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Quando a cabeça tem juízo mas o corpo pede…quem é que paga!?

 Continuo a seguir a minha alimentação dos últimos tempos e oiço com frequência que estou muito elegante. Não foram precisos sacrifícios na verdade, embora esteja outra vez numa fase de adição. É verdade, confesso que sofro de uma adição que de quando em vez controlo, mas agora não está controlada: e é um contra-senso para quem quer levar uma vida saudável, controlar o peso, etc., mas como não sou fundamentalista….dou na Coca-Cola. E ultimamente tem sido um escape. Tem componentes viciantes e eu agora estou nessa fase. 

Coca-Cola à parte, não tenho feito outros disparates mas hoje o corpo pediu. A cabeça tentou comandá-lo para se afastar da “droga”, mas ele foi lá à mesma.

Vejamos: almoço vegano, com uma massa, cogumelos portobello, rúcula e uma imitação de natas mas de soja. Mas trouxe do supermercado um pack com 2 Donuts Dunkin e foi isso….comi o que me competia. Deixei o outro obviamente para a miúda porque não peco sozinha e levo-a comigo para o inferno da doçaria. Mas que treta, agora nem me sinto saciada porque dado que ando a desintoxicar, no fim…fiquei enjoada e o meu estômago já está inchado, etc, mas que o corpo pediu, pediu.

Dizia a minha avó que este tipo de vontade momentânea para comer algo muito doce se deve à actividade das enzimas hepáticas que, em caso de carência mandam a informação ao cérebro que é necessário ingerir…doces.

Portanto aguentem-se lá (deve haver festa hoje no meu aparelho digestivo), que até às festividades natalícias  escusam de me atentar. Já nutri o que havia para nutrir e agora, um trago de Coca-Cola. 

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