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Aqui está um Pai

E perante todas as adversidades e tragédias, ao ponto de uma jovem já cadáver ter sido a incubadora do seu bebé e ter.lhe dado mais uma vez a vida, há que enaltecer um jovem que se revelou ser um homem com H.

Existem aqueles que abandonam as mulheres grávidas, como foi o meu caso e depois existem pessoas que não só não saem da cabeceira de um corpo morto que ainda assim continua a gerar o seu filho, como não desistem desse filho.

Continuo a manter uma relativa fé no ser humano.
https://www.jn.pt/local/noticias/porto/porto/interior/tudo-o-que-precisa-de-saber-sobre-o-caso-de-catarina-e-o-bebe-milagre-10738526.html?fbclid=IwAR2M6B1kcApQfp-8iAZNUOuhdTER17TK2n7xxQeXNGc-WTSJ0mMQWXuzFrI

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"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Esta miúda que por sinal é minha filha...

 Estava eu a aspirar a casa e ela decidiu observar-me(nos). “Mãe, esse aspirador é do Rei dos Aspiradores. Não sabia que o aspirador de cá de casa era desses. Não devias dar dinheiro a esse homem mãe.” Nem comentei, nem tão pouco estou com presença de espírito para tentar perceber que cenas escabrosas a respeito do tal senhor que era o “manda-chuva” da Rainbow chegaram aos ouvidos da minha filha. Está a ser muita mudança para a minha cabeça. A miúda está mesmo a crescer...a galope e eu, começo a ficar para trás. Maldita idade...a minha! A dela, recomenda-se, mas de preferência com menos audácia e argúcia.