Na última semana soube de 2 casos de pessoas na minha faixa etária, bem sucedidas a nível profissional e pessoal, com filhos, casamentos felizes, todos os motivos do mundo para sorrir. Partiram com a doença do milénio passado, deste e dos próximos - cancro.
Esse maldito que também tem levado os meus e de quem sinto tantas saudades. Não existe uma idade certa para morrer e quem somos nós para divagar relativamente a isso, mas pessoas que ainda têm tanto para dar...são autênticos murros no estômago para quem tem o mínimo de consciência. Não conhecia pessoalmente qualquer um destes amigos de amigos que partiram precocemente, mas também me sinto triste por saber que sucumbiram ao sofrimento. Estes temas fazem-nos reflectir sobre o que nos rodeia, os outros, nós, as nossas escolhas e em como de um momento para o outro partimos e deixamos tanto por fazer, dizer, viver. Não vale a pena tanta maldade, tanta falta de respeito, tanto desamor. A vida não perdoa.
Esse maldito que também tem levado os meus e de quem sinto tantas saudades. Não existe uma idade certa para morrer e quem somos nós para divagar relativamente a isso, mas pessoas que ainda têm tanto para dar...são autênticos murros no estômago para quem tem o mínimo de consciência. Não conhecia pessoalmente qualquer um destes amigos de amigos que partiram precocemente, mas também me sinto triste por saber que sucumbiram ao sofrimento. Estes temas fazem-nos reflectir sobre o que nos rodeia, os outros, nós, as nossas escolhas e em como de um momento para o outro partimos e deixamos tanto por fazer, dizer, viver. Não vale a pena tanta maldade, tanta falta de respeito, tanto desamor. A vida não perdoa.
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