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A mostrar mensagens de Setembro, 2011

Tudo se consegue

Hoje perguntava-me uma colega como é que eu conseguia, cuidar sozinha da Bébécas e de tudo o que a envolve. Ela tem uma bebé pouco mais nova do que a minha Bébécas, muito calminha e mesmo com a ajuda do marido diz que só consegue respirar fundo lá pelas 11 da noite. Por vezes eu própria penso...como é que eu consigo! Todas as lides, o trabalho, a casa, as coisinhas dela. Enfim, nunca páro antes da 1 da manhã, fora algumas noites mal dormidas sempre que se lembra de fazer forró às 4 da madrugada. Temos dias em que a rotina é dura, as preocupações, os encargos, o pouco tempo para mim, mas aquele sorriso e a alegria que ela me consegue transmitir são de facto regeneradores. Por ela, vale a pena :)

E a prenda do Honey?

Nunca me aconteceu uma coisa destas, mas, já diz o ditado que há sempre uma primeira vez para tudo. O Honey faz aninhos no próximo dia 04 e ainda nem sei o que lhe vou oferecer, nem o que a Bébécas lhe irá dar. Ando mesmo com falta de inspiração e já estou a entrar em stress com o aproximar da data, sem a mínima ideia de quais serão as surpresas que lhe vou preparar. Espero que o fim de semana seja prolífero em boas ideias.

O furo jornalístico do dia

Passei agora nas imediações do Tribunal de Oeiras e eis que vislumbro o aparato televisivo, digno das mais altas patentes do país, e pensei: como é que eles sabiam que eu ia passar aqui!? Ahahahahah Afinal deve ser por causa do "nosso" ilustre Presidente, que passou a noitita nos calaboiços de 5 estrelas da nossa ainda mais ilustre Polícia Judiciária.

Iguarias

Perguntava-me o Honey há pouco quais iriam ser os nossos repastos no fim de semana. Isto porque ao fim de semana é ele o Mestre da Culinária. Falou-me em peixinho e tal...mas ando com umas saudades de fondue, tão grandes, tão grandes, tão grandes...que vai ser uma das nossas ementas. Humm, que delícia!

O cueiro da Bébécas

Devia estar grávida de cerca de 5 meses, já sabia que vinha aí uma menina e tanto procurei algo que tinha idealizado, que acabei por encontrar. Um cueiro em tons de branco e rosa, lindíssimo da Laranjinha. Quando o comprei lavei-o com todo o carinho, passei-o a ferro e ficou ai guardado à espera que ela nascesse para o vestir e ser apresentada ao pai, linda e principesca. Mas...as intenções da criatura em questão foram outras, deixou de fazer sentido qualquer atitude da minha parte para o presentear fosse de que forma fosse. A Bébécas acabou por vestir o seu lindo cueiro 5 dias depois, num momento muito nosso e qual jamais irei esquecer. Por tudo o que passou e muito mais aquela peça tem um significado muito grande para mim e imaginei que ficaria bonito no quarto dela, emoldurado e preservado. A minha mãe ofereceu-me a obra, fomos hoje buscá-lo e está maravilhoso. Cada vez que olho para ele emociono-me e uma vez que não quero que mais ninguém o use, pelo menos nas próximas décadas

Para a minha menina

Tenho cada vez mais saudades dela sempre que ela está longe, a meio do dia de trabalho sinto uma vontade imensa em estar com ela, abraçá-la, dar-lhe muitos beijinhos, admirá-la. À hora de almoço fui ao centro comercial do costume e deliciada a ver as montras das lojas de roupa para bebé, entrei numa delas e comprei-lhe um vestido lindo e muito fashion. Fica-lhe a matar.

E lá vai barão (zito)

Aquele que prometia ser um fim de semana sempre em festa, já que tinhamos duas festas de aniversário, revelou-se uma autêntica balbúrdia, em que nada decorreu como seria suposto! Depois da triste cena que deu origem a que chegasse a casa na sexta-feira mais tarde do que era suposto, a propósito do incêncio da sucata no itinerário mais famoso de Portugal, sábado, lá iamos nós (mãe e filha) todas catitas à nossa vidinha de manhã, quando o Bob (o meu carro) decidiu começar aos solavancos. O que começou com um ligeiro "solavanquito", transformou-se numa sucessão dos ditos e às tantas decidi parar numa área de serviço, já bastante preocupada e a pensar no que iria fazer...uma coisa era certa, o Bob dali, só mesmo para a oficina. Olhei para a Bébécas, comecei a imaginar a nossa entrada triunfal num reboque com todas as tralhas que tinhamos atrás, ou então no táxi da assistência em viagem, mas achei que nos ia faltar um toque de classe, ahahah. Bem, lá abri o livro do carro para

Há (houve) Fogo!

Estávamos nós a tomar um café depois de almoço no escritório e avistámos ao longe uma coluna de fumo negro. Conjecturas para cá e para lá, achámos que era para os lados do Tagus Park. Resumindo, quando saí diziam na rádio que era um incêndio de grandes proporções que obrigou ao corte do itinerário que me ajuda a chegar a casa. Resolvi dar tempo, fui com a minha mãezinha às compras e lá me arrisquei. Houston! A estrada continuava cortada e chegada ao local do fogo...foi assustador. O anoitecer não deixou testemunhar o rescaldo, mas os cisterna dos bombeiros em fila, a quantidade de polícia e barramentos de cortes de estrada, o cheiro a queimado, o aparato em torno do incidente, dão que pensar. Que horror! É de facto dantesco e infunde muito respeito.

Coisas de Chico(a) Esperto(a)

A chico-espertice aborrece-me, irrita-me e faz-me muitas vezes marinhar pelas paredes e descê-las agarrada pelas unhas. Mas hoje, recaiu sobre mim o espectro execrável da falta de respeito que eu tanto abomino que tenham comigo, e fiz de conta que não vi uma fila de carros que desciam pela A5 abaixo, e meti-me, com uma rápida timidez quase lá à frente na entrada para a Cril. Shame on me! A sério é horrível, não faço destas, critico e irrito-me com quem o faz, mas hoje o tempo urgia, os restantes transeuntes estavam a deixar espaços enormes e eu...escapuli-me lá para a frente. Mas já me arrependi, já me penitenciei, já me auto-flagelei e tudo. Enquanto me lembrar do pecado, prometo que não repito. ...ia com alguma pressa para o IPO, e aquela atmosfera é de facto triste e muito deprimente.

Para a minha Princesa

A Benetton está com coisas tão giras, que o difícil é escolher o guarda-roupa da nova estação para a minha Bébécas Tinkerbell.

O Sr. João Jardim também já estava a precisar

Tem uma ilha bonita sim senhor, mas o homem é mal criado e insuportável, para além de que em seriedade tão pouco será um poço de virtudes. É dos tais que "olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço", vida de aparências e fazer crer que se é uma coisa, quando se está no limiar de coisa nenhuma. Já tardavam em vir constatações que deitassem por terra o seu discutível carisma, que mim nunca me serviu de engodo. Agora vão também os madeirenses pagar a factura, agravamento de impostos (que isto de serem sempre os mesmos tem de acabar) e cortarem de vez com o subsídio de 2% que os funcionários públicos do arquipélago recebem por serem insulares. Já agora também podem atribuir um subsídio para quem percorre o IC19 e a 2ª circular todos os dias, para quem anda tipo sardinha em lata nos transportes públicos, and so on.

Conta a descoberto

A minha Bébécas tem neste momento o saldo a descoberto e não é autorizado. Aprendeu a deitar a comidinha para fora da boca precisamente no momento em acabou de a transformar em bolo alimentar e que devia estar em movimento descendente interno! Fez a primeira e eu avisei, fez a segunda e eu voltei a avisar...e não é que fez a terceira? Disse-lhe que a partir daquele momento estava sem crédito para traquinices e badalhoquices no dia de hoje (a criança parece que percebe :)) Depois lá voltou a portar-se bem, comeu gelatina como prémio, tivemos os nossos miminhos e caminha. A mim deu-me para a cozinha; jantei um arrozinho de bacalhau da mãe do Honey que estava uma delícia e pus-me a tratar do almoço de amanhã da Bébécas e para aém disso apeteceu-me fazer uma quiche. Ficou linda, espero que saborosa e de tão linda que está, vou oferecê-la à minha mamã. Doem-me as costas, só agora sosseguei um pouco, vou para as minhas leituras e dentro em breve recolher aos meus aposentos. ...Ah, escus

TGV

Hoje, uma das notícias do dia que retive foi o facto de que afinal parece que se vai avançar mesmo com o TGV cá no nosso burgo, para não se perderem os apoios internacionais e não se pagarem multas de incumprimento, lá se vão gastar uns tantos milhões em algo completamente desnecessário no nosso país. E pasmei-me exactamente pelo troço escolhido: Caia-Poceirão! Então mas esta gente não percebe que já com o Alfa Pendular o dito apenas atinge a sua eficácia num troço mínimo já depois de Coimbra, e que não temos capacidade nem linhas óptimas para um TGV??? Então não se paga às farmacêuticas a comparticipação para os medicamentos dos doentes oncológicos, aumentam-nos os impostos quase diariamente e tiram-nos benefícios há tanto adquiridos e vai-se investir num negócio destes? Estou mesmo a ver o TGV à beira de um chaparro, cansado, cansado, de tantos quilómetros percorrer no meio do nosso Portugal profundo e ostracizado.

Conflito de gerações

Que ela acorda sempre com mais genica do que eu, é um facto e é inevitável. Isto de ter menos 32 anos que eu tem que se notar de alguma maneira. Mas daí a acordar uns segundos antes do despertador tocar e começar a enaltecer a sua presença com gritos estridentes, fez-me pensar por momentos que estava ainda no meio de um pesadelo. Mas não, era mesmo a Bébécas e era tudo real, até o raiar do dia. E disse-lhe eu assim em jeito de desabafo: "Ai filha, que chata". E ela utilizando exactamente a mesma entoação (que é o que tem muita piada) - "Dáta" Que é como quem diz - Chata, à sua bela maneira atabalhoada mas cheia de ternura.

Haka

Estou mesmo a ver que daqui a nada tenho a Bébécas a querer desistir da natação e enveredar no Rugby - era só o que me faltava. O honey já lhe ofereceu uma bola, ontem tirou fotografias com a camisola da selecção neo-zelandeza e o que ela adora o "Haka"! Olhando bem para as feições dela e bem vistas as coisas, ainda tem ascendência Maori. É linda, sai à mãe!

Que susto

A lady Bébécas apanhou os meus óculos de sol Dior e foi vê-la a abrir as astes até ao limite. Valha-nos a resistência do material, caso contrário a esta hora já eram.

Em choque

Foi como fiquei ontem ao receber a notícia da morte de uma pessoa com quem convivi tantos anos e...enfim, não há palavras. Morrer assim, de uma forma tão precoce e abrupta. Uma pessoa ser encontrada morta em casa, todo o aparato em volta, com ou sem sofrimento, fiquei em choque. Ficámos, pois ao receber a notícia por parte da minha mãe, ela própria estava atónita a contar-me a notícia. Dei comigo à noite a ligar para a pessoa que faleceu, porque ainda me custa a acreditar; e o telefone dava sinal, com o "waiting ring" da canção preferida e de que também gosto muito...mas não atendeu. Há pouco passámos no sítio onde morava e nem sinais de vida...e mesmo assim continua a parecer tão irreal este desaparecimento. Partiu e espero sinceramente que descanse em paz. Até sempre I.

Com ares de Zíngaro

A minha criança é mesmo muito gira. Tem todo um ar exótico e consoante os dias e a vestimenta, tanto parece uma Inca, como uma índia, mexicana, enfim. Mas quando anda numa de brincadeira até se estafar, transpirada e derreada de todo, assemelha-se a um zíngaro, sem tirar nem pôr. Com tudo de bom que os caracteriza, pois no rosto dela fica espelhada a felicidade e a liberdade que ela sente nos seus momentos de lazer. E nestes momentos nota-se perfeitamente que ela é uma bebé feliz.

"Bailarinas"

São tão giras e confortáveis que me rendi a elas. Gosto imenso de uns bons saltos, mas andar assim confortável, encanta-me. Parecem umas luvas!

Quem sai aos seus

não degenera! As feições começam a ficar definidas e é com muito orgulho que a vejo ficar cada vez mais parecida comigo. É tão engraçado! As imensas bochechas com o mesmo formato, os olhos rasgados, o nariz, o sorriso. Tirar-lhe fotografias e comparar com fotografias minhas com a mesma idade e constatar tanta semelhança...é tão bom. Sermos capazes de gerar um ser à nossa imagem e graças a Deus perfeitinha e com tudo no lugar, é fantástico. Mais clarinha do que eu (por razões óbvias) mas preserva um tom de pele lindíssimo, com o cabelo aos caracóis e já a fazer canudos (sem carapinha, o que é óptimo, porque não é tão complicado de cuidar e de pentear), os dentes brancos e alvos, mas o mesmo jeito, o mesmo sobrolho ligeiramente levantado quando a vida não lhe corre como ela quer. Enfim, quando anda a passear com a avó, as pessoas que há muito não me vêem já chegaram a comentar: "- só pode ser filha da *****; é a cara dela" Só tenho a agradecer à natureza, cada vez mais me

11/09

Não se faka de outra coisa nos últimos dias, e as alusões relativas ao acto em si na imprensa têm sido uma constante...o caso não é para menos! Reportagens, depoimentos de quem lá esteve, depoimentos de quem perdeu alguém, tudo se sucede, e relembramos o que, deste lado do mundo sentimos naquele fatídico dia. Se caso tivesse sido um acidente a imagem já era deveras chocante e avassaladora no sentido negativo, ao depararmo-nos com a confirmação de que era um acto de terrorismo, todos os sentimentos e emoções foram multiplicados em larga escala e geraram-se sentimentos controversos e sobretudo uma grande impotência face a episódios deste teor. Não há nada que possamos fazer para o evitar. Ontem no Jornal da Noite da SIC houve uma rubrica dedidaca aos bombeiros do 11 de Setembro. Dei comigo a "viver" a situação, a imaginar o que terá sido aquele terror, o pânico daqueles seres humanos, a dor, a revolta, o susto... ...e não me sai da cabeça a imagem do avião a embater numa d

O choro da minha menina

Antes de ser mãe ouvia dizer que rapidamente aprendemos a interpretar as emoções dos nossos filhos, mas confesso que me fazia imensa confusão. Enquanto eles não falam, não dominam a linguagem nem a expressividade, como seria? Dou a mão à palmatória, pois assim que ma puseram em cima do meu corpo e depois de nos termos admirado uma à outra, estabelecemos as nossas primeiras emoções, tornámo-nos uma da outra e facilmente comecei a reconhecer aqui e ali os seus traços de personalidade, as suas carência e necessidades. E é incrível que mesmo quando era uma recém-nascida, lhe adivinhava sem margem de erro pelo choro, se necessitava apenas de sentir o meu cheiro, se tinha fome, se tinha a fralda a causar-lhe desconforto... Não que seja ou tenha sido uma bebé muito chorona, mas tem, como todos, os seus momentos, as suas birras, as suas teimosias; mas, o que mais "stress" me causa tem sido das poucas em termos reais, mas mortificantes (para mim) vezes em que ela se magoa, ou que a

Fim de Tarde

Não há dúvida de que os fins de tarde de Setembro são dos mais bonitos do ano. As árvores mudam de tonalidade, a movida do Verão vai-se esvaindo e sente-se uma atmosfera bem diferente, que acalma. Mas o que me aborrece é que quando o Sol se põe e estou a conduzir na direcção do poente, àquela hora, é terrível; por escassos momentos deixo de ver e penso: - Raios, detesto esta hora do dia! Transpondo isto para a vida, é mesmo "querer ir, para onde não vou"!

"O Mandarim"

Como é que é possível as circunstâncias da vida por vezes serem capazes de dar origem à nossa descaracterização, à perda de alguma da nossa identidade e que nos façam andar tipo zombies a pairar no cimo da nossa vida? Quer dizer, que as preocupações relacionadas com os filhos ou com a nossa família nos façam desertar do rol dos dias felizes, é uma coisa, agora coisas e loisas que cheiram mal, que fedem...sinceramente não consigo entender, embora também tenha padecido do mesmo mal. E porquê Sr. Ministro?? A pessoa ganha rugas de expressão, olheiras, depois gasta-se dinheiro em corrector, que depois não sobra para comprar os belos dos óculos da Prada! Resolvi que já chega de ler apenas revistas de viagens, de puericultura e bebés e catalógos do hipermercado. Retomei um hábito, um vício que me faz falta e que me alimenta a alma e a imaginação. Como é que eu pude estar mais de um ano alheia das letras que tanto prazer me dão?? Credo, quando de facto nos relacionamos com seres estúpidos

Eu e o prémio da "Volta ao Mundo"

Ontem depois de cumprir com todas as tarefas domésticas do dia e de tratar da Bébécas e todas as implicâncias que esse facto tem, digamos que me sentei a relaxar já muito perto da meia noite. Tinha recebido a minha Volta ao Mundo na caixa do correio, publicação daquelas de que gosto muito e já nem me lembrava que no mês passado tinha participado num concurso. Pois que me ponho a folhear a dita e às tantas, já numa das páginas finais vejo lá o meu nome...uau, fez-se luz!!! O concurso em que identifiquei uma fotografia que só podia dizer respeito à British Columbia deu-me frutos. Fiquei tão contente. Sendo assim ganhei o livro "Paris" do Julien Green, uma das obras de maior vulto deste escritor, uma espécie de diário de bordo, muito ao seu jeito, da cidade dos amantes. Nunca li, não tinha o livro...por isso foi uma agradável surpresa.

As nossas teimas

São de rir e chorar por mais. No serão de Sábado, já depois da Bébécas ter recolhido aos seus aposentinhos, já não sei a que (des) propósito, veio à baila o Herman José, aliás, a Maximiana. E eu a teimar que a dita fazia parte dos intervenientes no Tal Canal e o Honey teimava que não. Houve direito a aposta e tudo, não vou dizer o teor, pois é muito íntimo...e eu perdi. Contrariamente ao que é hábito, o Honey tinha razão. Raios, detesto ter que dar a mão à palmatória...mas ele tinha razão, buáááááá. Não cumpri a promessa...ainda, mas vou cumpri-la, sou uma mulher de palavra e no mercado das teimas com o Honey, continuo em vantagem, eheheh

Polo Tecnológico de Lisboa - Ciência

Na semana passada, por questões profissionais passei algum tempo no polo tecnológico de Lisboa, local que não conhecia até então. Estive num local em que se estudam diversos organismos vivos, células, moléculas e afins com vista à melhoria das condições de combate a determinado tipo de patologias clínicas da espécie humana. Não vi nada relacionado com as pesquisas em si, nem nada que se pareça, nem tão pouco foi por esse motivo que me dirigi a esse espaço, mas o facto de entrar no interior de um edifício que se dedica à investigação, ouvir o chilrear dos pássaros e aperceber-me de que estavam a esvoaçar livremente por cima da minha cabeça...é de cientista! Realmente estando perante estes ambientes conseguimos absorver tantas emoções e tanto conhecimento, de nós próprios e do que nos rodeia. Se fosse hoje, com menos 11 anos de vida, a seguir à Sociologia, teria estudado mais e aprofundado muitos conhecimentos no âmbito das ciências da vida - cada vez me fascinam mais. O ambiente de

Para mau entendedor

...nem à marretada! Aqui a entidade não quer gelados, aqui a entidade não quer nada! Raios e coriscos, pelas barbas de molho do profeta, valha-me Eu. Será que é muito difícil que a criatura entenda que a entidade não quer absolutamente nada!? Se a única coisa que teve para me dar até hoje foram uns palitos de madeira de má qualidade que me iam dando cabo dos dentes e o facto de ter doado meia dúzia de células que ajudaram à concepção da Bébécas, caramba, agora oferece gelados ainda por cima depois de já os ter lambuzado e trocado fluidos da sua mucosa imunda com a Bébécas (o que eu não tendo a boca imunda e sendo mãe dela, sobretudo por uma questão de higiene e protecção dela não faço). Aqui a entidade já disse que não quer provar a #£€@& do gelado porcaria nenhuma. BOLAS que a criatura é lenta!

Homem preso por morder uma cobra - Globo - DN

Homem preso por morder uma cobra - Globo - DN Ao ler este lead, confesso que me deu para rir, e pensei que o senhor em causa tinha mordido...digamos que um(a) cobra daquelas humanas, não pertencentes à classe dos reptéis, mas à classe humana em termos biológicos, mas mais primária em termos emocionais. Mas não é que o dito mordeu mesmo uma Cobra e deixou-a em estado grave? Coitada da bicharoca. Não maltratem por favor estes animais denominados de irracionais, porque de facto o que lhes pode faltar é apenas a razão, e por vezes podem ser mais humanos do que os que se dizem como tal.

Bébécas - 14 Meses

Ena tantos!!! Está linda - cada vez mais! É a filha com que sempre sonhei, embora por momentos achasse que viria um rapaz...mas afinal foi por ela que esperei para ser a primeira. Para ser a pioneira do amor incondicional, do orgulho, da imensa vontade em lhe proporcionar tudo, mas mesmo tudo do mais maravilhoso e irrepetível que possa. Olhar para as minhas fotografias em pequena e reconhecer claramente as parecenças, abraçá-la e beijá-la e amá-la tanto, mas tanto, tanto que é impossível quantificar. É paixão que não acaba, é um amor que jamais cessará, e a cada dia tenho mais amor para lhe dar. Houve lanche, bolinho e muitos beijinhos! Tão querida que ela está!

Importância a quem a tem

Isto de sabermos de coisas e loisas e estarmos perante o segredo da confissão é tramado; sobretudo para alguém que gosta das coisas esclarecidas, para o bem ou para o mal. Não vale muito a pena levar carga negativa para a almofada, pois só nos provocam rugas de expressão. Mas há coisas que fazem confusão. Porque é que há certas criaturas que não se resumem simplesmente à inexistência de importância que nós lhes conferimos? Preocupo-me acima de tudo com a minha filha, com a minha filha e com a minha filha, com a minha família, comigo, comigo e comigo, com o meu honey e com a família anexa que é um amor, com os meus amigos, igos, íssimos com a minha família, com o honey, família anexa, com a minha filha, filha, filha e comigo, igo, igo...família, honey, família do honey, amigos, igos, íssimos e não passa daí. Ponho o CD número 5 a tocar, mas a música é a mesma. Estou-me borrifando ( a começar por c e a acabar por o) para quem tenta manietar, descredibilizar e que não tend

Votos

Quando se faz um voto, seja ele qual for, tem que se cumprir. E um voto de silêncio é sagrado. Por isso, o que posso acrescentar neste momento é: "E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal!"