Avançar para o conteúdo principal

As minhas pancas

Dentes, pés e mãos. Os dentes são bonitos e eu ando sempre de volta deles. Nada como uns dentes certinhos, com um tamanho que se veja, limpinhos, branquinhos.

As mãos também são bonitas, herança genética do meu pai, e que agradeço do fundo do coração. Seja em homem ou mulher umas mãos bonitas e comunicativas fazem de facto a diferença.

Os pés...bom, esses sempre foram o meu calcanhar de Aquiles. Eram lindos quando era miúda, vieram as botas ortopédicas e ajudaram a estragar-lhes a perfeição. Com 10/11 anos já calçava 40, gozavam comigo porque tinha os pés grandes, diziam que eu dormia em pé...enfim, quando ainda não se falava em bullying mas existia bastante crueldade na mesma. Pois que me fui conformando com o facto de calçar 41, as compras on-line e em lojas não portuguesas também me vieram mostrar que calçar 41 não é assim tão estranho e hoje em dia calço mesmo o que me apetece, e até tenho por vezes dificuldade em me focar que não preciso de tantos pares de sapatos.

Mas não é por serem uma das partes do meu corpo de que menos gosto, que me desleixo. Trato deles como se fossem os pés de uma princesa, pois está claro. Este ano o doutor desbastou o osso em excesso e deixei de ter até ver os inestéticos joanetes e agora descobri esta máscara fantástica da Neutrogena que nos faz ter um Spa para pés dentro de casa e ao alcance de todos. Uau, que sensação.



Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri