Pessoalmente não simpatizo com a figura Cristina Ferreira. Do pouco que conheço não aprecio o género. E é isso. Ponto. Não a sigo ou persigo, não ataco a senhora, nem do canal de televisão que ela representa e onde ela apresenta eu sou expectadora. Zero. Precisamente porque a figura me irrita e lá está, não temos de atacar ninguém, e temos o livre arbítrio para escolher o que queremos ver e quem. Mas ontem as redes sociais foram inundadas pela sua última pérola e mesmo não fazendo questão, lá ouvi a fatídica frase, em que denomina de adrenalina o que foi uma violação em grupo, caso que levou a constituição de arguidos que estão a ser julgados como tal e uma vítima, que também é declarada enquanto tal. Pergunto: e se tivesse sido com ela? Ou com o filho, sendo o filho a vítima? Também seria a adrenalina do momento? Não vou atacar a senhora pois vozes ilustres e não ilustres deste país já se encarregaram disso e sobretudo com queixas na ERC o que acho, neste caso, muito óbvio e acer...
Comprei uns sapatos de uma marca italiana que andava a namorar há uns tempos. Encomendei-os, paguei e pensei que a chegada deles tardaria meia dúzia de dias, tal como outra qualquer encomenda dentro da União Europeia. Mas não. Demorou, demorou, até que um certo dia recebi um e-mail deles a explicar que o fabrico deles é artesanal e que só após a compra é que dão início ao processo e anexaram um vídeo precisamente com o fabrico dos meus sapatos. Isto é épico! Os sapatos enfim chegaram e de facto fazem jus a todo o processo. Lindos, com acabamento excelente, um cartão personalizado e mais umas coisas giras. E eu gosto destas coisas assim, que me tratem bem. Nem que seja pelo facto de ter comprado um par de sapatos porque já percebi que, nada é de graça, a não ser, o amor que o meu Balzac sente e demonstra por mim, sem pedir nada em troca.