Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Fragilidades, boletins clínicos e mais uma série de coisas que não interessam para nada nem a ninguém

 Mas que vão constar nestas memórias. Há uns dias atrás comentava que sendo uma pessoa com algumas fragilidades e um sistema imunitário da treta e dado o facto de estar quase sempre com gripes, alergia e afins, para a minha filha as coisas não passam daí, pelo que ao ver-me a fazer um auto-teste lá vinha com desdém que não valia a pena estar com coisas porque o estado em que eu estava, era o meu normal. Talvez fosse, aliás, nem me sentia doente ao ponto de estar "encovidada" mas como agora nunca se sabe e os auto-testes já fazem parte do quotidiano, bora lá zagaratoar as narinas e demais orifícios que fazem parte do sistema respiratório. E o teste deu negativo mas numa cadência de 15 minutos o meu estado geral decaía. Quando vou, passada já quase 1 hora deitar o material biológico fora, estava lá outra risca. Oh Diabo! (pensei). Mas eles dizem que passados 20 minutos o teste deixa de estar válido...será!? Na dúvida repete-se, se bem que nesta fase a minha voz estava completam
Mensagens recentes

E a culpa...morre mesmo solteira?

 O de João Rendeiro afirmou veementemente que não voltaria a Portugal e se essas declarações me irritaram na altura, tal a assertividade do indivíduo. E pensei cá para comigo que este tipo de gente tem mesmo de sofrer as consequências dos seus actos. Hoje amanhecemos com a notícia de que o homem morreu e que poderá ter cometido suicídio. Eh páh, tinha carácter o homem. Preferiu partir do que torcer! Se assim o foi...que cobardia. Que tristeza! Não ter as coisas certas nos devidos sítios para arcar com as suas responsabilidades e pagar pelo que fez. Sai de fininho, pela porta dos fundos, qual ratazana de esgoto imunda. Veremos as cenas dos próximos capítulos. 
 Há uns dias numa conversa com uma pessoa do meu passado de há mais de uma década lá para trás e que jamais me passaria pela cabeça voltar a “encontrar” em todos os sentidos (mas a vida tem esse dom de surpreender) ficaram no ar algumas partilhas de parte a parte e a conclusão brilhante a que ambos chegámos:

Frágil

 De há 2 anos e picos a esta parte já fiz vários testes para apurar se tenho Covid. Auto-testes, testes nas farmácias, nos contentores espalhados pela cidade de Lisboa, PCR em laboratórios….nunca por “desporto” embora na verdade seja algo que não me custe de todo,  mas sim porque me puseram a jeito, me pus inconscientemente a jeito, ou de quando em vez por imprudência minha porque sou uma humana que comete os seus erros, ou por sintomas que já não sabemos se são da rinite, sinusite, gripe, amigdalite… bla bla bla acabado em “ite” “ias” e afins. Depois não sabemos se são vírus, bactérias e aí vêm os estreptococos, estafilococos, bacilococos e o raio que partam estas bichezas microscópicas que desde que nasci me fazem ser vulnerável a eles.  Por consciência faço os testes quando estão cumpridas as condições para ser importante fazer despistes e a minha filha, olha de lado do alto da sua pequena altivez e diz invariavelmente: “Não sei porque vais fazer o teste mãe, tu estás sempre doente,

6 Semanas

 Apenas 6 semaninhas em falta para deixar de acordar diariamente às 6.30h e sair de casa com a criança às 7.20h da madrugada. Ponham-me lá numas férias paradisíacas que eu até posso nem dormir mas levantar cedo por obrigação…nunca foi para mim.  Por outro lado este sopro que é a vida…dá que pensar. 

Dante….Dante….

 Porque é que eu não interiorizei isto há algum tempo atrás!? …ou mesmo nada…

É auspicioso

 Na mesma semana um convite para passear pela Toscana, pelos Açores com passeios de barco pelas ilhas, e por Espanha.  Tudo locais que me apetece imenso visitar. Não me posso queixar de facto. Haja oportunidades.