Avançar para o conteúdo principal

A esta hora

E depois de mais um dia de trabalho, cheguei a casa, sentei-me alguns minutos, dei 1000 beijinhos à Bébécas, preparei-lhe o banho com todos os seus rituais, desde o creme ao cortar das unhas, penteei-lhe os caracóis, dei-lhe o jantar, brincámos mais um bocadinho...e caminha, com todos os beijinhos, festinhas e a "orelhinhas" do sono.

E já aspirei a casa, lavei o chão, tratei do almocinho dela de amanhã, da mochila com os apetrechos do dia-a-dia, máquina de loiça a lavar, brinquedos arrumados, nada mais do que a odisseia do meu quotidiano.

Cansativo é a palavra que me vem à mente!

Comentários

Por cá a rotina não diverge muito e devo dz que no final do dia me sinto sempre absolutamente exausta... se me conseguir despachar dos afazeres domésticos cedo, estou pronta para ir dormir por volta da 1h. é extenuante porque os miúdos têm sempre muittaaa energia.

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Quando me levam a miúda e só para me chatear partilham a prova do crime

 A vingança serve-se em bom. Aguardem-me, pestes!

Saudações Académicas

Para quem é ou já foi estudante universitário, o mês de Maio é o mês das Academias por excelência. É para muitos que todos os anos se opera o virar de uma página e o recomeço da escrita de outra, que mais não são do que as páginas das nossas vidas, das nossas memórias e de tudo o que estará para vir. O mês de Maio de 2000 foi um dos meses, um dos ritos que não esqueço, rito esse que me é relembrado todos os anos. É indescritível o que nós sentimos quando estamos perante o fechar de uma etapa...foi nessa altura que senti o peso dos anos, o peso de alguma cultura, de relativa sabedoria no nicho que escolhi para mim e para o qual tenho vocação, o peso da responsabilidade. Saber que daí para a frente nada iria ser como dantes, saber que iria começar a estar por minha conta e risco, provar uma certa independência, fazer cada vez mais as minhas escolhas, ser responsável por elas e assumir os seus riscos e consequências. Sim, foi aos 22 anos que de facto me senti a entrar na vida adulta,