Avançar para o conteúdo principal

A desarrumação impera por aqui

Doentes desde há 3 dias para cá, mãe e filha, e o resultado é uma grande confusão, não arrumei nada nestes últimos dias e está tudo muito desorganizado.

A pequena aproveita-se de umas coisas e abusa, e eu com a febre com que andei confesso que não tinha forças sequer para nada, e as coisas rapidamente se acumulam.

Aproveitei ter chegado a casa sem febre e lá tive que me mexer; ela ia olhando e devia estar a dar graças por não a ter mandado arrumar nada, mas dei-lhe mais um dia por convalescença e amanhã acabou-se a baixa por doença.

As sandalinhas dela ainda estavam por aqui, lá as guardei na caixinha e já cheia de saudades; para o ano já não lhe servem, outras virão, mas à medida que vou guardando as peças de que mais gosto, fico também com saudades das fases dela que vão passando.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Quando me levam a miúda e só para me chatear partilham a prova do crime

 A vingança serve-se em bom. Aguardem-me, pestes!

Saudações Académicas

Para quem é ou já foi estudante universitário, o mês de Maio é o mês das Academias por excelência. É para muitos que todos os anos se opera o virar de uma página e o recomeço da escrita de outra, que mais não são do que as páginas das nossas vidas, das nossas memórias e de tudo o que estará para vir. O mês de Maio de 2000 foi um dos meses, um dos ritos que não esqueço, rito esse que me é relembrado todos os anos. É indescritível o que nós sentimos quando estamos perante o fechar de uma etapa...foi nessa altura que senti o peso dos anos, o peso de alguma cultura, de relativa sabedoria no nicho que escolhi para mim e para o qual tenho vocação, o peso da responsabilidade. Saber que daí para a frente nada iria ser como dantes, saber que iria começar a estar por minha conta e risco, provar uma certa independência, fazer cada vez mais as minhas escolhas, ser responsável por elas e assumir os seus riscos e consequências. Sim, foi aos 22 anos que de facto me senti a entrar na vida adulta,