinário...

...deveria ir eu?

Não sei se foi algum recado, alguma indirecta, mas recebi de uma amiga minha o mail que passo a citar:

"Aquele que ao longo do dia é activo como uma abelha, forte como um touro, trabalha que nem um cavalo e que ao fim da tarde se sente cansado que nem um cão, deveria consultar um veterinário porque é também possível que seja burro"

É um facto que os esforçados, os competentes, os que trabalham...estão em minoria. Então será que os restantes têm de facto um problema grave?

Onde eu pensava estar uma virtude, estará um defeito?

Oh céus! O encosto à sombra da bananeira é que está a dar!

Comentários

Unknown disse…
Acredita que é mesmo assim!!!
cada vez mais o que conta é o deixa andar... mas também quando os próprios chefes ligam mais aos lambe-botas (para não chamar pior), do que a quem verdadeiramente trabalha, toda a vontade foge...
Beijo

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"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes