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Bárbaro

É aquilo a que assistimos actualmente na Venezuela. Eu sempre disse quando este homem subiu ao poder que, era bem pior do que o seu antecessor e houve quem me dissesse que não. Ah e tal, tem uma mente mais aberta, mais moderno. Eu chamar-lhe-ia outra coisa: um indivíduo que ordena a destruição de camiões carregados de bens alimentares e medicamentos merece que a modernidade lhe dê no mínimo com um martelo na cabeça.

Mas qual é a ideia dele? Um país riquíssimo e a quantidade de pessoas que estão com fome, crianças, pessoas doentes sem medicamentos...é terrível ver as imagens que tenho visto e não haver quem apanhe este tipo e lhe dê uma lição, porque com aquele corpinho, infelizmente fome não está a passar.

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Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

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