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Coisas que custam um bocado

 Proteger a criança de vírus e bactérias, evitar uma série de infeções oportunistas durante o Inverno, evitar mais duas almas na fila da Urgência, antibióticos, aerossóis, sofrimento, oxigénio por vezes, mãe em casa com direito a Assistência à Família e mais uma série de coisas e que não vou enumerar, mas no fundo também a poupar muito dinheiro ao Estado, e o valor da profilaxia ser absurdo. Quem não pode pois claro, sofre mais, apanha pneumonias, vai parar vezes sem conta ao hospital, etc. 

Certas coisas, nunca vou perceber, mas dou graças por apesar de tudo ter capacidade para proteger a miúda. Coitado de quem não pode!



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 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri