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 Hoje de manhã tive que ir à escola para resolver uma situação com um livro que não tinha sido entregue e só há dois dias é que nos apercebemos disso. Agora, para um pai ou encarregado de educação conseguir entrar na escola do seu educando é um drama. Para tudo tem que se fazer fila no meio da rua até se conseguir de facto entrar não sei quanto tempo depois.

Nesta espera e no meio de tanta criança lá a vejo, no meio das amigas num saudável e animado convívio. Estava tranquila, empertigada e de sorriso nos lábios. Fiz questão que não me visse para continuar tranquila nas suas interacções sociais. E que o ambiente assim se mantenha, tranquilo e fraterno.

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 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri