Avançar para o conteúdo principal

"Sou uma mãe que também perdeu um filho. Queria dizer-lhe que ainda vai ser feliz" - Sociedade - PUBLICO.PT

"Sou uma mãe que também perdeu um filho. Queria dizer-lhe que ainda vai ser feliz" - Sociedade - PUBLICO.PT

Que tristeza que me invadiu ao reler este relato; já conhecia, mas é sempre horrível e arrepiante relembrar. Infelizmente conheço mais do que um caso de pais que perderam os seus filhos...e não tenho as palavras adequadas para descrever o que testemunhei.
Desde o meu padrasto que perdeu um filho quando este tinha apenas 11 anos, um casal conhecido que perdeu uma menina de 7, o Paulinho do Paulo Sousa e Costa, e o P. da nossa amiga I. este já com 30 anos e por último o meu primo muito recentemente...a dor daqueles pais estava cravada no rosto e é algo que nunca se apaga.

Agora que sou mãe, que gerei a minha filha com tanto amor, que passei por um trabalho de parto tão complicado em que podia ter acontecido o pior, no fundo, dei vida ao ser mais importante do meu mundo...não consigo mesmo conceber como é que estas pessoas que conheço e tantas anónimas, conseguem aprender a lidar com tamanha dor...pessoas de coragem mesmo. Uma lição de vida.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri