Avançar para o conteúdo principal

Actividade Paranormal (cá em casa)

Só pode ser castigo para mim, sim, eu mereço. Eu que apregoava que a minha filha se deitava a horas sem grandes dramas, eis que nas últimas semanas até nisso ela me atormenta o espírito. Tudo serve de manobra de diversão para adiar a ida e eu chateio-me.

Há momentos regressou aqui à sala e disse-me que ouviu assim: "poum, poum, poum".

Lá lhe disse que devia ser algum vizinho a pendurar alguma coisa não parede.

"Não mamã, era o barulho de umas pantufas a andar sozinhas!" - disse-me isto com os olhos esbugalhados.

Lá lhe expliquei que eu não fui, o gato também não, fantasmas não existem, portanto, é alucinação. "Já para a cama!"

Hummm, será!?

Yo no me lo creo en brujas, pero que las hay...hay!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…