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Até aos Reis é Natal

Já o dizia a minha querida avózinha; e se em Espanha se abrem os presentes apenas do dia de Reis, nós, os curiosos temos alguma dificuldade em lidar com o facto de esperar pela meia-noite do dia 25 de Dezembro.

É sempre uma azáfama esta época do ano, uma correria, um stress em escolher o melhor presente para aquela pessoa especial.

Este ano em todos os sentidos tão diferente e tão bom, fui agraciada com a minha menina Jesus e vou absorver cada momento da sua companhia.

O besnico já assinou prendinhas para a família, para os amigos...e não é que se esqueceu de ir às compras com a mamã escolher a prendinha do papá do coração!?

A mamã já pediu as devidas desculpas e prometemos que serás recompensado...cuidado é com a prenda da mamã, cuidado ao abrir...ohohohoh....nada como uma boa surpresa.

Querias uma pista...aqui vai...é para ti, mas pode ser usufruída a 3...e mais não digo :)

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"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes