Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de 2021

Hereges que estão sempre a criticar…vão por mim

 Afinal esta coisa do Ivaucher funciona mesmo. Ontem fui à Bertrand comprar o livro que por acaso estou a ler agora e confesso que nem me lembrei disto. Mas hoje por acaso acedi à minha conta e já lá estava o reembolso devido. Entrou ontem, o que não deixa de ser interessante, dado terem mencionado que os reembolsos seriam efectuados em 2 dias úteis. Aqui está a prova:

Diálogo surreal

 Estava um casal a passar por mim no centro comercial e diz-lhe ela: “Nem dizes que eu estou toda boa!” Ele a falar de outras banalidades estava, a falar de outras banalidades continuou.  Tudo isto foi muito rápido mas eu não pude deixar de olhar para a senhora; não sou apreciadora de mulheres no sentido mais romântico do termo, mas tenho olhos na cara e a senhora…não tinha grandes ou nenhuns atributos que saltassem à vista. Dos restantes, não sei, nem quero saber mas….uma coisa é certa, lá auto-confiança e auto-estima, tem e em grande escala. Levei cá uma estalada de luva branca. Ela acredita e isso fá-la elevar-se aos píncaros. Mesmo que para os outros seja ridículo, ela não quer saber, e assim é que é. Agora quem confirma que a senhora é boa, sou eu. Se ela acha que estava toda boa, é porque estava pois está claro. E o banana do acompanhante nem teve a decência de confirmar. Enfim…homens! All the same shit!

Leituras

 Sem cabeça para ler grandes dramas ou tratados históricos, mas também sem pachorra para lixo. Vai daí estou na ala dos Grandes (pelo menos para mim), mas num modo menos pesado. A Biografia de um Cão parece-me uma boa companhia para as próximas horas, ou não fosse ele, o melhor amigo do homem…e já agora, da mulher também. Virginia Woolf 

Por outro lado na escola

 Continua a não falhar. É um orgulho esta menina.

Ter uma mãe cientista

 Nem sempre lhe será muito proveitoso numa primeira análise, mas talvez passados uns anos ela perceba que tudo teve o melhor dos propósitos. Ora bem: resolvi dar o voto de confiança e aliviar as restrições aos equipamentos electrónicos, entre os quais, o telemóvel, desde o início do ano lectivo. Não obstante antes de se embrulhar no vício ter que me informar sempre, sempre fui dizendo que sim. Mas ia obviamente, observando. Nós os sociólogos observamos, capturamos detalhes, tiramos notas, antes já temos toda uma problemática delineada, depois analisamos os dados e no fim concluímos. E por muito que eu lhe tenha dado o voto de confiança e lhe tenha explicado que o dia tem horas para tudo e que por vezes, quando não tem, devemos definir prioridades, o que se passou foi o seguinte: Acordar às 6 da manhã para se imbuir no telemóvel e com isto faz tudo o resto a correr, como seja, arranjar-se, tomar o pequeno-almoço, etc - em suma, tudo ao contrário Antes de sair de casa, se antes a última
 

Perguntou-me no outro dia

 “Mãe, gostavas de ser avó?” E eu: “Claro, quando chegar essa altura irei ficar muito feliz!” “Se tiver uma filha vai chamar-se Adriana!” - disse ela. E eu cá para mim: bom, o que vale é que só tem 11 anos e até lá encanta-se por outro nome…ou não. Mas que raio, Adriana!?
 …e os meus amigos que trocaram o carro pela bicicleta e que para além de estarem com umas pernas giríssimas e uma boa forma física, ainda “gozam” com quem, como eu, anda a sentir-se sodomizado cada vez que abastece o depósito do carro, e ainda paga para isso. Estão a arriscar-se a levar no mínimo uma dentada, e se há coisa que eu tenho, são bons dentes. Fica o aviso!

A concepção de impor respeito está directamente relacionada com o quão audíveis consigam ser os professores

 Explico: só ontem a turma da minha filha teve a primeira aula de Educação Musical deste ano lectivo pois até aqui, a professora ainda não tinha sido atribuída. Perguntei-lhe se tinha gostada da aula, da professora, etc. Pareceu-me logo estranho quando me referiu que embora a aula fosse de duas horas, só tiveram a segunda hora porque a professora tem filhos bebés e tem que os deixar não sei onde. Acabei por não perceber se este atraso foi algo pontual ou se será assim ao longo do ano, mas adiante. De resto disse-me que os meninos se portaram muito mal e que estavam sempre a falar e não respeitavam as regras da sala de aula. Após lhe ter perguntado se a professora não se impunha e não punha ordem na sala, respondeu assim: "Não mãe, ela fala baixinho, ela não grita como os outros professores, ela não grita e os meninos não fazem caso!" Concluo que afinal o que impõe respeito é dar dois berros! Estamos sempre a aprender.

Dia Internacional da Luta contra o Cancro da Mama

 Há cerca de 5/6 meses comecei a sentir algo estranho e a verdade é que embora saiba que como qualquer mulher a partir dos 40 anos devia fazer os exames anualmente, há bem mais do que isso que andava a falhar. Sentia algo estranho e umas dores, mas há quem diga que as coisas quando são más não causam dor inicial…bom, lá fui ao meu médico e claro ouvi uns ralhetes. Voltei a ouvir ralhetes do médico que me fez a mamografia e a ecografia mamária, mas confesso que o que me fez estremecer foi qualquer um deles me dizer: “esqueça por momentos o sofrimento, a dor, até uma morte precoce por si só…mas acha justo a sua filha tão pequenina e a precisar tanto de si, passar por um drama desses?” E claro, a explanação das estatísticas que apontam para que 90% dos casos de diagnóstico precoce resultam em “cura” e que se seguirmos o protocolo anual e o auto-exame mesmo que haja um azar, é logo talhado a direito e rapidamente. Prometi- lhes isso sobretudo por ela, que precisa mesmo muito de mim. A sint
 

É tudo uma questão de auto-estima

 Quando a minha filha me diz que faz melhor a espargata do que o professor de Educação Física. Até acredito que tenha muito mais flexibilidade, dada a tenra idade e ainda estar em processo de crescimento ósseo mas em termos de técnica fazer melhor do que o professor, até duvido. Mas ela diz que sim, e sabem que mais, a minha resposta foi: "Boa filha, tu arrasas!" Ela ri-se, eu também e adiante, porque para a frente é o caminho.

Nunca é tarde para aprender novo vocabulário

 

A criança também “netflixa”

 Mas como é óbvio, tem acesso limitado na sub-categoria “crianças”. Tem a pastinha com o nome dela, e está feito. Não quer dizer que não haja conteúdos na outra parte que ela possa ver, mas aí será sempre sob a minha censura. Sim, aqui nalguns campos existe alguma censura. De resto, nos conteúdos que constam na pasta dela, entra sem restrições. Há uns dias perguntou-me se eu sabia o código de acesso geral. Devia pensar que me apanhava desprevenida, mas…não. “Sim, sei!” - respondi eu. E ela: “E podes dizer-me qual é?” E eu: “Se fosse para saberes,  não existiria código, certo!?” A conversa obviamente não ficou por aqui pois fiz questão de lhe explicar o porquê: uma questão de proteção para ela própria face a conteúdos para adultos que não devem ser visionados por crianças e que por vezes, mesmo um simples trailer pode conter imagens violentas, nefastas e impróprias para menores de idade. Apenas por isso decidi filtrar o acesso. Resposta dela: “Percebi mãe. Tens toda a razão. Fizeste mui

Eu incluída…sou muito democrática

 

Talvez seja uma questão de idade (a minha)

 Mas quando estou a ver os noticiários nos canais generalistas portugueses e a meio dos blocos publicitários aparecem os anúncios aos Big Brothers que em cada canal têm um nome diferente, mas que vão dar todos ao mesmo, até reviro os olhos. Eu até compreendo que para algumas pessoas aquilo seja a sua companhia….mas só de ouvir a publicidade fico irritada.  O mesmo sucede após a hora de almoço ao fim de semana, em que rapidamente pego no comando e saio dali - num momento estou a ver uma notícia que até me interessa, no minuto a seguir já vejo umas dançarinas toscas e roliças aos pulos num palco erigido numa cidadela qualquer, uma serie de apresentadores histriónicos aos gritos a atropelarem os seus diálogos pré-ensaiados entre si. E nisto há programas apresentados pelo Marco Paulo e afins e caso não houvesse de facto outras opções eu acreditaria que se tratava de uma conspiração para embrutecer a sociedade. Lamento o que possa parecer aos mais incautos, mas esta mediocridade não leva a

O Soajo

 Hoje, nem sei bem porquê, lembrei-me do Soajo. Não, não é o Soajo da Peneda Gerês, que por sinal é das vilas mais bonitas que conheço neste país com os seus espigueiros, mais ou menos artísticos espalhados no seu espaço.  Mas este Soajo tinha outra beleza, e ladrava. Era um dos Castro Laboreiro do meu padrinho, que durante uma parte da sua vida entre outras coisas, foi criador desta raça autóctone de cães tão portuguesa.  O Soajo não era um cão naturalmente simpático,  nem era um cão afável. O Soajo tinha carácter e não era dado a confianças. Era um cão de guarda, e ponto. Não se deixava sensibilizar. Tinha um ladrar forte e rouco. Mas eu era criança, e achava piada ao Soajo. E colocava-me em cima dele, como se de um pónei anão se tratassse, e cavalgava em cima do seu lombo. O Soajo quando assim era, virava cordeiro, nem latia. Bom, se me visse vir ao longe ladrava com fervor, como que a dissuadir-me de me aproximar, mas depois, resignado, lá me deixava fazer-lhe diabruras, até me can
 

Crescimento

 Só percebemos certas coisas quando somos nós os actores principais e nisto da maternidade sou forçada a concordar. O tempo passa a correr e ontem eu tinha uma bebé linda com aquele cheiro maravilhoso e hoje tenho uma rapariguinha que amanhã, quando eu abrir os olhos, já se terá tornado numa mulher. E eu, com o rosto outrora jovem…serei a sombra outonal e logo invernal de quem alguma vez já tinha sido. É a vida a seguir o seu curso, tal como um rio. Desde que começou a andar, por muitos outros sapatos que tivesse, comprava sempre as “carneiras” da praxe. Foi com uns desses que deu os primeiros passos, e até hoje aos 11 anos eram uns dos sapatos que ela sempre usava. Tão cómica, tão fofa, tão filhota pequenina da sua mamã. Há uns dias disse-me que estes últimos já lhe estavam apertados. A seguir ao Verão já se sabe que crescem pés, cabelos, centímetros em altura…é a loucura. Hoje lá peguei nela e fui comprar uns sapatos novos, para o dia-a-dia e para darem também para a farda das Guias.

E depois é uma catavento

 Interesso-me por tudo o que esteja relacionado com ela e desde sempre que existe diálogo entre nós; mesmo nos dias em que estou sem a mínima paciência para mim própria, faço questão de lhe perguntar como correu o dia, se brincou com os amigos, se gostou do que aprendeu na escola, se não houve "pancada", o que foi o almoço e com quem almoçou. Não me interessa obviamente saber se foi com a "Cátia Marisa" ou com a "Yvete Tatiana" ou até com o "David Inácio", mas é importante para mim saber que ela se relaciona com os outros e é uma forma de perceber que em termos de sociabilidades a coisa está a funcionar normalmente. Obtenho respostas para tudo à excepção da ementa - esta criança raramente se lembra do que comeu ao almoço do presente dia. É impressionante. É óbvio que eu tenho sempre as ementas e sei de antemão o que ela comeu, mas faz parte da nossa rotina de conversa de mãe e filha e ela...nunca me sabe responder. Vou mudar a estratégia. Hoje vo
 

Até a criança acha despropositado

 Passámos hoje na “rotunda grande” de Oeiras e qual não é o espanto, já está toda engalanada com árvores de Natal. Comenta a minha filha, escandalizada: “Não acho normal, estamos em Outubro e já estão com decorações de Natal!? Ainda nem celebrámos o Halloween!” Portanto analisemos a coisa: o quão escandalizada se sentiu pela imensa antecipação, e com razão digo eu. Ainda nem a meados de Outubro chegámos e já começam a enfatizar a loucura. Quase escandalizada eu, na minha proveta idade por esta mescla entre o cristão e o pagão, o sagrado e o profano. É um autêntico “ melting pot”  esta miúda. 
 Não ligo nada a likes. O que coloco e/ou comento nas redes sociais, faço-o porque me apetece e não por esperar reacções. As linhas que aqui escrevo são as minhas memórias, os meus pensamentos, as minhas parvoíces, devaneios e…acima de tudo, coisas que não interessam a ninguém, mas que escrevo para memória futura. Algures no tempo se ficar sem tino ou memória, vou lendo e tentando recordar quem fui, no que pensei, no que me causou emoções boas e más, nas traquinices da minha filha…. Também ficará para ela um dia se rir com as banalidades da mãe. Não pretendo nada mais.  Mas…receber numa das minhas redes sociais um “like” do Ivan Lins….deixou-me agradecida. Eu admiro o Ivan Lins e o filho Cláudio. Receber assim uma manifestação deixou-me com um sorriso tímido e feliz. Estou grata pela simpatia.

Acede livremente à informação e depois expõe o que quer e o que não quer seguir de todo

 Vivemos em paz, embora eu seja a mãe e ela tenha que cumprir certas regras - há quem me acuse de excesso de zelo, mas honestamente não estou de acordo. É um facto que vivemos numa fase em que a falta de valores é notória e as crianças são muitas vezes mal educadas e isso, eu não aceito e tenho que corrigir. Mas raramente sou coerciva - sou capaz de dar 2 ou 3 berros, ameaçar a perda de privilégios e por vezes não me ficar só pela ameaça, ficar magoada uns tempos - acho que é o pior que lhe posso fazer. Sentir que eu não estou a olhar para ela a direito custa-lhe mais do que se eu lhe desse um tabefe. Mas aqui em casa, tabefes não há...vá, já houve um abanão ou outro, mas levantar a mão é coisa que não me assiste. Por isso, há liberdade para expor ideias, debater, contestar, mesmo que nalguns pontos, tenha que prevalecer o que digo. Sim, eu sou a mãe e por enquanto quem tem o dever de impor regras, continuo a ser eu. Mas a minha filha tem a sua vontade própria e é uma criança informada

A minha opinião vale o que vale, ou seja, zero

 Mas este orçamento não me convence, eu que pouco percebo de política monetária, sou das ciências humanas e por muito que me interesse por economia, não sou expert, sou zero. Mas sou cidadã, vivo neste sistema de coisas, sou algo prejudicada a nível de carga fiscal, atendendo à condição de ser mãe solteira mas olho sobretudo para quem ainda tem menos, muito menos. (Tentar) Dourar a pílula com benefícios maiores pelo segundo filho até aos 6 anos, o surgimento de 2 escalões intermédios mas continuar a existir um grande gap nalguns deles, os impostos sobre os combustíveis que foram assumidos pelo próprio Ministro das Finanças como serem algo para continuar drasticamente, quatro mil milhões de euros para a TAP, mas a crise com que estamos a nível de médicos não ter fim à vista e termos por exemplo doentes a serem observados nas garagens do hospital de Vila França de Xira…e podia estar aqui o resto da noite a esmiuçar o que está mal e que este orçamento não tem em conta. Sem dúvida que o Es

"Clickbait"

 Bom, deixei a série do Trotsky a gravar e irei vê-la mais lá para a frente pelo que, nas minhas incursões pela Netflix, apanhei "Clickbait" - série pequena, poucos episódios, jogos mentais, tinha tudo para dar certo. Gostei da trama ao ponto de ficar irritada comigo mesma. Vejamos. Embora na minha vida privada seja um falhanço a nível de ler as pessoas, profissional e ludicamente falando, costumo estar no topo. Lá está, a diferença entre razão e coração. Quando o coração lá está, sou naïve.  Muito, demasiado e infelizmente as pessoas aproveitam-se disso. Pessoas com índole discutível, mas isso são outros quinhentos. Mas em termos profissionais em que fala a Razão e nestas coisas de filmes e tal, costumo ser perspicaz. Em demasia, até. Pois que a pouco mais de meio desta série, descortinei o final, embora tudo apontasse noutra direcção. E eu feliz da vida. Então não é que no último episódio aquilo dá a volta de tal forma que acaba por ter um final completamente inesperado!? B

Hoje tive sonhos tão, mas tão estranhos

 Temas: obras em casa em que dou com o chão do meu quarto destruído porque antes alguém por algum motivo foi colocar um rodapé e eu só dei conta do estrago no chão meses depois; Escola da minha filha, em que vou ter reunião com a responsável de turma que me recebe numa mesa de café, dentro da escola, mas nisto começa a falar com umas amigas e deixa-me ali a olhar para ontem, depois chegam uns senhores das obras que se sentam e me começam a chatear, eu levanto-me e vou à procura da professora e no caminho ainda reclamo com as funcionárias porque a escola é gigantesca e eu ando perdida. Nisto passam imensos carros de Estado e presumi que havia uma visita oficial à escola e quando estou a atravessar uma rua (isto tudo dentro do recinto escolar) um carro conduzido pelo Luís Filipe Vieira quase me abalroa para estacionar. Em suma, as minhas preocupações neste momento centram-se na minha filha e em obras (sim, a saga do tecto da minha casa continua e sem fim à vista) se é que se pode intuir

Repertório inadequado

 Eu já sabia, como creio que toda a gente que tenha visto pelo menos um bloco noticioso nos últimos meses, se tenha apercebido igualmente - o aumento escandaloso do preço dos combustíveis na ordem dos 3 cêntimos por semana. E como já sabia e já sou burra velha, de há uns anos a esta parte habituei-me a atestar o depósito ao fim de semana, porque psicologicamente me é mais favorável aquela ideia de espertalhona que abastece a "preço antigo". Mas hoje de manhã ver os placards a anunciar os novos preços, fez com que me viessem à cabeça palavras que eu nem sabia existirem, mas mesmo assim, vieram-me à cabeça à mesma, com letras que passam pelos alfabetos romano, grego, árabe e afins, números, caracteres chineses, tudo, mas tudo mesmo. Nem eu me sabia poliglota, mas afinal...

Dinner

 

Os benefícios do Mar Morto

 De quando em vez uso estas máscaras com propriedades milagrosas do Mar Morto, dizem. A verdade é que já usei alguns cosméticos que me trouxeram daquela zona e adorei. Se é o segredo para ter uma pele com um aspecto por vezes até simpático não sei, mas mal, não faz.  Tirei o fim de semana para cuidar de mim. 

Antes e Depois

 Quem é que não gosta de ir ao cabeleireiro de vez em quando? Pois eu com esta cena da pandemia há muito mais de um ano que não fazia madeixas. Como tenho um cabeleireiro espectacular ele fá-las de um modo que mesmo sem manutenção não fico com mau aspecto, mas realmente mais de um ano depois, já merecia. E como sempre ficaram um mimo e eu com nova cara e um tom acima, para chamar o Outono. Antes Depois

Criações…to be continued

 Por aqui estamos em processo criativo; que será que vai sair daqui!?… to be continued 
 

Algures numa dimensão paralela, isto será normal

 Ao sair de casa, hoje de manhã, madrugada para mim (7.20h), para ela já o dia deveria ir avançado porque estava com uma energia que me baralhava o cérebro. Diz ela: “Mãe, quando fizeres a matrícula para o sétimo ano tens que ser rápida. Eu quero ter Francês e Teatro. Não quero Cerâmica!” Digo eu: “Mas o sexto ano teve início há menos de um mês, ou estive em coma e hoje acordei no futuro?” Constato que a minha filha tem de facto qualquer neurónio a mais.

Imponho cá um respeito…

 Passa o dia a fazer disparates e eu de há uns tempos para cá…observo apenas. Não tenho presença de espírito anímica para me chatear muito e retira-me anos de vida, portanto, relevo. Sabe apenas que se eu receber algum e-mail cujo remetente seja um dos directores de turma…há perda imediata de privilégios. Até ver nem tem corrido mal, e estou a gozar de uma relativa acalmia familiar. Mas, continua a fazer disparates e eu, quando assim é, páro, escuto e olho, literalmente. Ela desmancha-se a rir e diz que a minha cara é cómica e que não consegue ficar séria. Portanto, não só não imponho respeito, como virei palhaça. Talvez a minha verdadeira vocação sejam as artes circenses. 
 

E agora ficou oficialmente abaixo de qualquer agente de autoridade policial

Abaixo de mim em valores e educação também já estava… Juiz negacionista demitido pelo Conselho Superior de Magistratura : Rui Fonseca e Castro estava suspenso de funções por decisão do Conselho Superior de Magistratura, que decidiu esta quinta-feira pela sua demissão. Entre as infrações, o facto de, "não deixando de invocar a sua qualidade de juiz", incentivar "à violação da lei e das regras sanitárias" relativas à pandemia de covid-19.

Esticam-se em grande estilo nos preços, e eu a ver

 Bebo uma meia de leite em Oeiras e pago 0,90€ - meia de leite com espuma, personalizada porque já sabem que eu gosto dela clarinha e quentinha. Em Lisboa na tasca horrorosa da esquina por uma meia de leite nojenta e fortíssima pedem-me 1,20€ e, na mesma rua a não mais de 300 metros, no quiosque da senhora simpática que por causa da ciclovia, teve que andar mais uns metros para a frente, pago 0,70€. Alguém anda a querer açambarcar este mundo e o outro, que exagero!

Deslizes matinais

 Acordar às 06:45h é duro, pelo menos para mim. Por isso deixo tudo o mais organizado possível de véspera para que no próprio dia a mecânica impere e se sobreponha ao acto de pensar no que fazer a seguir; em suma, lá em casa actuamos tipo linha de montagem do pioneiro Ford T e se há desvio, a linha de produção pára, literalmente. Eu consigo raciocinar a qualquer hora do dia, mas de facto de madrugada prefiro funcionar tipo robot. Portanto só olho com olhos de ver para a minha filha quando estamos a sair de casa, até aí, sem lentes e ainda a acordar, é para esquecer. Hoje, não foi excepção pelo que ainda em fase de calibrar neurónios e sinapses cerebrais apercebo-me que algo nela não está bem, mas...o quê!? A minha cabeça parecia a cabeça do Terminator com fórmulas por todo o lado, mas cheguei lá: então não é que a senhora dona minha filha ia sair de casa com umas calças de ganga todas rasgadas!? Atenção que o meu conservadorismo não chega aí, porque eu própria visto calças rasgadas, ma

O impacto que tem na minha vida a minha filha ter whatsapp

 Receber amiúde declarações de amor, daquelas que jamais se alterarão. O único amor para o resto dos meus dias, mesmo que eu saiba que de quando em vez me ache uma megera!  

Hoje…não!

 Na verdade em nenhum dia, mas de facto neste, que é um dia de reflexão para mim, em que estou absorta nos meus pensamentos e nas minhas memórias…é pesado. De manhã 1 hora no trânsito, foi duro, mas era de manhã e aquela perspectiva de ir beber a meia de leite no quiosque da esquina para acordar. Ao fim do dia foi fracturante ao nível do meu sistema nervoso. Duas horas e 15 minutos para percorrer 20kms. Uma filha para ir buscar até às 19:00 horas e eu, parada a 20kms. A minha salvação, ou seja, a tia dela, a menos 2 ou 3kms do que eu, mas igualmente presa. Tudo isto me fez  ter quase um ataque cardíaco, pelo facto de não ter muito mais pessoas a quem recorrer. Lá me lembrei de incomodar a minha vizinha querida do primeiro andar, uma senhora já com a sua idade e que merecia sossego - foi a nossa salvação. Lá me foi buscar a filha e deu-lhe carinho e atenção até eu chegar, depois de passar em acidentes, e mais acidentes e choques em cadeia. Fica-se capaz de cortar os pulsos com uma lâmin

Avó

 Tinha nome de rainha a minha avó Isabel e sem dúvida que reinou e sempre reinará no meu coração. Há 23 anos atrás perdíamo-la para uma batalha sobre-humana. Era uma mulher linda, com os mais belos olhos azuis que vi em toda a minha vida. Uma força da natureza, uma mulher de luta, uma mulher de paixões que nunca desistiu de tentar ser feliz. E foi, teve muitos momentos de felicidade e uma vida singular. O seu principal legado foi fazer o bem sem olhar a quem, mesmo que depois de o fazer e sentir que a missão estava cumprida, tivesse que se afastar, pois chegou ao patamar em que sabia que nem toda a gente merecia ter a sua amizade…mas o bem, sempre o fez. Lembro-me de ser uma criança com 8 anos, ou 9, a minha mãe ter ido passar o fim de ano fora e eu, ter ido com a minha avó pouco antes das 12 badaladas tocarem, a casa de uma família em sofrimento. A minha avó foi dar uma injecção de morfina para apaziguar a dor de um doente terminal. E disse-me: vais ver que a vida tem muitos momentos

Outage panic

 Já não posso ouvir comentários relativos ao outage  que ontem afectou as aplicações associadas ao gigante Facebook. Histeria colectiva, posts nas redes sociais, queixumes…quem já tem Facebook que coloque um like…ao que a humanidade chegou. Ponto final, parágrafo!

Porque hoje fez anos

 Fez anos hoje uma pessoa com quem mantive uma relação afectiva há uns bons anos, curiosamente a relação afectiva mais longa que vivi, que até direito a um interregno de quase um ano teve, sem qualquer contacto e depois voltarmos a tentar até à anunciada ruptura, ruptura que se desenhava desde o início. Afeiçoámo-nos um ao outro na pior altura das nossas vidas, ele acabado de sair de uma tragédia das piores  que se pode imaginar e eu de um trauma também não menos fácil de gerir. Achámos ingenuamente que os nossos lutos cruzados nos ajudariam a renascer, mas…os lutos são necessários e existem lutos, mais longos que outros. Os nossos, anteviam-se longos. Eu sou mais intempestiva e por muito que sofra e no vigor dos 30 anos, não baixei os braços e até pela minha filha, decidi viver e tentar curar as dores, mas o tempo dele não estava sincronizado com o meu…é mais vagaroso, não que eu ligue aos signos, mas é Balança e basta. Não reagia, por mais que eu tentasse, não reagia. Também hoje acr

Final Veredict - Not Guilty

 E assim terminou a minha relação de proximidade com uma das séries que mais me prendeu nos últimos tempos. Não sou de devorar temporadas em 2/3 dias; preciso de ver as coisas com calma, digerir, fazer a minha interpretação das coisas, tentar antever o que vem a seguir pelo que para seguir as 6 temporadas com cerca de 15 ou 16 episódios cada, demorei 2 meses talvez. How to get away with murder fez-me companhia nos serões tardios das últimas semanas e não me canso de aplaudir a qualidade da Viola Davis e de muitos outros actores da nova geração que nem conhecia. O argumento está extraordinário, o encadeamento de ligações por vezes surpreendente, obviamente que se enchem por vezes alguns chouriços, mas o resultado final é brilhante. Aquela figura controversa com tantos pecadilhos que no fim quase se arrisca à pena capital...sem ter assassinado ninguém. Bru-tal. A forma como o ser humano se molda, como o bom se transforma em vilão e o vilão por vezes tem bom coração, quando certas coisas

Welcome to the Jungle

 Há um ano e 7 meses que a minha rotina de vir trabalhar para Lisboa estava em pausa. Hoje voltei, e ainda estou anestesiada. Às 8 da manhã a chegar ao Areeiro. 

Como evitar problemas

 À hora do costume, disse-lhe que estava na hora de ir dormir. Olhou para mim muito séria para logo a seguir me deitar a língua de fora. Não tenho na memória que alguma vez o tenha feito, nem naquela fase em que as crianças…deitam a língua de fora, mas tudo bem. Continuei a olhar para ela, ignorei a graçola e voltei a dizer-lhe que estava na hora de ir dormir. E ela foi…como é uma miúda inteligente acredito que tenha percebido que terá que encontrar outra estratégia, porque esta não funcionou. 

A vida, esse grande mistério de imprevisibilidade

 Em apenas dois dias chegaram até mim notícias devastadoras: o cancro esse grande sacana, muito pior do que qualquer vírus oportunista que prolifera por aí, levou a mãe de uma pessoa que conheço, uma mãe ainda jovem, e está a minar duas outras pessoas que também conheço.  Há 23 anos levou-me a avó, há 6 a minha madrinha, há quase 1 ano e meio o meu padrasto e tantas outras pessoas conhecidas pelo caminho. Doença terrível, temível e que deixa um rasto de tristeza nos que de próximo a viveram. Depois de vermos uma pessoa próxima sucumbir ao cancro, nunca mais somos os mesmos. 

Que (des)Ventura!

 

Always stay true to you

 

Não creio mas…

 Há que manter o coração aberto.

Meio quilo de pregos para o caixão

 É que de vez em quando recebo uma destas directamente de Aveiro, fresquinhos. E eu, que ando a publicitar o meu regime dietético que continua em andamento e a vestir um par de calças que há quase 2 anos não fechavam…e agora esta desgraça. E eu como sou regrada e isto tem um prazo de validade de 15 dias….vou poupá-los e vou pecando aos poucos. Assim custa menos e rendem mais. Absolutamente louca por ovos moles de Aveiro!

…and counting

 

Especificidades agrícolas

Hoje ao estar a passar as compras pelo tapete rolante para serem registadas no supermercado, o rapaz jovem que me atendeu olhou com ar suspeito para os pêssegos e perguntou-me se eram nectarinas. Bom, achei estranho mas logo me passou e confirmei serem pêssegos. Passado um bocado, com o saco dos brócolos na mão: "E esta couve, sabe dizer-me o que é?!" Olhei em volta disfarçadamente não fosse estar ali a câmara para os Apanhados e eu não estava nada glamourosa . Ele continuava a olhar para mim com cara de " Basset Hound " e aí percebi que ele estava mesmo a ser genuíno. Coitadinho.  Em suma: hoje ficou a aprender o que são brócolos e pêssegos. Nunca é tarde!

Demite-se? Really? Eleições antecipadas no Chega? Really? E o golpe de mestre: será que se recandidata e voltamos a ter que o aturar nos seus devaneios loucos!? Really? Se não for ele, ficará a Maria Vieira!?...isto promete.

Dr. Chicão, desculpe, mas isto é muito mais divertido do que as suas cadeiras! André Ventura demite-se e convoca eleições antecipadas no Chega : Após o anúncio do Tribunal Constitucional ter dado razão ao Ministério Público e considerado que o Chega está ilegal há mais de um ano, desde o congresso do partido em Évora.
 As questiúnculas da sucessão de cadeiras dos Deputados do CDS no Parlamento já me dão vontade de rir. Em suma, a Ana Rita Bessa chateou-se com a ineficácia do Chicão e bateu com a porta (como eu a entendo). O líder parlamentar sem dar justificações a ninguém e porque assim está definido nos estatutos, diz que quem vai substituí-la é o miúdo Sebastião Bugalho, miúdo esse de quem fizeram um prodígio, mas que ainda tem muito que aprender. Mas esse mesmo miúdo, pelos vistos "tem-nos" no sítio, e diz que não vai. E parece que sabe o significado de irrevogável, algo que não aprendeu certamente com o ex-líder do partido, de seu nome Paulo Portas. Ora bem, o miúdo Bugalho não vai...e a cadeira continua vazia e o Chicão colocou a pata na poça porque veio criticar a público o líder parlamentar. Agora vem o líder parlamentar Telmo Correia refutar que o Chicão não conhece a lei porque andou para aí a vaticinar que quem deveria ocupar a cadeira, seria o Presidente da Juventude Popular. .

É um espécime destes que tenho cá em casa

 

Coisas que custam um bocado

 Proteger a criança de vírus e bactérias, evitar uma série de infeções oportunistas durante o Inverno, evitar mais duas almas na fila da Urgência, antibióticos, aerossóis, sofrimento, oxigénio por vezes, mãe em casa com direito a Assistência à Família e mais uma série de coisas e que não vou enumerar, mas no fundo também a poupar muito dinheiro ao Estado, e o valor da profilaxia ser absurdo. Quem não pode pois claro, sofre mais, apanha pneumonias, vai parar vezes sem conta ao hospital, etc.  Certas coisas, nunca vou perceber, mas dou graças por apesar de tudo ter capacidade para proteger a miúda. Coitado de quem não pode!
 Não saber quem o fez, mas chegar ao escritório e ter um miminho é sempre simpático. Há de facto colegas que merecem o céu…não me refiro a mim, mas antes a quem tem estes gestos tão queridos. Obrigada. 🙏🏽

For all the bad things

 

O fim da missão e a profunda gratidão de todos nós

 

A melhor pessoa

 Conheço uma pessoa, aliás, tenho a sorte de conhecer uma pessoa, que…é a melhor pessoa que conheci na minha vida. Por muitas voltas que a vida dê, até o conhecer nunca me tinha cruzado com ninguém assim, e tão pouco conheci depois disso alguém que partilhe com ele, o mesmo patamar. Quis o destino que, embora sejamos de nacionalidades diferentes e habitemos em países diferentes, nos cruzássemos profissionalmente e algures no tempo tenha sido meu Manager. Nunca na vida tinha conhecido alguém assim: um líder, um estratega, um simplório, um amigo. Um amigo que dados os anos de convivência, chorou comigo em alguns dos meus momentos mais difíceis, mas acima de tudo me colocou num patamar aos olhos dos outros que eu sempre achei não merecer. Pessoas novas que se cruzavam de novo comigo nas lides profissionais vinham até mim sempre com o comentário: “O Javier fala muito bem de ti”, ou “O Javier gosta muito de ti e diz que adorou todos os dias que trabalhou contigo, diz que és o céu”. Eu lá me

Está a tender para o tradicionalismo

 “Mamã, eu vou-me casar em 2035!” Ai sim? - perguntei eu. E ela: “Sim, não te esqueças, 2035.” Portanto já fiquei a saber que por vontade dela, nesse ano, haverá uma grande festa. E eu que ainda nem sei se acordo viva amanhã, já ela anda a planear a boda. Não sai à mãe, que tal como a culpa, vai morrer solteira.
 

Porque será

 Que sempre que tentamos replicar receitas culinárias das nossas avós, por mais que sigamos o book, não sai igual!? Provavelmente por isso mesmo, nós seguimos o book e elas….bom, elas faziam-no com alma. Nós tentamos, aprimoramos, vai ficando parecido, mas não é a mesma coisa. O mesmo se passa com o Soufflé e a Mayonnaise da minha mãe. Não vale a pena, não fica igual, e dizer que fica parecido é só demasiada fé em Deus, ou numa outra entidade qualquer.
 …estava para aqui a aguardar serenamente pelos resultados à CML…mas quer-me parecer que vou dormir sobre o assunto. Assim como assim Sintra já está decidido. Veremos se a continuidade traz algo de melhor, porque há muito que fazer por um concelho com este potencial.  E quanto ao Isaltino…Oeiras é o melhor concelho do país, e o senhor de que toda a gente fala, é um dos grandes responsáveis por isso. Não vou defendê-lo, nem atacá-lo, pois essa opinião guardo-a para mim, e para o meu núcleo duro de confiança, centrando-me apenas na maravilha que é o meu Concelho Natal e profissional, e esperando que no futuro, com e/ou sem Isaltino se continue a destacar como um bom sítio para viver, estudar, trabalhar, que continuem a crescer polos culturais, tecnológicos e que continue a dar respostas sociais à sua população e não só. Se estas eleições servirem como antevisão para as próximas legislativas, isto promete…
 

O peso que vou perdendo

 Para mais tarde recordar que aqueles quilitos a mais ganhos no auge da pandemia, se livraram de mim, e eu deles. Agora é perder mais uns quantos para dar margem a um ou outro devaneio que possa ocorrer nesta jornada que são os 40 anos e todas as mudanças subsequentes que se operam nos nossos corpos.

A cientista

 “Mamã, hoje estive a ler de manhã um estudo que estão a fazer e experiências para trazer os mamutes de volta!” Enquanto não quiserem ressuscitar os dinossauros, por mim está tudo bem, penso eu.

Não resiste a uma boa fofoca

 “Mãe, em quem é que vais votar no Domingo?” E eu lá lhe disse que pela primeira vez na vida ainda estou a pensar se me aproximo de uma mesa de voto. Conclusão dela: “Boa, assim ao menos não te sentes culpada para o caso de teres votado mal!” Começa a ver o copo meio cheio a miúda, upa upa. 

24/09🤍

 Porque nunca o esquecerei, mas hoje, era o seu dia. Lá iríamos estar todos juntos amanhã no almoço de aniversário da praxe e a dar um passeio que nos fizesse recordar tempos idos em que a família ainda tinha por cá todos, ou quase todos os elementos. Onde quer que esteja Zé, este é o seu dia. Obrigada por me ter feito sentir filha sem o ser.

Ainda estamos na Era Dourada

 Ontem ao final do dia estava eu a tentar relaxar um pouco no sofá. Ando um pouco sorumbática nos últimos tempos pelo que, com todos os cuidados para não me distrair dos meus pensamentos mais sombrios, a minha pequena princesa aproximou-se de mim, agarrou-se ao meu pescoço com uma meiguice como ainda não tinha sentido e disse-me: "Mamã, amo-te tanto, mas tanto. Amo-te para sempre, sabes!?" E eu fiquei ali embevecida, comovida e grata por ter tido esta filha tão querida e amorosa que, mesmo nos seus momentos mais loucos, continua a ser um "pote de mel". Daqui a 2/3 anos vai dizer que me odeia, eu sei. Mas será só da boca para fora naquelas crises de adolescência que nos esperam. Até lá vou aproveitar ao máximo este El Dorado - não é todos os dias que recebemos este tipo de declaração de amor honesta e sincera.

Aqueles dias típicos de Outono

 Em que me visto de manhã depois de olhar pela janela e ver um sol radioso. Calçar sabrinas sem meias, de tecido e chiquérrimas Carolina Herrera collection. Sair a porta do prédio e começar a cair uma bátega de água. Pés molhados mas não estava frio. Metade do caminho até ao escritório debaixo de chuva. A restante metade com o mesmo Sol radioso que me tinha despertado algum tempo antes.  Hora de almoço,  sol quente e estar ali no alpendre sem fazer nada, só a conversar nos últimos 10 minutos possíveis antes da reunião seguinte. A meio da tarde, mais 10 minutos de sol quente que quase souberam a um dia numa praia tropical. Com tudo isto, mais um dia de stress no escritório, mas a sensação de que fiz o que consegui, apesar das circunstâncias, apesar de haver momentos em que sinto que um dia destes, vou ter que parar…ou não.  Ânimo, amanhã já é sexta-feira.

Tem que se controlar a criançada

Por questões de segurança não a deixo sair da escola a não ser aos últimos tempos ou, caso não tenha o último tempo quando acompanhada pelos adultos autorizados a ir buscá-la. Hoje por acaso tive que consultar a plataforma para lhe carregar algum dinheiro no cartão e vejo que a Sra. D. Milady Bébécas na última terça-feira andou a sair da escola às 11.04h da manhã. Chamei-a, mostrei-lhe o registo e perguntei que saída da escola foi aquela…uma mãe anda sempre com o coração nas mãos.  Lá me disse que esteve a brincar com o Sr. Mário que é o senhor que está ao portão e que passou o cartão uma série de vezes. Vá…bate certo, mas que não se volte a repetir. Por dentro dá-me vontade de rir, mas faço cara séria para não desarmar.

Talvez seja uma questão de idade

 Avanço a passos largos da idade talvez, e cada vez mais me sinta no Outono da minha existência. Cada vez acho mais ridículas as campanhas eleitorais do nosso burgo. Não fosse a minha consciência de dever cívico, nem me aproximaria da urna de voto no próximo Domingo. E mesmo assim, vamos ver…nunca se sabe que planos até lá tem o destino reservados para mim. É que ver os principais blocos noticiosos cada vez me deprime mais, tal não é o ridículo da questão, já para não falar no Sub-Chefe Ventura, que me dá vómitos só de lhe ouvir a voz ao longe.

Behaviour Update

 As aulas começaram oficialmente há 2 dias…teve hoje o terceiro dia de aulas. As professoras já a trocaram de lugar duas vezes. A primeira, diz ela, foi por causa da colega conversadora. Eu sei, a minha filha é uma Santa. A segunda foi em virtude do colega do lado a ter chamado de lésbica porque ela só anda com as amigas - mas onde é que anda a inocência destas crianças de 11 anos que já elevam estes reparos a conclusões em torno da identidade de género. Começam de pequenos a demonstrar ideias retorcidas e preconceituosas.  Resultado, a minha filha que é uma Santa, ficou ofendida e como o dito cujo mão tinha levado o livro de Inglês, ela achou por bem, por vingança, não o deixar seguir a aula pelo livro dela. O miúdo parvo foi fazer queixa à professora, a minha filha Santa disse que não admitia que ele lhe chamasse lésbica, gerou-se a discussão…e a professora mudou-a de lugar, ao que sei, para junto de outro rapaz que ao que parece, esse é mesmo santo e não faz mal a uma mosca. Por fim

Serão em Paz

 Diálogos Improváveis - Coro Gulbenkian no Panteão Nacional. Adorei e estou a sentir uma paz…

Um misto de belo e terrível

  Cumbre Vieja….La Palma
 

As coisas que eu faço à criança

 Uma vez que o horário dela mudou, a verdade é que agora, às 7.30h da madrugada estamos as duas no meio da rua para entrar na escola às 08:00h. Como as manhãs são sempre o que são, tive que lhe pregar o susto de que ou acorda, ou reprova o ano por faltas, porque com 11 anos há que começar a ganhar responsabilidade de ouvir o despertador e poupar-me a chatices àqueles primeiros imensos minutos em que ninguém pode falar comigo de manhã e vice-versa. Bom, a pobre criança anda a alvorar às 06:00h da manhã, ainda eu persisto no terceiro sono. Não há necessidade, mas antes assim.
 Hoje de manhã tive que ir à escola para resolver uma situação com um livro que não tinha sido entregue e só há dois dias é que nos apercebemos disso. Agora, para um pai ou encarregado de educação conseguir entrar na escola do seu educando é um drama. Para tudo tem que se fazer fila no meio da rua até se conseguir de facto entrar não sei quanto tempo depois. Nesta espera e no meio de tanta criança lá a vejo, no meio das amigas num saudável e animado convívio. Estava tranquila, empertigada e de sorriso nos lábios. Fiz questão que não me visse para continuar tranquila nas suas interacções sociais. E que o ambiente assim se mantenha, tranquilo e fraterno.
 

Ontem apeteceu-me ir jantar ao Avillez

Mas como anda tudo com uma vontade imensa de sair, tenta reservar-se uma mesa e nada. Tudo cheio. E logo ontem que eu estava mesmo com vontade de ir ao Avillez. Bom, nada como experimentar um conceito do Chef que eu ainda não conhecia e marcar onde ainda existiam lugares para reservar: Pizzaria Lisboa no Bairro do Avillez. Quando entrei ainda me babei ao passar pelas iguarias do Pateo, mas tive que me contentar com italianices, que chatice. Não fiquei nada arrependida e o jantar foi excelente, pelo que, recomendo a quem um dia queira experimentar.  

Aquele instinto maternal….

 Estava eu sentada nas bancadas a ver a aula de natação da minha filha, ao mesmo tempo que falava ao telefone com uma amiga e, no meu raio de visão havia uma criança bebé, naquela fase em que correm tudo, mas meio trôpegos. Assim era ela. Cheia de energia a subir bancadas acima com cadeiras pelo meio e eu dei comigo a pensar que aquilo tinha tudo para correr mal. A mãe tranquila a uns bons metros de distância, ia atirando para o ar “ai a menina isto, ai a menina aquilo”. Bom, foi tudo muito rápido, mas só vejo a miúda a tombar pelas bancadas abaixo, eu levanto-me com uma rapidez que nem sei como foi possível e deito-lhe um braço, a mãe continua impávida e serena, olha para mim com ar de superioridade e diz: “Ah, muito obrigada!” Assim, fria, não se levantou do sítio em que estava, e lá continuou na sua negligência altiva e passiva. A criança passado o susto e o decidir se chorava ou não, lá se recompôs e continuou na sua escalada pelas bancadas. É por estas e outras que eu vou morrer c
 O peixinho dourado também regressou à água. Não nego que é cansativo ao fim de um dia de trabalho levá-la à natação, mas pela saúde dela, eu faço o esforço. Com grande pena minha não me sobra tempo para lhe proporcionar aulas de música e ballet mas espero que ela um dia mais tarde entenda que, embora me desdobre, não consigo chegar a mais.

Resumo do primeiro dia

 Ela diz que a apresentação correu bem, não me parece terem ocorrido entropias com a turma assim numa fase embrionária. A Directora de Turma já foi professora dela no ano passado pelo que a transição não será muito difícil. Teve outra professora do ano passado que foi lá à sala e lhe fez festinhas na cara - é muito dada a afectos a minha filha e fica derretida quando recebe mimos. Mas o que de facto é louvável é olhar para o horário que lhe calhou. Sim senhores, agora sim. O do ano passado foi terrível. Péssimo para crianças tão pequenas. Este em contraposição é o melhor. Todas as manhãs ocupadas até à hora de almoço e só tem uma vez por semana aulas à tarde. Melhor era impossível.  Que este ano lhe corra em termos académicos tão bem quanto o transacto e em termos emocionais que esta mudança de turma lhe possibilite melhores momentos de interacção com os colegas, confraternização e amizade. É o que desejo. E que venham 9 meses seguidos de desafios e que aqueles olhinhos lindos me conti

O tema do dia

 “Mãe, eu nunca na vida daria um órgão a quem não fosse da minha família!” Respirei fundo e fiz-lhe uma breve resenha acerca do tema transplante. Depois passamos para altruísmo e afins. Portanto a fotografia da coisa para o lado do dador e para o lado de quem precisa e que hoje não sabemos se amanhã estaremos na lista de espera. Expliquei-lhe que para certos órgãos podem ser dadores vivos mas que, se doam um órgão, ficam com outro e não morrerão por isso - ficarão certamente com um sentimento de felicidade extrema por terem ajudado a prolongar a vida de alguém. Os dadores mortos, assim como assim, por eles já nada havia a fazer.  Continua desconfiada. Até que lhe disse que eu própria estou inscrita como dadora de medula óssea e que portanto não estou de acordo com a posição dela, mas tenho que respeitar. Função didáctica: “eu só espero que nunca ninguém perto de ti necessite de um transplante de um dador anónimo, pois talvez aí percebas que não se deve pensar nas coisas de ânimo leve e

Direito à Greve - (quase) Nada contra

 Mas caramba, o ano lectivo começou agora e já estão em greve esta semana!? Vêm-me à cabeça pensamentos na senda do: e começarem a enviar currículos não!?; se nós no sistema privado fizéssemos greve com tanta frequência, as filas no Centro de Emprego dariam voltas perfeitas à cidade de Lisboa; um pouco de coerência não!? ....e muitas outras coisas me vêm à cabeça mas é melhor estar calada. Tudo o que é demais e excessivo, perde a credibilidade e o foco, não esquecendo os tempos difíceis que todos vivemos de há um ano e meio a esta parte. Acho que manter o que temos neste momento já nos torna uns privilegiados, face à percentagem de pessoas que nada têm por esse mundo fora.
 

Desafios para o novo ano - lectivo e pessoal

 Desde 2016 voltei a ter esta dinâmica de anos lectivos e tudo o que lhe está inerente, mas se até há uns anos atrás era eu a discente, passei a estar imbuída mas, no papel de mãe, de encarregada de educação, de explicadora (raras vezes porque a miúda é arrasadoramente brilhante por si só), de saco de pancada para as frustrações próprias da idade dela e tantas outras peculiaridades. Na Primária as coisas correram bem, e o verdadeiro desafio deu-se no 3º Ano, de todos os do quadriénio, o mais puxado. Tive que intervir algumas vezes em suporte extra, sobretudo para a ajudar a manter uma rotina de estudo e garantir uma aprendizagem eficaz de conteúdos. Correu muito bem para ela, embora eu tenha ficado um pouco esgotada - a minha vida não é só ser mãe da Ana Rita e tenho tanto a que me dedicar. No 4º Ano foi o advento do Covid, com meses de ensino à distância, algo inédito até então - os professores estavam no lodo, quiseram fazer o melhor e conseguiram-no, mas sobrou muito para os pais -
 ...e esta semana recomeça tudo e mais alguma coisa, desde escola, natação, reuniões no escritório, go-lives disto e daquilo e eu nem sei para onde me virar, nem me apetece nada. O que me apetecia era parar um bocadinho no tempo, eclipsar-me para bem longe e depois, quando desse vontade, voltar.

Este senhor é um Senhor

 Entrevista muito interessante!

Não são só más notícias

 Hoje de manhã recebi uma notícia acima de simpática. Mas tenho andado tão absorvida com outras coisas  que acho que ainda nem parei para pensar no quão simpática foi essa notícia e em como se pode vir a reflectir positivamente em projectos que tenho na cabeça para acontecerem a curto prazo. Tenho que interiorizar: nem tudo são más notícias, nem tudo são más notícias, nem tudo são……

Até Sempre Presidente Sampaio

 Ontem à noite falava com a minha mãe e a meio da conversa perguntou-me se eu sabia alguma coisa acerca do estado de saúde de Jorge Sampaio, assim, do nada. Disse-lhe não ter lido nada acerca disso nos últimos dias, mas que algo me dizia que estaria à beira do fim, e provavelmente mais dia menos dia o inevitável aconteceria, dada a debilidade visível e todos os problemas de saúde que tinha. Falámos um pouco sobre ele e trocámos memórias e depois falámos de outras coisas. Não esperava contudo que a notícia mais partilhada hoje de manhã fosse efectivamente a da sua morte. Já não se fazem homens assim: culto, um gentleman, inteligente, progressista, educado, com sentido de humor, distinto, corajoso e com uma sensibilidade acima da média. Chorava e emocionava-se quando algo o tocava e isso é de uma honestidade brutal. Não vou cá em clichês dos Presidentes de todos os Portugueses - há presidentes que embora os respeite enquanto tal e tenha que levar com eles, não são nem serão o meu Preside
 Não que eu aprecie o Fernando Medina, porque de facto...não, mas o Sr. Moedas no debate de ontem foi do mais fraquinho que já se viu nos últimos tempos. De um lirismo indiscutível. 
 

Ahhhh, e entretanto

 Como eu já antevia, obviamente que não foi ainda disponibilizada qualquer informação das turmas. Agora se as tais meninas e mães das meninas que ela conhece têm informação privilegiada na Secretaria, já é outra conversa. Caso contrário resta-me concluir que são umas grandes pantomineiras!

Filas de espera....um mal necessário...como as odeio

 Hoje é o dia agendado pela escola para levantar os livros escolares para o 6º ano. Aquele horário fantástico das 09:00h-13:00h e 14:00h-18:00h. Cheguei já faltavam poucos minutos para as 09:00h. Aqui trabalha-se como acredito que na maioria dos lares e acho que as coisas deveriam ser organizadas de outro modo, quanto mais não fosse entregassem os manuais aos próprios alunos aquando do início das aulas; traziam o documento para os Encarregados de Educação assinarem e estava feito. Mas não, é tudo à antiga, a fila à porta da escola e pessoas com mais que fazer. Nestas coisas prefiro ir o mais cedo possível, mas feliz ou infelizmente, há quem pense como eu. Cheguei. Estavam lá literalmente meia dúzia de pessoas à espera, mas esperei exactamente 60 minutos, que é como quem diz....isso, uma hora! Não sei qual é o problema das pessoas, se se põem na conversa, se demoram muito tempo a soletrar o nome dos filhos ou não conseguem assinar 2 papéis em menos de nada, porque eu estive lá com as se

A Drama Queen já aprontou das dela, e a mãe lacaia vai na conversa

 “Mãe, uma menina disse-me que as turmas já saíram e ela ficou no 7C1 e depois veio outra que disse que a mãe dela também já sabia e que a mãe de uma outra foi à escola e também viu.” - todo este discurso sem pausas,  nem pontuações, muito a la José Saramago. Eu, que nestas alturas sou invadida por uma calma atípica lá lhe disse que era muito improvável que fosse verdade, porque ela estuda neste agrupamento há 6 anos, e em 6 anos as turmas têm sido afixadas na véspera do primeiro dia de escola, os livros são facultados à boca da urna…em suma, celeridade é conceito que não assiste àqueles serviços administrativos. Mesmo assim disse-lhe para ficar tranquila já que tenho que lá ir amanhã levantar os manuais reutilizados.  É sabido que assuntos académicos para a minha filha fazem-lhe despoletar das entranhas tudo e mais alguma coisa. Começou a hiperventilar, até pensei que um vulcão estava prestes a entrar em erupção aqui, do alto do meu terceiro andar. Tudo bem, a mãe pega nela, mete-se n

De coração cheio

 Esta pandemia que vai virar endemia veio alterar tudo. Trouxe muita coisa má, muita incerteza, uma ou outra coisa boa, mas tudo diferente do que era a realidade, do que era usual. As relações sociais ficaram alteradas e o simples acto de estar com as pessoas de quem gostamos ficou assim para lá de longínquo. Tenho um amigo, grande grande amigo de há quase 20 anos. Uma amizade que se foi desenvolvendo ao longo do tempo, que foi crescendo, quebrando barreiras e atrevo-me a dizer que não teremos segredos um com o outro. E o amigo masculino é quase sempre tão mais leal e sensato do que a amiga masculina.  Pois que obviamente que o nosso contacto telefónico e através das redes sociais se manteve mas há mais de um ano que não nos víamos, algo inédito. Tínhamos o hábito de no mínimo uma vez por mês fazermos a nossa tertúlia em que estávamos juntos, falávamos de tudo e de nada, de coisas mais ou menos profundas. Hoje retomámos e que bom que foi a partilha face to face dos nossos dias, dos últ

Atirei com ela para o Centro de Estudos

 Regresso ao trabalho, quase 8000 emails na mailbox por ver, um humor discutível, optei por recomeçar a rotina escolar e não adiar mais. Está comigo a full time desde finais de Julho, esteve comigo on job  nas primeiras semanas de Agosto, interregno para férias e agora o regresso à normalidade. Preparar-lhe a marmita para o almoço, horários, ir deixá-la, ir buscá-la ao final do dia e para a semana já deve recomeçar a loucura no seu pleno. Mas a verdade é que continua tudo muito estranho, diferente do que era há 2 anos atrás. 

How to get away with murder - Then again

 Já tinha partilhado que estou fã desta série...e o sentimento continua o mesmo. Estou a aproximar-me do final da 3ª temporada, and counting . Viola Davis continua uma diva - não sei onde termina a vilã e começa a heroína, e vice-versa. Só consigo ver alguns episódios já a noite vai longa; são densos, embora não demasiado extensos, mas com tantos flashbacks , flashforwards e no flashes at all  por vezes dou comigo a ter que fazer uma pausa, voltar atrás para rever um diálogo porque algo me escapou. Ontem morreu um dos meus preferidos, o puto Wes. Cometeu uma falha gigante na primeira temporada, culpa teve pouca e é o epíteto de um bom rapaz. Vejo-me a ter uma paixão por um Wes. É daquelas pessoas com que cada vez nos cruzamos menos, que se preocupa verdadeiramente com os demais, não teve uma existência nada, mas mesmo nada fácil, entra no curso de Direito quase sem saber como, é inteligente, meigo, comete um homicídio, apaixona-se por uma borderliner  e gosta verdadeiramente dela, ao
 A poucos dias do início do ano lectivo, há que reorganizar a vida e as cabeças. Ela está como se sabe expectante e feliz e eu começo a ter que me estabilizar de novo. Algumas mudanças aqui no chip mental nos últimos dias e toda uma nova organização. O horário dela vai mudar teoricamente. Se no ano passado entrava todos os dias pelas 13.30h e saía pelas 18.20h, para além das duas vezes por semana em que tinha aulas em contra-turno, este ano altera o turno, e ao que parece passará a entrar pelas 08:00h com saída às 13.00h, o que de facto é muito mais produtivo para crianças destas idades. Está provado que assimilam muito mais os conteúdos de manhã, antes de almoço, do que no período da tarde. Gosto que ela participe no nosso esquema familiar e questiono sempre a opinião dela para que possamos tomar em conjunto decisões para o nosso dia a dia, pelo que há pouco perguntei-lhe onde prefere almoçar: se na escola ou no centro de estudos. “Tu é que sabes mãe, o que for melhor para ti. Eu esto