Avançar para o conteúdo principal

Assombrações e Más assombrações

Pior do que uma casa assombrada, só mesmo uma mal-assombrada, e com todo o respeito que estas questões me merecem, yo no creo en brujas, pero que las hay, hay!

Reitero que respeito muito estas coisas e se pudesse dar uma sova a esses bruxos que aí andam que a troco de dinheiro fazem ou tentam ou invocam o que quer que seja para prejudicar a vida dos outros, dava e a seguir atirava-os para a fogueira como se fazia com os hereges na Idade Média.

Então quando me aparecem panfletos de bruxos na caixa do correio a minha vontade é mesmo essa; infelizmente conheço seres terrenos que se dão ao luxo de contratar gente desta para praticar o mal perante outros, que a maior parte das vezes não tem culpa nenhuma, portanto, o melhor castigo é enredarem-se na própria teia que construíriam.

Já aquelas pessoas que tentam tudo por tudo para se salvarem a elas próprias, ou aos filhos, que tentam apesar de tudo recorrer a meios alternativos para o bem infundem-me respeito, embora pena ao mesmo tempo, porque muitas das vezes são enganadas.

E tudo isto veio à baila porquê!? Primeiro porque embora cietificamente nada esteja provado, há casas que me assustam e que não me parece que tenham boas energias e o mesmo se passa com alguns seres.

Resumindo e baralhando, por vezes dou comigo perante uma assombração e um determinado local que eu até achava simpático transformou-se numa "Casa Mal-Assombrada".

Eu até já me esconjuro quando lá entro; pffffff, sai de baixo!

Comentários

Anónimo disse…
Há estudos científicos que provam a influência que o pensamento de alguém pode ter sobre outro, mesmo à distância. Não me refiro a estudos New Age em que se justificam factos com teorias convenientes; refiro-me a factos que foram provados em Laboratório e que têm sido interpretados através da Ciência, tendo obrigado os mais cépticos a admitir que há muito por descobrir no que diz respeito às ligações existentes na Natureza. Se tiveres curiosidade, encontras um livro de um Engenheiro (Dean Radin) que aborda uma série de estudos num livro chamado «Mentes Entrelaçadas».
Beijinho!

Mensagens populares deste blogue

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Esta miúda que por sinal é minha filha...

 Estava eu a aspirar a casa e ela decidiu observar-me(nos). “Mãe, esse aspirador é do Rei dos Aspiradores. Não sabia que o aspirador de cá de casa era desses. Não devias dar dinheiro a esse homem mãe.” Nem comentei, nem tão pouco estou com presença de espírito para tentar perceber que cenas escabrosas a respeito do tal senhor que era o “manda-chuva” da Rainbow chegaram aos ouvidos da minha filha. Está a ser muita mudança para a minha cabeça. A miúda está mesmo a crescer...a galope e eu, começo a ficar para trás. Maldita idade...a minha! A dela, recomenda-se, mas de preferência com menos audácia e argúcia.

Ando por fora dos temas take-away e junk-food

 Mas hoje a ocasião fez o ladrão. Consulta da miúda a acabar quase à 1 da tarde, não tinha preparado nada com a devida antecedência pelo que passei pelo McDonalds. Peço os menus eis se não quando a pessoa que me atendeu me diz que não há bebidas. Não há bebidas? Não estou a perceber. É que comer um junk-burguer sem uma bela Coca-Cola para facilitar a digestão, é obra. “Ah, com as novas regras do confinamento não podemos vender qualquer tipo de bebida!” Confesso que existem detalhes que nunca vou perceber. A pessoa pode comer mas nem uma gota de água pode comprar no local em que comprou a refeição. Não me faz muito sentido, para não dizer nenhum.