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A minha pequenita não piorou, valha-nos isso, mas eu estou bem pior; nem sei como aguentei este dia de um lado para o outro, sem parar e tanta coisa para tratar.

Estou de rastos, cheia de febre, consegui comer um pão de leite com queijo, ainda tive que "levar" com o trânsito na 2ª Circular, que, para fazer das Torres de Lisboa até ao Campo Grande demorei mais que de Oeiras, até ali, parando no apeadeiro para ir buscar a Bébécas.

....e depois olha, cometi uma pequena, pequenina loucurita :), com a sempre sincera e honesta aprovação da minha It Girl Bébécas Tinkerbell.

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Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

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