Avançar para o conteúdo principal

Surpresa a la West End

Estava tudo encaminhado, julgava eu, para um serão de relax puro. A miúda já tinha uma dormida fora de casa marcada, e eu após uma semana de imenso trabalho tinha em mente enfiar-me em casa, sozinha, sossegada e usufruir de algum descanso.

Em plenas 7 da tarde recebi um telefonema para estar daí a 2 horas no Campo Pequeno porque me esperava O Fantasma da Ópera! Começo a acreditar que eu, surpresas e Campo Pequeno combinamos, e tive um dejà vú com um concerto do James Blunt em que me fizeram algo semelhante.

Entre os nervos de pensar que em duas horas ainda tinha que ir buscar a minha filha, dar-lhe o jantar, preparar a mala dela e deixá-la no local em que ia dormir e ainda rumar à capital, ia ser apertado mas...eu mereço que algumas coisas corram bem e pois que às 21.04h estava eu a entrar no parque de estacionamento.

Emoção pura. Mesmo. Pensei que me ia acontecer muita coisa este ano,  mas ver o Fantasma da Ópera estava out of my mind. Ainda estou nas nuvens. A Sofia Escobar é mesmo qualquer coisa. Arrepiei durante várias vezes, verti umas lagrimitas, mas acho que ninguém viu.

The Phantom of the Opera is there 
inside your mind 


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri