Avançar para o conteúdo principal

Às vezes parece que a minha vida doméstica é uma sitcom

Ouvi uma corneta, juro que ouvi. Daquelas do género das línguas da sogra com que os miúdos brincam no Carnaval e nas festas de aniversário.

Duas, três vezes o diabo da corneta.

Tive que me impor contra a poluição sonora, já passava das 21:30h. "Pssssst, vamos a acabar com a orquestra das cornetas. Não são horas para se fazer barulho. É hora de ir fazer óó!"

Responde ela:

"Não é uma corneta, eu juro. É o meu nariz. Estava a assoar-me e o meu nariz faz este barulho."

Não dei uma gargalhada para manter o cenário de mãe estupefacta com o barulho de uma corneta a uma hora daquelas.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri