Avançar para o conteúdo principal

Minha querida corrente de ar

Um dos meus hábitos em casa, desde sempre é quando saio, deixar as janelas todas abertas de par em par, o ar a circular, portas dos quartos, sala e casa de banho abertas...para quando chego a casa me cheirar a ar puro.

Não há melhor ambientador, sem dúvida.

Mas com este tempo dos últimos dias, já há pelo menos 3 dias que não o faço, e com o aviso de "furacão) até os estores baixei. Chego a casa e sinto o mais ínfimo odor; este meu olfacto, apesar das gripes e alergias é dos meus sentidos mais apurados de facto.

Desde o cheiro a banho, aos produtos do cabelo da minha filha, ao cheiro da ração das coelhas, necessidades que vão fazendo, do jantar do dia anterior...a chuva faz imensa falta, mas o temporal não. Que parem os avisos laranja para eu arejar a casa e espantar os maus espíritos :).

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Quando me levam a miúda e só para me chatear partilham a prova do crime

 A vingança serve-se em bom. Aguardem-me, pestes!

Saudações Académicas

Para quem é ou já foi estudante universitário, o mês de Maio é o mês das Academias por excelência. É para muitos que todos os anos se opera o virar de uma página e o recomeço da escrita de outra, que mais não são do que as páginas das nossas vidas, das nossas memórias e de tudo o que estará para vir. O mês de Maio de 2000 foi um dos meses, um dos ritos que não esqueço, rito esse que me é relembrado todos os anos. É indescritível o que nós sentimos quando estamos perante o fechar de uma etapa...foi nessa altura que senti o peso dos anos, o peso de alguma cultura, de relativa sabedoria no nicho que escolhi para mim e para o qual tenho vocação, o peso da responsabilidade. Saber que daí para a frente nada iria ser como dantes, saber que iria começar a estar por minha conta e risco, provar uma certa independência, fazer cada vez mais as minhas escolhas, ser responsável por elas e assumir os seus riscos e consequências. Sim, foi aos 22 anos que de facto me senti a entrar na vida adulta,