E desta vez levou um primo que estava na mesma faixa etária que eu… e foi uma morte estúpida, como são todas, e não deveria ter acontecido tão cedo. A mãe, prima direita da minha mãe, consumida pela dor, verbalizava: “Como podem dizer que há Deus!? Como é que Ele permite que uma mãe esteja a velar um filho no dia da Nossa Senhora de Fátima!?” Arrepiou-me. Muito. A dor daquela mãe, a perda de um filho, a partida de uma pessoa da minha geração, do meu sangue, vermos partir os nossos, a imprevisibilidade, a finitude. Cheguei a casa e tive uma vontade imensa de olhar para a minha filha e fazer parar o tempo. Que grande merda!
Se há coisa que não suporto é o mau hálito. É muito desagradável e enoja-me ao ponto de poder ter ataques de vómitos que dificilmente consigo controlar. Até hoje não sofri desse flagelo, mas também faço por isso, entre as idas ao dentista duas vezes por ano, a minha higiene oral diária composta por vários passos e até os ganchos que os dentistas usam eu também tenho, porque o fio e o escovilhão por vezes não fazem bem o seu serviço entre os dentes. Também raspo a lingua e inspecciono dente a dente se está tudo em conformidade. "Ah tens um sorriso bonito e uns dentes espectaculares!" - pois é, mas não é genética, ou se é, nasceu comigo. Não tenho qualquer problema em perguntar a pessoas próximas se sentem algum mau odor, porque prefiro assim, a passar a vergonha de ser evitada por pessoas dado o potencial mau hálito. Nunca ocorreu e se um dia ocorrer o dia não termina sem que eu procure por causas e soluções. Por outro lado, existem pessoas cuja cavidade oral é pior do que u...