Avançar para o conteúdo principal

Ora vamos lá falar mal do sapateiro

 A minha irmã conhece um sapateiro que deve ser no mínimo o melhor sapateiro do mundo. Tem porta aberta ali para os lados do Saldanha, o que fica um bocado fora de mão. 

Portanto quando surge alguma urgência vou a outro que fica nas imediações do meu escritório. Um senhor caricato e que provavelmente deve ser a pessoa mais azarada do mundo, tendo em conta as tragédias que vai contando sempre que entra um novo cliente. Não é má pessoa, mas não tem grande talento. Há uns meses perdi as capas de uns mocassins. Fui lá, colocou umas novas, creio que no dia seguinte já tinham caído. Voltei lá e ele, querido como sempre, voltou a colocar outras.

Não usava os ditos sapatos há algum tempo e eis que anteontem os calcei. No pouco tempo em que os tive calçados sentia um desconforto no calcanhar, tipo a sensação de que havia por ali uma pedrinha. Sacudia e nada. Chegada a casa, tiro o sapato e vejo sangue no pé...qual pedrinha, era “apenas” o prego que fixa a capa ao sapato que se foi enterrando no meu calcanhar. Em suma, tenho isto meio infectado e sinto umas dores muito chatas. Ah, no outro pé fiz uma bolha à conta de ter calçado uns botins que também já não usava há uns meses. Resultado, ando literalmente com a cara no chão, tal não é o desconforto.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Ritz - Quinceañera

 Mas como é que já se passaram 15 anos desde aquele dia em que finalmente a conheci e senti que já a conhecia desde sempre. Não a ela em si, mas à essência dela, à presença dela em mim. Bem que dizem que os filhos são sangue do nosso sangue, carne da nossa carne e senti que uma parte de mim se havia desprendido e estava pronta a desbravar terreno, desenvolver-se, superar-se e ser uma muito melhor versão dos seus ascendentes. Aí estava a minha borboleta, a minha Tinkerbell, a minha Bébécas, a riqueza de sua mãe, o pequeno demónio, a princesa....a Ritz. O livro em aberto que a cada dia ganha mais páginas, o amor puro, o orgulho, por vezes a minha falta de paciência para a sua desafiante adolescência e a reinvenção diária de mim própria e de como lidar com este ser do mundo. 15 anos de ti, 15 anos de nós e a certeza de que sem ti a minha vida teria o maior dos sonhos por realizar, porque sempre desejei ser tua mãe, mesmo antes de existires. Muitos Parabéns Filhota e que estes 15 anos ...