Foi assim uma paixão de adolescente, ou não fosse eu viciada no Beverly Hills 90210 naqueles tempos. Também achava piada ao "Brandon", o típico menino bonito, loiro de olho azul, mas este, era assim a personificação de tudo. Rebelde, com um olhar triste e que se revelava um rapaz sensível. No fundo, o sonho da maioria das raparigas naquela idade em que pensamos que a vida vai ser um mar de rosas e vamos ser arrebatadas até ao fim dos nossos dias por um grande amor.
E ver quem marcou fases da nossa vida partir, deixa-nos um vazio. Por um lado sentimos também na nossa pele a inevitabilidade da vida, não caminhamos para novos, por outro, achamos sempre que eles, os nossos ídolos de uma época, vão estar sempre lá, lindos e perfeitos capazes de nos fazer suspirar mais de 20 anos depois.
Foi com grande tristeza que há uns dias as notícias acerca do AVC, mas honestamente não me passou pela cabeça que partisse tão cedo.
Para uma geração, será sempre o Dylan, lindo, com um je ne sais quoi de James Dean.
E ver quem marcou fases da nossa vida partir, deixa-nos um vazio. Por um lado sentimos também na nossa pele a inevitabilidade da vida, não caminhamos para novos, por outro, achamos sempre que eles, os nossos ídolos de uma época, vão estar sempre lá, lindos e perfeitos capazes de nos fazer suspirar mais de 20 anos depois.
Foi com grande tristeza que há uns dias as notícias acerca do AVC, mas honestamente não me passou pela cabeça que partisse tão cedo.
Para uma geração, será sempre o Dylan, lindo, com um je ne sais quoi de James Dean.

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