Avançar para o conteúdo principal

"300"

Estava eu a fazer zapping e deparo-me com o "300" na RTP1; e só gostei deste filme alguns anos depois de o ter visto...não sou sugestionável, mas houve um detalhe pequeno que me fez afinal gostar do filme...ou de algo em especial, eheheheheh.

Aqui há uns bons meses, talvez tenha sido na única teima em que o Honey me ganhou (porque eu é que ganho sempre;-)), falávamos sobre o filme, e ele às tantas comentava que até entrava aquele brasileiro cujo nome não se lembrava.

E eu, no meu pedestal, "qual brasileiro", deves estar a confundir. Então o "300" é aquele filme dos espartanos que às tantas vão derrotar aquele ser com uma pele dourada, que não se percebe muito bem o que é, mas que tem uma beleza que chega a ser "assustadora". O homem é mestiço, ou negro, sei lá, deve ter mais ou menos a minha cor.

LOL, diz o Honey. Esse é o Rodrigo Santoro!!!

Não acreditei à primeira, nem à segunda, nem à décima, lá fomos tirar teimas ao google...não só era o Rodrigo Santoro, como eu tinha razão que o "ser" em questão tinha uma beleza "assustadora"; é daqueles que fica bem de pó de talco, dourado, prateado, negro, amarelo....enfim, o Brasil não tem só mulheres bonitas. Tem destes "Rodrigos" que aparecem por aí.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Quando me levam a miúda e só para me chatear partilham a prova do crime

 A vingança serve-se em bom. Aguardem-me, pestes!

Saudações Académicas

Para quem é ou já foi estudante universitário, o mês de Maio é o mês das Academias por excelência. É para muitos que todos os anos se opera o virar de uma página e o recomeço da escrita de outra, que mais não são do que as páginas das nossas vidas, das nossas memórias e de tudo o que estará para vir. O mês de Maio de 2000 foi um dos meses, um dos ritos que não esqueço, rito esse que me é relembrado todos os anos. É indescritível o que nós sentimos quando estamos perante o fechar de uma etapa...foi nessa altura que senti o peso dos anos, o peso de alguma cultura, de relativa sabedoria no nicho que escolhi para mim e para o qual tenho vocação, o peso da responsabilidade. Saber que daí para a frente nada iria ser como dantes, saber que iria começar a estar por minha conta e risco, provar uma certa independência, fazer cada vez mais as minhas escolhas, ser responsável por elas e assumir os seus riscos e consequências. Sim, foi aos 22 anos que de facto me senti a entrar na vida adulta,