Avançar para o conteúdo principal

A minha demanda contra o açúcar em excesso

Fui habituada desde pequena a não ingerir açúcar em excesso e até muito tarde os meus bolos preferidos eram os queques e o bolo de arroz. Bolos com creme, chocolates, pastilhas elásticas, gomas e afins não faziam parte da minha dieta. O facto é que só na adolescência é que eu descobri o verdadeiro prazer de comer um Toffee Crisp, ou um Kit Kat, ou mesmo umas belas trufas de chocolate. Sim, gosto de chocolate docinho.

Mas a verdade, é que mesmo gostando de um bom docinho, não sou muito "açucareira" e se vou a um local em que a concentração de doces por metro quadrado é exagerada, enjoo, literalmente.

À medida que fui crescendo fui ganhando consciência de que o açúcar em excesso não nos faz bem algum, e quase sem pensar, se formos reduzindo as quantidades ingeridas lentamente, nem vamos sentir a falta dele. Para além disso, confesso que tenho um medo terrível de desenvolver Diabetes. Pensar que terei que estar a controlar tudo o que como, não poder comer o que me apetece, picar-me não sei quantas vezes por dia para verificar os níveis de açúcar, injectar insulina, o pâncreas a não fazer o seu trabalho em condições, ter problemas nos olhos e, cortarem-me primeiro os dedos dos pés e depois as pernas….bom, é assustador só de pensar e infelizmente conheço pessoas que passaram por isso tudo.

Não obstante no marasmo do dia-a-dia, evitava-o, não o evitando verdadeiramente. Pois que enfiei na minha cabeça que ia reduzir ou mesmo eliminar o açúcar que colocava na minha meia de leite costumeira de todas as manhãs com a minha Equipa. Ou no chá dos fins de semana quando vou lanchar fora, ou o dos raros cafés que bebo fora de casa.

E não é que passado algum tempo todo este açúcar que estava destinado a correr-me nas veias está todo aqui!?


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Considero-me mãe a "tempo inteiro"

Pois o foco da minha vida está centrado na minha filha, mas tenho outras responsabilidades que não apenas relacionadas com o dia-a-dia dela, como é óbvio. Deparo-me com uma grande dificuldade em conseguir ter agenda para tudo, e aí acho que o nosso país necessita de evoluir. Ando a contactar escolas de dança para a familiarizar com o Ballet, e umas dizem que só iniciam as crianças aos 6 anos (o que eu acho tarde), outras apenas têm aulas durante a semana às 4 da tarde. Uma pessoa está a trabalhar a essa hora, é impossível levar as crianças no meio do horário de trabalho para estas actividades. Que chatice :(

Os malefícios da adolescência

 Sempre pensei que a minha filha não seria acometida por certas coisas, nomeadamente acne. Eu nunca tive e achei que a genética iria ajudar...mas não. De há uns meses a esta parte a pele da cara ficou qual campo minado e muito também por culpa dela, pois gosta de fazer experiências com produtos que não são para a idade dela, vai na conversa das amigas e não segue as minhas sugestões e agora chegou ao limite pois claro. Lá fui com ela ao dermatologista que é um médico incrível que já nos ajudou há uns anos com um problena de hiper pigmentação, mas fiquei descapitalizada e vamos ver se resulta. Para já foram 200€ assim num piscar de olhos. Seguir o plano durante cerce de 3 meses para nova avaliação. Ao sairmos da consulta disse-lhe assim o médico: "Não te preocupes porque de uma forma ou outra isso vai ter solução e vamos fazer de tudo para não ficares com marcas." E a minha filha que não tem o mínimo de bom senso respondeu: "Eu não estou nada preocupada, a minha mãe é que...