Avançar para o conteúdo principal

Agora quer ir no carro dela

E de há 3 dias a esta parte tem sido uma grande aventura conseguir sair de casa.

Tenho que usar do meu tamanho e da minha pouca força para a demover de trazer o carro dela para baixo...é que durante a semana, não dá muito jeito; aliás, não dá jeito nenhum.

O carrinho é apelativo, os filhotes dos meus amigos têm todos um exemplar igual e faz de facto as delícias das crianças, mas de manhã, depois da correria que é arranjar uma mulher e uma menina tão ou mais vaidosa que a mãe e ainda ter que lhe dizer que o carro dela tem que ficar estacionado à porta, porque por vários motivos temos que ir no grande (Bob)...é complicado.

Ela deve pensar que eu sou uma grande chata...mas creio que um dia vai perceber.

O pior é que a surpresa que tenho preparada para ela para o próximo Natal (caso o Sr. Gaspar não meta a "pata" no nosso subsídio) mete 4 rodas e de uma dimensão bem maior....eu vou arrepender-me, eu vou arrepender-me, eu vou arrepender-me....

Mas depois de entrarmos finalmente no Bob, e do bóguinhas dela ter ficado estacionado lá em casa à espera que ela chegue mais logo, prendi-a na cadeirinha ela dá-me um beijinho e diz "apenas":

Mamã é amiga!

Que ternura.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri