Avançar para o conteúdo principal

Então e os carros partidos?

Hoje de manhã em cerca de meia hora passei por 3 acidentes horrorosos; de louvar o facto de que havia indícios de que foi "só" chapa e ao que parece a haver feridos foram apenas ligeiros.

O primeiro no sentido Lisboa-Sintra um carro galgou o separador e foi ter a um monte de terras, já nem me lembro se estava capotado ou não; só sei que percebi que era um Seat pelo logotipo, de resto irreconhecível.

O segundo, no mesmo sentido mas um pouco mais à frente.

E o terceiro já na auto-estrada, até fazia dó; um Insignia lindo novo e transformado em sucata.

Os carros começaram a abrandar, às tantas começamos a ver bombeiros a encaminharam-nos para a faixa mais à esquerda e o "belo" do carro lá estava em pedaços.

De salientar que em todos estes acidentes só estava envolvido o próprio sinistrado, portanto devem ter sido resultado de despites a velocidades "mais do que simpáticas".

Bolas, uma pessoa vê estas coisas e dá que pensar.

Comentários

Dá que pensar que em Portugal se conduz muito mal...

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…