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A mostrar mensagens de Agosto, 2021

O peso, esse grande malvado

 Grande parte da minha vida foi vivida sem problemas com a balança ou, se existiam, eram devidos ao baixo peso proporcionalmente à minha altura. Assim se manteve inclusive no pós maternidade mas, já perto dos 40 comecei a ganhar umas curvas que nunca tinha visualizado em mim. Mas o peso ainda que tivesse aumentado, estava dentro do normal. Até que veio a pandemia, muito tempo em casa, pouca ou rara actividade física e a balança não perdoou e o meu índice de massa corporal começou a acusar excesso de peso. Nada de grave, mas a verdade é que tinha ultrapassado a linha. Havia roupa que já não me servia ou servia mal. E isto começou a incomodar assim como a voz crítica da minha mãe e as suas profecias que o corpo da mulher muda depois dos 40 (e de facto muda) e que se não tivesse cuidado, nunca mais voltaria ao que era. A verdade é que finalmente tomei as rédeas ao bicho, entenda-se, ao meu corpo e a balança tem vindo a reflectir o que lhe tenho feito. Hoje o meu índice de massa corporal j

E Portugal continua a estar de parabéns nas Olimpíadas

 Desta vez, uma medalha de bronze no lançamento de peso. Muitos parabéns ao atleta Miguel Monteiro pelo importante feito. 

Acerca de peças de roupa mal concebidas

  Comprei há uns dias este vestido. Bom, não este, mas um igual. É de facto o meu estilo, fluido a atirar para o boho, não é propriamente fast fashion. A verdade é que até há uns tempos atrás eu comprava roupa e tudo me assentava bem…e agora nem por isso. Ou estou a encolher, ou estão a colocar mais centímetros de tecido à roupa. Ia vesti-lo um dia destes para sair com uns amigos e a minha filha chamou-me à atenção que estava a rojar pelo chão. Quando o comprei não tive essa ideia, mas a verdade é que parecia quase um véu de noiva, a quantidade de tecido sobrante. Com grande pena minha não o pude vestir; não me apetecia calçar saltos altos e na verdade comprei-o mais para o usar de uma forma descontraída. Hoje ao deixá-lo na senhora que faz as bainhas, chegámos à brilhante conclusão que, não tendo eu uma perna mais curta do que a outra, o vestido tem diferenças de tamanho que vão para lá dos 5 centímetros. Ou seja, num lado existem cerca de 8 centímetros de tecido a mais, e ao lado est

Partners in crime

 Hoje fomos ao Sushi e que bela parceira eu fui arranjar. Ainda consegue comer mais do que eu. Nem ao sashimi torce a cara. Tudo o que prova…gosta e repete. É uma riqueza a minha menina.  

“How to get away with murder” ou…como não ficar inebriado pela genialidade de Viola Davis

 Como é que eu não tinha ainda ouvido falar desta série!? Ando a deixar escapar algumas qualidades mas, vale mais tarde do que nunca. Encontrei-a em plena navegação pela Netflix e fiquei agarrada. Tem uma dinâmica de que gosto: advogados e crime. E tem uma Viola Davis magistral como já nos habituou, mas muito mais do que isso. A trama dá-nos uma rede de interacções, os primeiros episódios com flashbacks que atingem o climax mais para o final da primeira temporada e ela…bom, ela está genial. A interpretação, a aura, o peso, a genialidade….a cena em que ela se desmaquilha totalmente, retira a cabeleira, e fica ali despida de qualquer poder, frágil, sofrida, ferida, porque descobriu a traição do marido…a dor, a desilusão. Nada que ela não faça também, mas o marido tão pouco sabia. O paradigma do “olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço”, mas continuamos a gostar dela, ainda que tenha uma postura cuja ortodoxia é muito discutível. Estou a adorar a série, é brilhante e tem det

Ai a chatice!

 

A morte, essa tragédia que nos obriga à despedida física, mas que deixa em nós uma saudade extrema que não se desvanesse

 Pensar na vida leva-nos inevitavelmente a pensar em morte. A pensar nos que já perdemos e que o nosso dia também se aproxima. Cada dia de vida vivida, é também menos um dia que nos distancia da morte. A morte, esse grande enigma da vida que, de quando em vez, nos faz inteirar da realidade, da finitude do efémero que tudo isto é. Estamos numa fase em que tanto se morre, desconhecidos, conhecidos, próximos, os nossos…e os tempos ficam sombrios por vezes. Não sei o que se passa para além do que conhecemos, mas algo em mim gostava de os reencontrar. Aqueles que me protegiam e gostavam de mim e me proporcionaram momentos felizes e que, já não estão por cá. Tenho saudades, muitas saudades. Talvez por isso esta noite tenha sonhado com a minha avó. Foi em contexto de doença (dela), num hospital, ela internada, sentada na cama, eu com os meus braços em torno dela num abraço longo, tão longo quanto o tempo que durou o sonho. Ela cabia-me no abraço, era uma mulher pequenina, mas forte e lutadora

Já não me lembrava o quanto isto puxava pelo corpo

 Derreada mas bem. Toda a tensão libertada a bater na bola 🥎!

Diz-me a minha mãe

 “Hoje estive a matar saudades de ti, pequenina. Eras uma graça.” Portanto, andou a ver fotografias com 40 anos ou mais, quando eu ainda era de facto uma pessoa cheia de graça.  Esses tempos já lá vão e não voltam mais. Agora é sempre a decair.

At the end

 Importa estarmos vivos, termos saúde, vivermos num país em que 70% da população está vacinada, e que maravilhoso que é termos essa possibilidade.  Quase um mês depois tenho o braço a recuperar o seu aspecto inicial mas…para pessoas de pele mais escura, qualquer ataque à nossa pele demora muito tempo a sarar e recuperar a sua cor original. É a vida. Mas que todas as marcas fossem estas. Enquanto a tiver vou sempre lembrar o afortunada que sou….apesar de tudo.

Em suma

 

Está quase…

 

Não sei se é falta de bom senso, se faltaram a algumas aulas de Filosofia...ou se é mesmo um Ego gigante

 Mas aquelas pessoas que apontam o dedo aos outros sem antes se analisarem, deixam-me em brasa. Tu fizeste, o outro fez, tu disseste....caramba, e o que os próprios fazem e dizem, não conta!? Haverá por aqui alguma perfeição miraculosa? Hoje levei com uma situação destas no trabalho, com uma pessoa que é exímia neste tipo de julgamento. A cegueira é tanta que por vezes nem se dá conta que reclama de factos cujos erros foram cometidos pela própria equipa e não pela minha. E depois eu explico, faço um desenho, com toda a paciência. Mas há dias em que nem com paciência lá vai. Bolas! Que atire a primeira pedra quem nunca errou...............aiiiiiii, já levei com uma série delas, estou ferida, estou a sangrar, já me saltou um olho. Muita perfeição existe por aí, sim senhor.

Experiências veganas

 Não nego à partida uma ciência da qual conheço pouco, e se os alimentos tiverem um bom sabor digamos que não sou demasiado esquisita. Mas ainda não consegui deixar de comer carne e peixe, sendo que como muito raramente carne vermelha. Leite e derivados…adoro. Eu gosto mesmo de leite ao ponto de o beber para acompanhar refeições. É a minha bebida preferida. Mas sinto inchaço na zona abdominal, os intestinos não funcionam bem e a minha mãe agora deu em vaticinar que eu sou intolerante à lactose. Tentei o leite sem lactose e não consigo. É horrível, dulcíssimo. E eu gosto de leite simples, branco, sem adições de qualquer espécie. Aquelas bebidas aquosas vegetais tão pouco me agradam: sejam de soja, arroz, com sabor a coco ou amêndoa - intragável.  Mas agora apareceu uma tal Wunda. Experimentei. Caro como o Demónio. Não amo, tem um sabor estranho, mas traga-se minimamente. Tolero…vá. Reduzi substancialmente o consumo de leite mas ainda não noto grandes diferenças no meu organismo. E qual

Coisas que não percebo

 As minhas mailboxes são inundadas permanentemente por emails de proveniência desconhecida com ofertas de fármacos, entre os quais Viagra e Cialis. Mas por que carga de água recebo eu estas porcarias quando nunca comprei, não preciso, não sou de todo o público alvo e não ando a navegar por sites estranhos. É todos os dias a mesma coisa, já chateia! Reporto, bloqueio....mas a saga continua. 
 Passa do meio-dia. A minha filha acordou há 5 minutos. A vida dos estudantes pequenos é difícil. ...aproveita filha, um dia mais tarde vais ter saudades destes tempos que vais recordar como uma miragem.

Dicotomias

 Se me disserem para agarrar num objecto que pesa 40kg eu vou tentar ajudar, sim, mas a verdade é que devo aguentá-lo com a força dos meu braços durante escassos segundos. Não tenho força de braços, nunca tive e acartar pesos é algo que me custa deveras. Há uns dias sem aviso prévio a minha filha saltou-me para o colo, agarrada ao meu pescoço e pernas entrelaçadas pelas minhas costas. Perante a minha surpresa inicial e desabafos na senda do "a mãe não pode contigo ao colo" ela ali se manteve...e eu, aguentei. Acho que os seus 40kg se fundiram em mim e na verdade não lhe senti o peso. Senti antes um prazer enorme em conseguir agarrar a minha filha com 11 anos, algo que mais dia menos dia, mesmo com o amor desmedido que tenho por ela, não irei conseguir; porque ela vai pesar mais e eu, também irei envelhecer mais. Fiquei ali a curtir aquele momento e a desejar que o tempo parasse e nos mantivesse estáticas naquela bolha de amor. 

Irrita-me a falta de rigor

 E já percebi que ocorre todos os anos o mesmo com os vouchers para os livros escolares e a escola da minha filha. Em teoria  hoje seria o dia em que os mesmos seriam disponibilizados, seja para trocar por livros novos ou reutilizados. Há escolas que já começaram a disponibilizá-los há mais de uma uma semana. Pois como vem a acontecer nos últimos anos, a escola da minha filha continua a não cumprir prazos e isso acarreta chatices para os pais e mais perdas de tempo.  Os prazos existem para ser cumpridos de parte a parte. E depois eu é que sou chata, eu é que reclamo, and so on, and so on.
 

Emergência

 Fui ao cabeleireiro e deixei-a em casa com todas as instruções e a minha preocupação no que respeita a disparates. Mas eu tinha mesmo que ir ao cabeleireiro, estava marcado há que tempos e não tinha com quem a deixar.  Ocupo-a e tento garantir que não se disperse estando ao telefone e entre mim, a tia e mais 2 ou 3 pessoas amigas, vamos ligando e ocupando a Milady Ritokas.  Estava eu já na fase do secador, ou seja, a pior para estar ao telefone e ela que me liga: “Mãe!” Perguntei se tinha acontecido algo que não pudesse esperar ao que me respondeu, mais ou menos. Então, disse eu, o que é que se passa filha? “Mãe, eu fui ao frigorífico buscar uvas para comer e dentro do cacho vi lá uma aranha pequenina!” Eu respeito a aracnofobia da minha filha, mas isto é surreal.  Quando cheguei a casa, armei-me em Ghostbuster….perdão, caça-aranhas e agora fui promovida a heroína daqui do bairro. Pobre aranhiço que segundo a minha avó, até eram sinal de sorte e dinheiro a caminho. 

A Arte pelas Mulheres

 E que mulheres. Ainda apanhei a exposição “Tudo o que eu quero” na Gulbenkian e adorei. As palavras, o seu Eu, a sua visão de si, da natureza, da política. Arte feita por mulheres, para todos. A Arte transversal a gostos e preferências. Sem Arte, nada somos.

Quantas vezes!?

 
 Bom, desta roleta safei-me. A pessoa que teve o contacto de risco testou negativo. Mas quando será que esta incerteza pandémica termina!

Vamos lá ver se não entro em isolamento outra vez

 Then again - contacto com uma pessoa próxima que por sua vez contactou com um infectado. Bom, até ver ainda estou livre porque a pessoa com quem contactei ainda aguarda resultado e so far  está "apenas" em isolamento profiláctico.  Mas se o bicho pegou...não, por favor, a uma semana e meia das férias é de uma injustiça tremenda para a minha pessoa que já merece uns dias de descanso sem estar aprisionada. Aguardemos pelas cenas dos próximos capítulos. 
 ....e os amigos continuam a "esfregar-me" as férias na cara, e eu a roer-me de inveja. Raios, ando mesmo cansada e a precisar de desanuviar o espírito, a alma e o corpo. Tudo ao mesmo tempo e tudo em bom. Enfim, padecemos todos do mesmo.  Mas aguardem, que o meu dia, está para chegar!

Farta de Phishing

 Há uns dias li um artigo acerca do fenómeno em causa e as estratégias para que não se seja apanhado na malha. Na verdade, ainda nos tempos áureos das disquetes e daqueles vírus informáticos malucos, mas uns embriões comparativamente aos que temos hoje, fui instruída por um guru da informática que tipo de ficheiros poderia ou não abrir, de que tipo de emails deveria desconfiar, etc. E na verdade estou sempre muito atenta e ainda não apanhei sustos de maior. Na minha empresa inclusive de quando em vez recebemos mails suspeitos, mas muito bem feitos com a finalidade de testar quem não cede à curiosidade e os abre ou, quem reporta como "phish". O castigo para quem não o faz é um curso online. Até hoje nunca me aconteceu - estou expert em detectar mails suspeitos. Mas a verdade é que cada vez se torna mais difícil uma pessoa não se enganar; são emails vindos de endereços que nos são familiares, sms's dos CTT, da EDP ou da Worten, as corriqueiras do Banco, emails com questioná

Excessos em nome de sei lá o quê

Não há quem não os cometa, não há quem diga coisas de que depois se arrependa. Alguém já pregou uma rasteira a alguém nos seus tempos de infância and so on . O que já me mete algum nojo é continuar a ler nas redes sociais pessoas a regozijarem-se com o Covid do paspalho do André Ventura. É um paspalho, é! É execrável, é! É mal educado, é! E é tantas outras coisas que o meu quadro de valores despreza. Mas deixem lá a saúde do homem em paz. Desejar ou aplaudir qualquer espécie de falta de saúde a alguém, é ser tão ou mais primário do que o visado.

Validade

 Amanhã o meu certificado de vacinação fica oficialmente válido. 14 dias após a segunda inoculação. Já o meu braço continua impróprio para consumo! 

Ouro para Pichardo

 Quando um ser humano escolhe outra nação para ser a sua e faz História, a nação que o acolheu deve ficar-lhe eternamente grata. Muitos Parabéns pela vitória pessoal e pelo facto de voltar a colocar Portugal entre os melhores!

Vamos nessa!? Viva a infância!!!!

 

Não ganhei a aposta...

 Mas também não a perdi na totalidade, pois foi alcançado um bom resultado e mais uma medalha para Portugal. Ter uma medalha de bronze no palmarés, ainda que não seja a dourada, é um grande marco. Parabéns Fernando Pimenta!

Aposto no Ouro

 Vou adormecer com fé no Pimenta! O Record Olímpico já é dele. Tem tudo para brilhar ainda mais. Se não for, continua a ter todo o mérito. 

Era uma vez os 3, os famosos Moscãoteiros

 O regresso ao cinema

Mais um título. Parabéns Patrícia Mamona.

 Para além do talento é bonita que se farta.